Tudo que Deus criou ... foi pensando em você!

domingo, 24 de janeiro de 2010

Tenha metas sem medo.

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Não temos mais como negar que atraímos para nossa vida aquilo que experimentamos internamente através dos sentimentos e pensamentos, que nos conferem um padrão vibratório. Essa sintonia determina o universo de acontecimentos posteriores. Todas as situações que aproximamos surgem em conseqüência desse mecanismo.

O acomodado está vibrando na freqüência (estado de espírito) do comodismo, logo irá aproximar para sua experiência de vida, situações que o mantenha sempre no mesmo padrão.

O triste, magoado da mesma forma.

O doente, também... O saudável e rico igualmente.

Ser criador da sua realidade é pensar e sentir. E se você pode pensar e sentir, logo poderá ser responsável pela sua vida e seus rumos. Os sentimentos são o leme, o pensamento é o motor!

O que está pensando agora? Como está se sentindo nesse momento? O que está almejando? Quais são seus sonhos? Para onde você está navegando, para qual direção?

Sempre estamos navegando (porque estamos vivos nessa experiência física), mas para qual direção?

Você escolhe...

Sim, sempre é você, sempre somos nós, os eternos responsáveis. Isso é livre-arbítrio, a benção de sermos criadores de nossa realidade.

E se você não tem metas, o que acontece? E se você não sonha mais com nada? Não se permite imaginar nada além do que pode ver na realidade atual?

O que acontece é que você determina a sua sentença: sua estagnação! Quando ocorre, a pessoa começa a morrer por dentro, e o pior: na maioria das vezes ela nem percebe, até que seja tarde demais.

Muitas pessoas nos cursos de formação que ministramos sempre dizem: "Eu não tenho metas, eu não penso nisso, o que Deus me der está bom"...

É muito desconcertante ouvir tais comentários, simplesmente porque Deus entregou em nossas mãos essa capacidade de decidir, assim sendo não podemos devolver a responsabilidade daquilo que ganhamos.

Não ter metas é o mesmo que não querer evoluir. É o mesmo que não querer existir. É suicídio em gotas...

Estamos nos referindo as metas que vem da alma, que trazem alegria de viver pelo simples fato de pensar nelas sendo realizadas. Metas superficiais ou fúteis não sobrevivem ao tempo.

As pessoas não tem metas por terem medo de serem felizes, das mudanças, de terem que agir e não saberem o que encontrar. Outras tem preguiça ou estão viciadas em seus modos de viver estagnados. Tantas outras decidem ter metas muito tarde quando as doenças já as encontraram.

Tenha metas sem medo. Questões pessoais, profissionais, materiais, afetivas, familiares, não importa, escolha o que quiser. Tudo vale desde que as metas estejam sempre alinhadas com o seu coração, o seu propósito maior e a sua identidade.

Não deixe os traumas do passado, as crenças, as histórias tristes drenarem a sua capacidade de sonhar, porque no instante que isso acontece você já começa a abreviar a sua vida. Como sempre, você começa a criar uma realidade mais difícil e dolorida...

Vamos, pense: o que você gostaria de ter ou ser? Onde queria estar?

Como você quer a sua vida de agora em diante?

Seria bom ter bastante saúde não é mesmo?

Seria bom ter saúde, paz e prosperidade não é mesmo?

Seria bom uma conta bancária recheada, uma família feliz, uma vida harmoniosa com o relacionamento amoroso dos seus sonhos, não é mesmo?

Seria bom viajar periodicamente para lindos locais, descansar em um belo hotel a beira mar, relaxar em uma casa de campo, não é mesmo?

Seria bom ter o reconhecimento profissional que você sempre sonhou, não é mesmo?

Seria bom ter seu carro, sua casa, seus bens materiais e liberdade financeira, não é mesmo?

Ah, como seria bom... Ah como é bom... Ah! Eu posso imaginar... Até consigo sentir como se já tivesse conquistado todos esses itens acima...

E você, consegue imaginar isso tudo para sua vida?

Permita-se, é uma experiência transformadora, é a mais perfeita alquimia da alma. É aqui que muita gente tropeça, porque não conseguem entender o como. Como alguém que ganha salário mínimo pode pensar em ter uma lancha e uma casa na praia se nem dinheiro para o ônibus tem?

Como podem pensar em férias, conta bancária abundante, se nem saúde tem? Como podem pensar em relacionamento perfeito se nem se amam ou se aceitam?

Como? Isso não importa... As leis universais funcionam, queira você ou não, acredite ou não!

Você se torna a essência daquilo que pensa e sente predominantemente. Então o segredo é pensar o maior tempo possível em como gostaria que sua vida fosse. Assim toda a energia de sua vida estará alimentando uma nova realidade de que você decidiu criar.

Não tenha preguiça, faça a sua parte e daqui uma hora você já sentirá os acontecimentos à sua volta mudarem para melhor. E quando você, conseguir sustentar na sua mente, o máximo do tempo de seus dias, as imagens das suas metas se realizando, você mudará a sua vida tão drasticamente que as pessoas ao seu redor irão querer conhecer o segredo do seu sucesso e você terá o imenso prazer em dizer: É simples, tenha metas, acredite nelas, sinta, imagine elas se realizando.

Assim você terá calibrado o seu foco para se tornar um grande realizador, você assumira com maturidade a capacidade que lhe foi dada desde sempre: De ser o criador consciente da sua realidade!

Importante:

Elimine qualquer sentimento de resistência do tipo que não acredita se isso funcionará que é besteira perder seu tempo ou que está fazendo papel de ridículo com as mentalizações.

Perguntamos: O que você quer realmente da sua vida? Achamos que quer ser feliz, próspero, saudável, não é mesmo?



Então tente, é o mínimo que você tem a fazer e não custa nada!

Deixe a vida FLUIR...

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Esta palavra, em si, no seu bojo, contém um segredo...
Provavelmente, você, como eu, ficou muito tempo sem perceber que o melhor da vida é deixá-la FLUIR. É óbvio que fluir tem o significado de "caminhar" em estado líquido, porém, o que somos em verdade se nosso corpo físico é composto de 70% de líquido?
Deixemos isso de lado e fiquemos na essência, tentando assimilar que tudo acontece depois que fluímos em pensamentos e atitudes.
Na maioria das vezes, somos adestrados, em vez de sermos educados, a criar obstáculos em tudo que nos rodeia.
Precisamos nos proteger e sempre zelar pela segurança dos que nos rodeiam.
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ERRADO!

Para se entender a vida é preciso que ela FLUA... Devemos dar asas à nossa imaginação. Permitir aos que nos cercam que também fluam e assim aprendam com seus erros e com os erros dos outros.
O grande problema é quando não recebemos educação e preparo para sermos nossos heróis em atos e ações, portanto, em aprendizado.
Devemos, sempre, permitirmos-nos sonhar com o próximo segundo, dia, ou próximos anos. Não importa o tempo. Importa o sonho e depois correr atrás dele de forma correta e determinada.
Correta é quando saber superar os obstáculos de maneira sábia, respeitando as regras da natureza em todo o nosso caminhar.
Respeitar os seres humanos com os quais convivo, porque eles também sonham e invariavelmente desejam o que a gente quer:
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SEREM RESPEITADOS.
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De forma determinada para que saibamos superar os obstáculos que se apresentam na realização de cada objetivo. Um sonho só se torna objetivo quando tomamos a decisão de ir ao seu encontro.
Assim, a diferença entre um sonho e a realidade consiste apenas no momento em que eu decido FLUIR, caminhar e tomar atitudes.

Estacionar e pensar, meditar, é bom, recomendável em todos os sentidos, para que tenhamos equilíbrio, desde que o ato seguinte seja premiado com a bela decisão de implementar alguma coisa.
Jamais conseguiremos entender a vida se não a permitirmos FLUIR.
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Portanto, eu mudei muito quando comecei a entender que eu sou o que construo em minha mente e depois FLUO com as atitudes corretas.
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Não seria de todo ruim, portanto, compararmos a palavra FLUIR com o combustível que precisamos usar para sermos sábios. Também não custa lembrar que só é sábio aquele que aplica o seu conhecimento e, portanto, o faz fluir por meio de um ato ou uma palavra.

O que nos impede de Fluir é:
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1. Fanatismo religioso.
2. Sermos adestrados e não educados.
3. Medo de seguir em frente.
4. Companhia de pessoas que nada agregam.
5. Tropeços ocorridos e mal-interpretados.
6. Conselhos recebidos (e inadequados).

"Você está estacionado ou fluindo com a sua vida?"

Cuide-se, sei que nos veremos.
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Boa semana a todos que aqui me acompanham ...
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Eduardo Januzelli

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

De onde vem a origem de nossos problemas?

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Muitas vezes em nossas vidas, somos levados por impressões e sensações que não condizem com a realidade. Vivemos aquilo que nossa imaginação nos mostra.
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Criamos em nossa vida uma falsa realidade a fim de amortizar um sofrimento eminente. Porém, até quando viver assim? Um dia o basta vem, ou o que dizem popularmente "a casa cai", trata-se muitas vezes de um colapso em um determinado aspecto de nossa vida, que nos leva a repensar o todo.
Quando a casa cai temos a sensação de perder o chão, e questionar tudo, perguntando "por que comigo?" Nos sentimos vítimas e afundamos em um mar de pensamentos e emoções negativas sem fim, que só servem para fazer com que o sofrimento perdure por mais tempo.

O universo é sábio demais e sempre em sua vida lhe acontecerá o melhor. Se algo veio para lhe demonstrar uma situação, agradeça por tudo, poderia ter sido pior se você continuasse a se enganar.

Com a prática nos tornamos antenas parabólicas, ou seja, a captação e percepção a energias externas se torna mais rápido e preciso; não temos mais dúvida quando nossa intuição tenta nos mostrar algo.

Quem não tem domínio sobre sua mente se torna escravo dela, alimenta intrigas e faz com que a qualidade de seus pensamentos seja péssima.
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As situações emocionais desgastantes de tristezas e raivas intensas desgastam uma energia imensa, baixando nossa freqüência e interferem como um todo em nossas vidas.

Toda essa energia despendida de forma errada faz com que nossa vida fique estagnada gerando conflitos e problemas sérios em diversos aspectos, como saúde e financeiro. Sim, é isso mesmo, um problema emocional mal resolvido pode trazer efeitos para outras áreas de sua vida. Portanto, nem sempre o problema a ser tratado é aquele que você imagina prioritário.

Inúmeros são os casos em que tratamos aspectos emocionais e a vida da pessoa desabrocha em todos os aspectos.

Após a cura emocional ser realizada e os cordões serem desfeitos, os problemas financeiros começaram a serem resolvidos, aparecendo novas perceptivas e até mesmo um início de síndrome do pânico que já estava sendo tratada por médicos e remédios desapareceu por completo.
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Isto significa que a origem dos problemas foi detectada e a solução teve como efeitos um equilíbrio geral na vida.

Espero que esse artigo possa ajudar.

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Abraços

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Eduardo Januzelli


segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O que você quer? Eu quero PAZ

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O começo do ano começou com muitas tragédias infelizmente e, a cada dia temos conhecimento de outra e mais outra, atingindo nossos corações através dos noticiários e das vivências de muitos. É um momento de dor, impotência? Ou resultado da falta de atitude de uma maioria com nossa grande Mãe Terra? Com certeza, é um momento de reflexão para muitos de nós, que mesmo ainda não sendo atingidos diretamente por tamanha violência, todos estamos sujeitos às suas consequências. A Terra não estará dando um sonoro grito de socorro?

Neste momento penso no sofrimento não só das pessoas atingidas por tudo que está acontecendo, mas também daquelas que não estão sendo vítimas de tais tragédias, mas vivem intensos sofrimentos dentro de seus próprios lares, dentro de seus próprios corações.
Questiono o motivo que levam pessoas, ainda que estejam distantes de toda essa destruição desproporcional, trazer para dentro de suas casas essa mesma destruição em seus relacionamentos, em forma de palavras, atitudes, gestos e que, na verdade, muitas vezes refletem seu próprio mundo interior. "Muitas dessas pessoas são as que falam que é preciso ter paz, que condenam a guerra, violência, mas não percebem que vivem uma guerra diária consigo mesmas e com aqueles que convivem".

Será que não basta tudo que vivemos nesse mundo doente? Ou será que o mundo está doente como reflexo de pessoas igualmente doentes e que nem se dão conta disso? - Será que cada um que pede paz está em harmonia com sua família e principalmente, consigo mesmo? - Como ouvi certa vez: "se levo um tapa todos os dias do meu pai, qual o problema se eu fizer o mesmo com outra pessoa?"

A violência é gerada por muitos motivos: busca do poder, dinheiro, interesses políticos, pessoais, enfim, os interesses são muitos, mas geralmente é uma tentativa de liberar uma dor, se vingar, ou até mesmo se defender, ainda que por meios nada convincentes. Quando se agride alguém, é uma forma primitiva, mas real, de dizer: "fui agredido e por isso também me vejo no direito de fazer o mesmo".

Esse processo pode acontecer sem que a pessoa tenha consciência disso e também como resposta a algo que aconteceu há muito tempo. A agressividade é um gesto desesperado para expressar dor, angústia ou preocupações com situações da qual não se vê saída. Mas, e nós, que sequer participamos ou concordamos com tamanhas atrocidades, o que podemos fazer?
Afinal, por que a violência acontece? A história de muitos começa no início da vida, com os próprios pais, que vistos como exemplo do que é certo, muitas vezes impõem o respeito a seus filhos usando de todos os meios, batem, são agressivos, violentos, agridem com palavras, atitudes, e ainda, são impunes. E, assim, a violência muitas vezes começa na infância, dentro de casa, e vai se intensificando com o passar dos anos, com os brinquedos e jogos, comprados pelos próprios pais.

O ato de bater, agredir alguém, para muitos acaba sendo demonstração de poder, superioridade, independência, controle, ainda que totalmente errada, mas talvez a maneira com que aprendeu. Em contrapartida, muitos também agridem em resposta, como forma de defesa, por se sentirem agredidos em alguma época de suas vidas, ainda que já muito distante.

A violência, portanto, caracteriza uma insatisfação consigo mesmo tão profunda que faz muitos agredirem aos outros, numa tentativa insana de aliviar a própria dor sentida quem sabe há muitos anos e se perpetua. Há tantas formas de se comunicar com o outro, por que a necessidade de ferir tão profundamente alguém? Será uma demonstração fiel de como se sentiu tratado durante a vida? Ou ainda, como na verdade de trata? A agressividade contra os outros seria apenas o reflexo de uma agressividade contra si mesmo? Pode ser algumas das respostas.

O que sabemos é que não há desculpa nem justificativa para a agressividade cometida de todas as formas, seja por gestos, palavras, ou até pela indiferença. Agir de modo instintivo, como os animais agem, mas por sua própria natureza, nos faz semelhantes e não diferentes, e isso é, no mínimo, lamentável.

Sendo assim, o Homem, aos poucos, está perdendo por si mesmo seu direito de ser chamado de ser humano, e quantos animais não são muito mais humanos? Ou quem sabe mais sensíveis e capazes de doar amor quando o próprio ser humano se mostra incapaz?
Ao reprimirmos tantas injustiças, decepções, e tudo o mais que sentimos, acabamos tendo como reflexo uma sociedade com agressividade exacerbada, e o pior, inconsciente de sua própria doença, o que torna mais difícil a busca por sua cura.

Falarmos de paz sem promovê-la dentro de nós mesmos, torna qualquer ação improdutiva. Assim, nos tornamos vítimas da violência, ainda que distantes, porque em muitos casos, ela acontece muito mais perto do que as imagens que estão entrando dentro de nossas casas todos os dias, pois muitas vezes ela acontece dentro de cada um. Quantas são as pessoas que tratam não apenas os outros com agressividade, mas também a si mesmas? Quantas são as pessoas que são seus piores inimigos? Sempre se maltratando, se criticando, se desconsiderando, por não acreditarem em seu real valor? Infelizmente são muitas! Tudo que está acontecendo neste momento pode ser como um alerta para tornar algumas pessoas um pouco mais conscientes de seus próprios comportamentos e que percebam que é possível viver em paz se permitirem sentir essa paz dentro de si mesmas. Quando as pessoas forem capazes de sentir sua dor, conscientes do sentimento que estão sentindo sem negá-la, irão se sentir mais aliviadas e serão menos violentas ou agressivas. Essa transformação é lenta e deve ter como base o amor para criar a verdadeira paz. Mas, essa harmonia deve começar primeiro dentro de cada família, de cada ser humano, para depois, sim, refletir no mundo, pois só quando o Homem for capaz de enfrentar a si mesmo e sentir paz dentro de seu próprio coração, o mundo terá paz. Ainda que cada um de nós sejamos apenas um nesse Universo repleto de violência e maldade, onde o poder e a força dos mais fortes impera, busquemos pela paz ainda que seja dentro de nosso pequeno coração, entre as pessoas que amamos, com a esperança que essa energia se fortaleça e cresça, contagiando todos aqueles que estão de uma maneira ou de outras distantes da luz e da paz tão almejada.
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Grande abraço a todos que me acompanham.
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Boa Semana!!!
Eduardo Januzelli

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Despertar é Preciso!!!

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(Todo Tempo é Tempo de Crescer!)
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O mundo está cheio de sonâmbulos.
Sim, isso mesmo!
O que tem de gente semiconsciente zanzando por aí, não é brincadeira, não.
E o pior é que eles pensam que estão acordados.
Contudo, a quantidade de gente hipnotizada é enorme.
É gente que não pensa e apenas gravita em torno das percepções limitadas que os seus sentidos físicos lhes proporcionam. E isso é um problema, pois, quando a Dona Morte chega e bate o ponto, esse pessoal se vê perdido no Astral. Como seus sentidos materiais feneceram junto com o corpo, eles não sabem como operar com os sentidos espirituais. Por isso, é de partir o coração ver essa galera chorando de montão, perdida nas brumas de seus condicionamentos limitantes.
A Dona Morte não é de brincadeira, não!
Quem vive na carne, que se cuide. Viver não é só comer, beber, dormir, copular e, um dia, finalmente, morrer... Viver é muito mais e não cabe numa só vida. E é triste só descobrir isso após a chegada da Dona Morte.
Despertar é preciso! Até mesmo para amar melhor e se sentir mais vivo.
Porque a vida é preciosa; e sempre continua...
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A Companhia do Amor adverte:
- Fumar causa vários problemas de saúde;
- Consumir bebidas alcoólicas em excesso, idem;
- Consumir drogas é letal!
- Porém, o pior de tudo é viver igual zumbi, sem pensar e sem sentir.
Quem vive na carne, que se cuide.
Despertar é preciso!Quem está desperto (e esperto), valoriza a consciência limpa.
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Não há mantra que desperte quem não quer crescer. E nem o Papai do Céu interfere no livre-arbítrio de ninguém.
Cada um é o que é! E isso determina o rumo de seu viver...
Tudo é causa gerando efeito: o que se pensa, o que se sente e o que se faz.
Isso é o que determina por onde alguém segue...
Felicidade ou tristeza?
Isso é de cada um. O Papai do Céu não tem nada a ver com isso.
Amor de verdade ou rolo emocional? Só o coração é que sabe... E a escolha é de cada um.
Despertar da consciência ou mumificação do raciocínio e da sensibilidade?
Ah, quem for zumbi nem mesmo conseguirá entender isso.
E quem for esperto (e desperto), apenas dará uma boa risada.
Despertar é preciso! E o Papai do Céu não se mete, mas sempre ri quando alguém compreende isso.
Aí, Ele diz: "Bem-Aventurados os que estão acordados!"
E a Companhia do Amor arremata, na veia, de voleio, e diz: "Quem vive na carne, que se cuide. Porque todo tempo é tempo de crescer."
P.S.:
O craque faz golaços.
Já o "perna de pau", só faz jogadas bisonhas.
Quem está desperto, é craque. Mas quem anda igual zumbi, só leva de goleada.
O campo de jogo é a vida.
Golaços ou jogadas bisonhas?
Cada um decide o jogo que quer fazer.
E a bola da vida continua rolando...
O placar do coração de cada um, só o Papai do Céu é que sabe.
Despertar é preciso!
Para marcar golaços e amar melhor...
Bom final de semana a todos!!!
Abraços
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- Nota:
* A Companhia do Amor é um grupo de cronistas, poetas e escritores brasileiros desencarnados que me passam textos e mensagens espirituais há vários anos. Em sua grande maioria, são poetas e muito bem humorados. Segundo eles, os seus escritos são para mostrar que os espíritos não são nuvenzinhas ou luzinhas piscando em um plano espiritual inefável. Eles querem mostrar que continuam sendo pessoas comuns, apenas vivendo em outros planos, sem carregar o corpo denso. Querem que as pessoas encarnadas saibam que não existe apenas vida após a morte, mas, também, muita alegria e amor. Os seus textos são simples e diretos, buscando o coração do leitor.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

FAÇA DO PASSADO UM APREDIZADO.

Um ano novo se inicia e com ele começamos mais uma jornada de 365 dias. Que sábia invenção o calendário! Com possibilidade de reinício, de promessas, de novos desafios. Temos a oportunidade a cada ano de fazer uma experiência diferente, que podemos chamar de "escolhas".

Podemos escolher viver energias boas e esquecer as negativas que nossas mentes insistem em nos apresentar; podemos remoer coisas ruins ou simplesmente dizer "chega de viver desta forma!", até mesmo porque se estamos reclamando, esta fórmula não deu certo.

O passado pode ser um enriquecedor aprendizado desde que possamos aprender a lição que ele nos ensinou. Quando aprendemos de fato a lição, a vida continua de forma harmoniosa. Quando, porém, não a compreendemos, novas situações idênticas se apresentam e acabamos repetindo experiências, algumas vezes dolorosas.

Assumir o controle de sua vida optando pelas melhores escolhas significa se esforçar ao máximo para ver somente o lado bom da vida, apreciar somente o que é belo.

Puxa, quanto tempo perdemos imaginando o que não é bom e ocupando espaço de nossa mente com coisas ruins. Sim! Podemos dizer ocupar espaço, pois, se enchemos nossas mente somente com coisas boas, simplesmente não sobra espaço para o que não é bom!

Boa semana a todos!!!

Abraços


segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Feliz 2010 !!!

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"Mais um fim de um ciclo e início de outro. Um ano que alguém ousou fracionar em doze suaves prestações. Como se isso fosse possível. No último dia do ano é sempre cheio de promessas. Algumas levadas a sério, outras tantas esquecidas. Neste dia 31 não há quem não queira predizer ou adivinhar o imediato futuro, tendo como base a realidade atual. Com aquilo que conhecemos como sorte, essa força invencível a que se atribuem o rumo e os diversos acontecimentos da vida; do destino, do fado, da estrela que necessariamente tem de ser".
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A essência da festa do Ano-Novo é sempre a renovação da vida, o que, em muitas culturas, inclui também a repetição simbólica do momento da criação do mundo. No Brasil, a festa -até os anos 30-, era restrita às residências.
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E seguem aqui "bons conselhos" para atrair boas energias no ano que começa!

Fogos e barulho.
Em alguns países o Ano-Novo começa entre fogos de artifício, buzinadas, apitos e gritos de alegria. Ou seja, toda sorte de barulho para que ninguém passe dormindo. A tradição é antiqüíssima e, dizem, serve para espantar os maus espíritos.

Roupa nova.
Vestir uma peça de roupa que nunca tenha sido usada combina com o espírito de renovação do Ano-Novo. O costume é muito conhecido pelo mundo afora aparecendo em várias versões, como trocar os lençóis da cama, usar uma roupa de baixo nova ou romper o ano com o corpo limpo, isto é, de banho tomado. Banhos de sal grosso ou perfumados com sete ervas são variações dessa nossa necessidade de limpeza e purificação antes do novo ciclo começar.

A vigília da virada.
Ninguém deve dormir antes da meia-noite. Para os povos primitivos, os seres humanos precisavam ajudar o ano a romper permanecendo acordados e vigilantes. O hábito de deixar as luzes das casas acesas e as janelas abertas vem daí. Além disso, a tradição diz que quem conservar os olhos abertos até o Ano-Novo despontar verá o dia nascer no ano seguinte.

Boas saídas, boas entradas.
Cuidado, o que você fizer no Ano-Novo continuará a fazer o ano todo. O costume veio da Europa. Ovídio, um poeta que viveu no primeiro século da era cristã diz: "Convém ao dia bom, palavras boas", referindo-se ao Ano-Novo. Assim, quem começar o ano viajando, viaja o ano inteiro, quem começa o ano chorando, vai chorar o ano inteiro. Daí dizer-se que é bom subir em uma cadeira, para dar impulso à vida, começar o ano com o pé direito, para atrair a sorte e comer doces na ceia, para garantir sabor e doçura o ano inteiro. E nada de roupas apertadas, para não passar apertos no futuro.

Cores.
Todo nosso corpo é afetado pela cor e pela luz e elas realçam estados emocionais e psicológicos. Através das cores "chega-se às profundezas da alma das pessoas". Por isso essa escolha deve ser feita com cuidado no Ano-Novo. A recomendação mais tradicional aqui no Brasil, lembrança de nossos ancestrais afro-brasileiros, é usar branco. Além de ser a cor de Yemanjá, a grande mãe e rainha do mar, o branco é o "símbolo da própria luz" e, como conseqüência, da sabedoria, da pureza e da verdade. A roupa branca - em qualquer gênero - é um símbolo utilizado em homenagem aos afro-descendentes, a qual lembra a importância das famosas baianas e os negros-de-ganho. O azul também é uma cor propícia para saudar o Ano-Novo. Porém, mais ligada ao consumismo. É a cor da paz, da tranqüilidade e das coisas espirituais. Outra alternativa para o final de ano é usar amarelo, a cor do sol, do ouro, um costume comercial que se confunde com a cor votiva do orixá Oxum, a divindade da riqueza, da fecundidade e da abundância.

Ceia.
Comer bem, entre amigos alegres, faz parte das comemorações de Ano-Novo. A fartura na mesa ajuda a trazer abundância e sucesso no ano que começa. Diz a crença que tanto o mais velho, como o mais novo em uma ceia devem receber a primeira porção do alimento. Mas alguns alimentos não podem faltar. O leitão e o porco são as carnes favoritas, porque o animal fuça para frente, "impelindo a vida também para adiante". As uvas também têm que estar presentes, avisa Helio Moreira e continua: "dependendo do lugar onde você estiver, o costume pedirá 3, 7 ou 12 bagos que serão comidos quando der a meia-noite no relógio. "Não se esquecer de fazer os pedidos. Uvas e vinho, aliás, são os símbolos mais universais de congraçamento e alegria. Para os gregos, o vinho foi um presente de Dionísio - ou Baco, dos romanos - o deus das vinhas, dos delírios, da orgia e da inspiração. Não existe festa sem sua presença. Para nós, os espumantes fazem parte da passagem do Ano-Novo, o seu barulho - ao abrir a garrafa - é o sinal que novo tempo está por vir e com ele tudo de bom.

Romã.
No livro Feliz Ano-Novo, a romã aparece como um dos alimentos favoritos das festas de final de ano, devido à enorme quantidade de sementes, que simbolizariam fartura e prosperidade. A fruta também faz parte dos rituais do Ano-Novo não só dos judeus, que oram para que as bênçãos de Deus sejam tão numerosas quanto às sementes de romã. A romã é maçã dos antigos romanos e sempre fizeram parte da mesa em qualquer comemoração.

Grãos.
Tradicionalmente, lentilhas ou ervilhas são símbolos de morte e ressurreição. A semente, enterrada na terra, germina e se multiplica e, novamente, volta para a terra, para começar tudo de novo.

Dinheiro.
São muitas as simpatias para atrair dinheiro. Sugiro uma que, pela antiguidade, deve ser eficiente. Colocar uma folha de louro embrulhadinha em uma nota de dinheiro, dentro da carteira. E guardá-la até o próximo reveillon. A nota antiga deve ser dada ao primeiro pobre que você encontrar. A folha velha você vai jogar na água corrente. Desde o tempo dos gregos e romanos o loureiro é a planta-símbolo da vitória, do sucesso e da imortalidade que a glória traz. Os grandes atletas romanos ganhavam coroas de louro, assim como os heróis e os grandes sábios. Era a planta de Apolo, o belo deus grego da sabedoria, inspirador dos oráculos e das profecias. Importante uso deste amuleto só diz respeito a quem o possui.

Primeiro dia do ano.
O dia primeiro do ano é dedicado à confraternização. É o dia da fraternidade universal. Como um autor descreve: "Como se deve fazer no Dia de São Nunca (1º de novembro) é hora de pagar as dívidas e devolver tudo que se pediu emprestado ao longo do ano". Esse é um costume europeu muito antigo, do tempo em que se emprestavam arados e foices e reflete a nossa necessidade de fazer um balanço da vida e de começar o ano com as contas acertadas, conosco e com os outros".

FELIZ ANO NOVO!!!

"Um repleto ano de conquistas a todos que aqui me acompanham".

A gente se vê em 2010.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Expectativas ...

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Sempre que um novo ano se inicia, a maioria de nós se sente ansioso com relação ao futuro, sobre o que o novo ano nos reservará. Pensamos em todas as coisas que conquistamos e naquelas que ainda não conseguimos realizar e nos focamos de modo especial em nossos desejos.
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Mas, na medida em que o tempo corre e não conseguimos materializar tudo o que ansiamos, somos confrontados com um sentimento profundo de frustração.
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Por mais que nos esforcemos, muitas situações independem unicamente de nossa vontade; por essa razão, precisamos aprender a desenvolver uma lição essencial, que é a aceitação.
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Este é talvez um dos maiores desafios que precisamos enfrentar durante a nossa existência: aprender a lidar com o desapontamento quando não alcançamos a realização do que desejamos.
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Aceitar não significa necessariamente desistir daquilo que queríamos, mas encarar os fatos da maneira como eles se apresentam. Por mais que possamos insistir na conquista de algo, quando as condições ideais não se encontram reunidas, nada poderá fazer com que aquilo se concretize.
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Neste sentido, é sempre bom dar uma contribuição essencial para a humanidade, pois ele traz à luz um ensinamento tão simples, mas que a maioria de nós tem dificuldades em compreender, ou seja, para ser feliz é preciso que o homem aprenda a atuar em sintonia com as leis da natureza.
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Tudo que acontece segue leis muito claras e, se conseguirmos nos manter atentos a este fato, certamente iremos compreender com mais exatidão as razões pelas quais determinadas situações não ocorrem e muitas se repetem em nossa vida.
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As expectativas que criamos são, em geral, direcionadas por objetivos motivados pelo ego e, por isso mesmo, ainda que sejam satisfeitas, logo serão substituídas por outras, num ciclo que nunca tem fim.
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Aprender a discernir entre o que desejamos e aquilo que, de fato, poderá nos proporcionar paz e serenidade, é a única maneira de nos precavermos contra expectativas que não preencherão nossas reais necessidades.
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Abraço a todos!!!

Eduardo Januzelli


INESPERADO ...

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Hoje lí este texto de "Saul B. Jr.", resolvi postar e disponibilizando a todos que aqui me seguem, pode ser que possa ajudar alguém que precise ...
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Abraços a todos e bom final de semana.
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Eduardo Januzelli
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I n e s p e r a d o
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Se você não conta com o inesperado, jamais estará preparado para quando ele chegar... Alguém muito competente em entender a vida, como vivê-la e desfrutá-la, escreveu isso. Confesso que gostaria de ter sido eu... mas não fui.
Não contar com o inesperado é aceitar que a coincidência existe.
Não contar com o inesperado é achar que as pessoas chegam até nós por obra do acaso.
Não contar com o inesperado e imaginar que as melhores coisas da vida são por obra de um grande arquiteto, e que nós jamais somos merecedores, é pura miopia cósmica.

Não contar com o inesperado é, portanto, uma nítida demonstração de que não conseguimos "ler, entender e interpretar" a vida. E tudo o que passamos, tem a ver com alguém, com eventos pitorescos e nunca sobre o fato que somos Causa e Efeito de nossas colheitas.
Desta forma, precisamos efetivamente nos darmos conta de que somos agora o que decidimos ser até o segundo anterior no qual vivemos.
Nossa vida não é uma caixa de surpresas. Efetivamente, é feita de escolhas que nascem em nossos pensamentos e depois se concretizam em nossas verbalizações e atitudes.

Nosso pensamento é uma verdadeira flecha disparada... Ela vai atingir o alvo e muitas vezes este alvo tem a forma de algo INESPERADO.
Depois que aceitei esta verdade, percebi que tudo tem uma razão de ser. Que as pessoas que chegaram inesperadamente dias atrás... bem, eu havia pensado e falado sobre elas.
Que o local aonde eu sempre quis ir, acabei por conhecê-lo porque a energia do meu pensamento me direcionou até lá.
Que os milagres existem porque nós os construímos. Na realidade, nenhum milagre acontece sem que façamos a nossa parte.

Quando oramos, não importa a forma, estamos construindo uma energia muito forte. Depois é só dar alguns passos no sentido do pedido, que as coisas acabam acontecendo. Agora, só orando, sem direcionarmos o pensamento, nada acontece.
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Quando descobri que qualquer música é um Mantra, procurei trabalhar ouvindo uma composição calma e serena. Existe uma diferença considerável entre barulho e música. Assim como existe uma diferença enorme entre o que chamamos de coincidência, inesperado, acaso e lei de retorno.

Nada, absolutamente nada em nossa vida é obra do inesperado. Tudo tem uma razão de ser. Saber entender isso é o mesmo que estar preparado para ler os sinais da vida. Cada pessoa que chega até nós traz uma mensagem que precisa ser decifrada e entendida. No mínimo, são professores de como não se deve fazer.
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No momento em que alguém chega, pode ser até uma mensagem avisando sutilmente que temos que parar de fazer o que estávamos realizando, porque o resultado poderia ser tremendamente negativo.

Precisamos substituir a interpretação da palavra inesperado por sinal. Precisamos nos darmos conta que a vida é escolha. Eu escolhi e escolho ser o que sou. Se pretender construir algo novo em minha vida, tenho obrigação de fazer aquilo que nunca fiz. É assim que o inesperado vem.

sábado, 5 de dezembro de 2009

O que a Força da Palavra nos traz ...

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É impressionante a força que cada palavra traz consigo! Com a vibração que cada uma carrega, transforma a atmosfera reinante naquele momento, mesmo que seja por um momento fugaz! Cada verbo, independente do número de letras que tenha, transporta com ele sentimentos, lembranças, um mundo infinito de idéias, que embora seja numa fração mínima de segundos, toca a quem o ouve e o transforma.
Assim, palavras como Amor, Carinho, Perdão, Paz, nos conectam com locais suaves e serenos de nosso Ser. Guerra, Agressão, Violência, Tristeza e tantas outras, com pontos de dor em nosso íntimo. Vale a pena observar isto e perceber como podemos mudar a nossa vida e melhorar a dos outros, a depender do que nos dispomos a falar, ou a calar...

E como falamos, sem parar, tanta coisa sem nexo, tanta coisa sem real importância, vamos semeando confusão e perturbação em torno de nós, muitas vezes sem nos darmos conta disto. Os grandes sábios que já nos visitaram neste plano sempre louvaram o poder do silêncio e a importância da palavra.

A propaganda, impulsora do capitalismo, nos bombardeia com idéias nem sempre verdadeiras, os meios de comunicação espalham notícias poluídas pela desesperança e desânimo e nós nos sentimos alquebrados, muitas vezes, sem nos darmos conta do porquê disto. E vamos passando adiante as notícias tristes que ouvimos e, com isto, colaboramos com o Mal, pois ajudamos o Medo a ir se instalando mais e mais nas mentes de todos, num movimento doentio e perigoso! Quando estamos medrosos, abandonamos a nossa força, nos desanimamos, afastamo-nos do Amor, de nossa Fonte de Vida.

Cada fonema é uma vibração, um som, traz harmonia, ou desequilíbrio... O tom de nossa voz, quando falamos, também emite, ou não, boas vibrações... Pessoas há que até pelo telefone nos fazem mal, pela forma dura com que pronunciam as palavras. Outras nos acalmam como num passe de mágica, pois ouvi-las é agradável, terno, sereno, tranquilizador.

Acho que precisamos nos defender desta pressa desestruturante que nos arrasta de roldão sem que saibamos sequer para onde, de canais de televisão que noticiam apenas o que nos deprime e nos faz sofrer. Se todos nós fizéssemos isto, deixássemos de assistir determinados programas, por estarmos conscientes do mal que nos fazem, o IBOPE acabaria por levá-los a se modificar. E o pior é que nem todos os que assistem à televisão têm consciência crítica, pois muitos são crianças, na idade, ou no espírito.

Enfim, sabemos que viver neste nosso mundo tecnológico tem suas vantagens, mas é também muito difícil! Cultivar o silêncio em meio a tantos sons e ondas emitidos por tantos aparelhos diferentes, por tantas mentes desequilibradas, não é brincadeira, exige esforço e atenção, mas é necessário, para nossa sobrevivência e salvação.

Muitas vezes, enquanto sorrimos apenas com os lábios, procurando demonstrar algo que está longe do que estamos sentindo, nosso Ser está chorando...
Cultivando mais o calar, teremos mais cuidado no falar. Assim, cada palavra terá um sentido verdadeiro para nós, abrirá um caminho, construirá uma ponte, restaurará uma relação, fará uma aliança, aliviará uma dor, plantará uma semente de amor.

O olhar comunica com muito mais sinceridade... Mas poucos prestam a devida atenção a ele. Os gestos, também. Mas, as palavras, por serem mais fáceis de serem percebidas, podem destruir muito mais! Que elas não saiam de nós sem uma reflexão, sem caridade e sem uma intenção boa, ou estaremos trabalhando para o Mal e, consequentemente, isto receberemos em troca, por causa da lei infalível de Ação e Reação.

Que nossas palavras criem uma música harmoniosa que ajude a espantar de vez a tristeza e a doentia paisagem atual de nosso planeta!

Bom final de semana a todos.

Eduardo Januzelli


quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Pratique aquilo que fala, só assim sua comunicação será melhor.

Encontramos pessoas no nosso caminho com comportamentos que provocam em nós as ações e reações necessárias para o nosso crescimento. Podemos chamá-los de espelhos ou instrumentos, e, como aprendemos que aqueles que estão ao nosso lado têm sintonia conosco, muitas vezes nos perguntamos:" não tenho nada a ver com ele! Sou muito diferente, onde está o espelho? E, se ele é instrumento, quero saber "do que", qual é o aprendizado que me falta? Também surgem as culpas. Que será que eu fiz, para merecer isso?" Passamos a vida tentando falar dos nossos sentimentos, discutindo, com o(s) outro(s). E, se for no trabalho, então, piorou! Eternas reuniões para tentar um ambiente mais harmônico, às vezes, sem solução.

Então, antes de responder ou começar uma discussão, pare e reflita: "o que será que o outro quer me dizer? Suas colocações fazem sentido para mim? Palavras podem ser interpretadas de acordo com as referências do outro, e pior, de acordo com os padrões mentais e emocionais dele. Como agir na prática?
"Não tire conclusões precipitadas, não tome atitudes intempestivas, baseadas naquilo que ouve". Não reaja antes de compreender o que o outro quis dizer"! SILENCIE!
Mudaríamos uma situação se fizéssemos uma introspecção conectados ao Eu Superior. Pensamos: Se esse é o caminho divino, e o Pai quer o melhor para nós, por que sofro com essas situações? Sofremos porque sem essa conexão, ficamos escravos de nossa personalidade. Resistimos, não aceitamos, e não compreendemos a mensagem que Deus quer nos enviar. Tentamos decifrá-las através do mental e da palavra.

Falamos muito, mas não nos comunicamos. Para uma comunicação saudável, divina, "pensamentos, sentimentos, e ações" devem estar sintonizados e integrados, primeiro dentro de nós. O ego divide e as palavras ditas através do mental egóico, limitam e truncam nossa comunicação. A alma fala através do sentimento, a personalidade através de palavras, e só conseguimos reconhecer uma verdade de acordo com o sentimento que temos em relação a elas.

E qual o maior problema do ser humano? Não saber se comunicar. A maioria dos problemas criados na vida, surgem das más comunicações com parceiros afetivos, filhos, colegas de trabalho, sociedade e formam um novelo, onde não encontramos o fio da meada. Nos perguntamos: Onde isso começou? Como vai acabar? Por que o outro não me entende? Tenho boas intenções, por que sou mal interpretada(o)? E a confusão torna-se interminável... um fala, o outro responde, cada um com sua versão, todos se sentem injustiçados. Cada um tem a sua verdade e ninguém percebe, dentro desse emaranhado, que está fora de seu centro. Ficamos mais preocupados em fazer prevalecer a nossa verdade, em provar que estamos certos, em mostrar que sofremos, menos em contribuir com um bom resultado para ambas as partes. Falta DISCERNIMENTO!... a função cerebral equilibrada, o Bom Senso. Com Discernimento, usamos razão e intuição, com harmonia para interagir com o meio externo, sem desconsiderar nossas necessidades e sentimentos.

O ser humano dá muita importância para a palavra, mas, ela só surte efeito se formos bons ouvintes. Falamos a partir do conhecimento que temos e da experiência que vivemos, e cada um de nós tem educação, crenças, padrões, e experiências diferentes, e também verdades, conceitos, definições diferentes em relação à mesma situação.
Portanto, podemos concluir que se não estivermos dispostos a "ouvir com o coração e mente abertos", as palavras não traduzirão a melhor maneira de se comunicar. Os sentimentos e as experiências que vivemos nos permitem SABER.

Só conseguimos uma comunicação verdadeira através de palavras se elas partirem do coração. E como saber de onde elas se originam, se o nosso ego interfere? Simplesmente, precisamos perceber como fica nosso coração, qual o sentimento que surge, com aquilo que falamos, ou que ouvimos. Quando a palavra sai do coração, ela flui com tanta facilidade, que o outro que está ouvindo, mesmo que não esteja entendendo, vai sentir a energia, e, no mínimo, vai parar para pensar e refletir, antes de contestar. Alguns dizem:"mas, eu falo a verdade, e o outro não entende, e isso abala meu relacionamento! Eu pergunto: que verdade? A sua? Será que o outro tem a mesma opinião? Fala a partir do coração, ou da forma como pensa?
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Reflita: se a sua escolha é ter bons relacionamentos, dê prioridade para conhecer você mesmo, reconhecer Deus dentro de si, e o resto virá como conseqüência.
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APRENDA A RELACIONAR-SE COM VOCÊ MESMO EM 1º LUGAR!
Só podemos dar aquilo que temos. Se analisarmos nossos relacionamentos a partir desta ótica, iremos perceber que falamos com o outro da forma como pensamos, através das crenças que temos e não da experiência que vivemos. Se só podemos dar aquilo que temos, também só devíamos falar sobre aquilo que experimentamos. Enquanto não aprendermos a usar a palavra com equilíbrio, a nossa comunicação mais poderosa é a experiência! Quando experimentamos e praticamos aquilo que falamos, a nossa palavra tem convicção e credibilidade. Se você atrai relacionamentos difíceis, tem sempre as mesmas dificuldades, com pessoas diferentes, em empregos diferentes, não consegue interagir com filhos, não é compreendida pela família, pelos colegas, etc.

Pare, observe e reflita: COMO ESTOU ME COMUNICANDO? A partir daí, ocorrerão grandes mudanças à sua volta, porque elas já começaram a acontecer dentro de você.
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Eduardo Januzelli

Auto-estima

Para um grande número de pessoas, o desenvolvimento de uma auto-estima sólida não vem facilmente. São, geralmente, pessoas que tiveram uma história de vida em que o incentivo às suas qualidades e a compreensão para com suas falhas e limitações, estiveram ausentes a maior parte do tempo.

Muitos pais acreditam, de fato, estar fazendo o melhor por seus filhos quando esperam deles um comportamento perfeito, isento de erros e acham que, deste modo, os estão preparando para enfrentar a competitividade do mundo e saírem vencedores, obtendo reconhecimento e destaque.

Ocorre que cada pessoa tem características únicas que precisam ser percebidas e respeitadas desde muito cedo, para que se evitem as comparações e, consequentemente, o desenvolvimento do sentimento de inadequação e inferioridade.

Acreditar que não possui qualidades suficientes para ser amado e aceito pelos outros é o pior sentimento que um ser humano pode experimentar. Esta crença, ao se tornar uma verdade, muitas vezes inconsciente, mina a auto-confiança e o impede de colocar-se diante do mundo com a certeza de quem tem algo de valioso a acrescentar.

Todos nós possuímos qualidades que podem fazer a diferença na vida de alguém, mas, antes disso, é preciso que as reconheçamos para nós e façamos a diferença em nossa própria vida.

Sem esta convicção, nos tornaremos escravos do medo e fugiremos de qualquer situação ou circunstância em que nossos talentos sejam postos a prova. Uma das manifestações mais comuns da insegurança, que atinge um grande número de pessoas, é o medo de dirigir.

Para aqueles que sofrem com esta incapacidade é como se, ao assumirem a direção de um automóvel, o mundo se tornasse um gigantesco palco no qual elas serão observados e, desaprovados, visto que não acreditam possuir o nível de qualidade que lhes será exigido.

Este sentimento- o medo do julgamento alheio - se repetirá indefinidamente, em qualquer situação em que se sintam testadas. Desfazer as crenças que minam nossa auto-estima é um trabalho árduo, que exige paciência e vontade.

Mas, aos poucos, o amor próprio acabará prevalecendo e, ainda que sejamos criticados e nem sempre aprovados pelo restante do mundo, nada será capaz de abalar nossa autoconfiança.
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Eduardo Januzelli

O Poder da Transformação.

Torna-se vencedor, feliz e próspero aquele que aprende com as adversidades e corrige sua vibração para manifestar abundância e paz.

Não existe sequer uma pessoa que não tenha uma história de vida recheada de situações difíceis, desilusões, crises, perdas e sofrimentos. Não é nada difícil entrevistar dez pessoas e todas elas apresentarem listas intermináveis de situações traumáticas.

O que transforma as pessoas é a importância que elas dão para os fatos traumáticos e os aprendizados que elas extraem de cada situação.

O vencedor, ou seja, a pessoa de sucesso, abundância e próspera já descobriu o segredo dessas conquistas, o ingrediente ideal para manifestar o que deseja. Todas as pessoas saudáveis, mesmo que de forma inconsciente, já assimilaram esse estilo de ser e pensar.

Não há como negar que o sofrimento sempre vem em reação à vibração que você está. Quando ele ocorre significa que você continua na sintonia errada.

O sofredor convicto é alguém que, mesmo sem perceber, está viciado nessa frequência de acontecimentos negativos. Por sua vez, o vencedor é aquele que, assim que observa uma manifestação negativa em sua vida, faz mudanças e ajusta o foco, porque identifica que sua conduta em algum momento foi inadequada, o que, por equívocos, acabou aproximando para sua experiência situações ruins. Ele sabe de sua responsabilidade.

Veja o sofredor: É uma vítima. O governo foi o culpado pelo seu infortúnio - o chefe não reconhece suas habilidades - a esposa não o ama como ele merece - seus vizinhos não são agradáveis como ele queria - seu corpo não é saudável como ele sonhara - a cidade que mora não é nem "de longe" parecida com a que ele gostaria.

Vemos todos os dias pessoas como essa, reclamando, questionando, pensando nos erros. Pessoas frustradas com suas vidas insistem em se questionar mentalmente:

O que eu estou fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado?
O que eu estou fazendo de errado? ...

O que está fazendo de errado?

Ainda pergunta! É isso que está fazendo de errado...

Esse autoquestionamento sem nexo. Essa dedicação intensa a tudo o que ele não quer. É isso que ele faz de errado...

Sua lição de casa deveria ser imaginar-se constantemente feliz, próspero, com a casa dos seus sonhos, na cidade desejada. Deveria mergulhar na sua visão de vida ideal. Deveria imaginar-se em um corpo saudável, em uma vida leve, próspera, abundante e feliz. Precisaria sentir essa vibração, transmutando por completo a antiga sintonia da vitimização e da lamentação. Mas não, apenas se concentra nos desgostos, e, por conseqüência, alimenta mais essas ocorrências.

É claro que o sofredor tem motivos reais, contudo, para manter esse sofrimento na sua alma, pois é uma decisão que só cabe à pessoa. Você pode estar me chamando de insensível, coração de pedra ou algo parecido. Pois não sou! E lhe afirmo: se você pensa assim, está sintonizado na mágoa, e vai atrair mais e mais situações que lhe provoque tal sentimento.

Conscientize-se definitivamente: não sou eu nem qualquer pessoa ou situação externa que lhe magoa, porque a mágoa é sua própria vibração. Assim sendo, você está atraindo situações de mágoa (ou qualquer outro sentimento) para sua vida.
O que estou querendo é justamente que você saia desse círculo vicioso, torne-se forte emocionalmente e deixe a lamentação de lado.

Sim, eu sei que você deve estar pensando: "Não é simples assim porque eu perdi minha auto-estima". Ou "perdi algo que tanto queria hoje". Ou também pode ter acontecido a maior das desgraças em sua vida, que daria o filme mais triste do ano... Sim, tudo isso é possível, tudo isso é muito doloroso! Mas eu lhe pergunto: Você quer mais sofrimento para sua vida ainda? Quer mais escassez ainda? Quer mais conflitos ainda? Quer mais relacionamentos superficiais ainda? Quer mais falta de confiança ainda? Quer mais falta de energia ainda? Quer ficar sentindo-se mais abandonado e rejeitado ainda? Quer ficar dizendo todas as desgraças da sua vida, competindo para provar que suas tristezas são maiores que as de todo o mundo?
Acho que não!

Nessa competição não há nenhum bom prêmio para o primeiro lugar. A única corrida que devemos participar nesse sentido é a de querer ser uma pessoa melhor a cada dia, através de um saudável movimento interno de querer melhorar-se a cada dia.

Liberte-se, pare de se lamentar, pare de chorar, pare de "alugar" os ouvidos alheios com suas reclamações... Pare de cansar seu anjo da guarda com tanta ingratidão... Deixe de ser cego para as verdades divinas e faça sua parte... Pare de transferir sua responsabilidade, já chega, não tem mais desculpas!

Se você quer ser triste, chateada, depressiva, que seja! Mas tenha consciência de que a responsabilidade é só sua e de mais ninguém.

Vai discordar de tudo isso? Me condenar, me criticar? Tudo bem, mas pense se você realmente quer continuar nessa e rejeitar tudo que leu, ou se quer morder o orgulho, assumir seus papéis e manifestar uma realidade de vida exemplar para todo o mundo?

Está contigo!

Da minha parte, coloco todo o meu desejo que você dê um salto de qualidade na sua vida!

Reflita.

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Eduardo Januzelli

sábado, 21 de novembro de 2009

Relacionamentos ...


Existe algum manual? Alguma fórmula secreta?



Meus avós diziam que o amor crescia com o passar do tempo, com a convivência e que era como um aprendizado; porém, após atingir uma idade em que tinha discernimento para compreender mais sobre o tema, passei por algumas experiências que contrariam as histórias contadas por eles.
No entanto... se eu fosse ter por base o relacionamento conturbado dos meus pais, desistiria até de pensar em me relacionar com alguém, pois tive uma infância prejuducada, vivendo em um ambiente de problemas sérios que hoje minha mãe e eu felizmente superamos. Aprendemos que, apesar de tudo que passamos juntos... porque as lágrimas eram quase sempre compartilhadas -é claro que muitas vezes eu chorava sem que ela percebesse, na tentativa de não deixar transparecer fraqueza, que o amor não cresce... muito pelo contrário! Descobri, sim, que o amor pode nascer de um simples olhar e até de um tímido sorriso, e que a sua principal função é a de nos dar força para superar todas as infinitas dificuldades que um relacionamento irá trazer. Já li inúmeros livros e artigos sobre como se relacionar bem, como conviver melhor, como evitar entraves, mas, sinceramente, nenhum deles me trouxe a resposta para as tantas perguntas que ainda tenho...

Uma amiga me disse, em certa ocasião, que os atritos são muitas vezes necessários a um casal, para que ambos possam lapidar suas arestas. Um outro amigo comentou que não é mais tempo de ter conflitos e que podemos, sim, viver permanentemente uma relação serena e saudável. Meus professores da faculdade de administração já diziam, sem exceção, que onde houver um ser humano sozinho, haverá a solidão e onde houver dois ou mais, será inevitável o conflito.

Não posso dizer que todos estejam certos ou errados, sinto que somos seres inteligentes, mas que, infelizmente, ainda estamos longe do verdadeiro conceito de como nos relacionar perfeitamente; acredito que não haja ainda resposta quanto ao verdadeiro significado da palavra AMOR; muitos falam da unicidade, de unidade, de amor incondicional, mas não acredito que conseguiram realmente incorporar o verdadeiro conceito ou até mesmo vivenciá-lo.

Pelas poucas experiências pessoais e muitos exemplos e relatos de amigos, o amor que cada um sente, muitas vezes não é forte o suficiente para tolerar, aceitar e perdoar os parceiros de convivência. O conflito pode ser gerado por atitudes impensadas ou até propositais pois, às vezes, muitos acabam interpretando a tentativa de acertar alguma postura de apoio de maneira adversa, e aquilo que poderia ter dado certo, pois foi fruto de carinho, é recebido com desconfiança, gerando dessa forma energia negativa.

Muitos dizem que é essencial o diálogo, mas também não vejo tanto assim sua utilidade, sendo que a interpretação é unilateral, ou seja, cada um tem a sua, como acontece em uma determinada leitura ou diálogo, onde a compreensão é única para cada ser. Por mais bem intencionados que sejamos, é complicado conseguir a comunicação perfeita, porque, em minha opinião, a dificuldade é estarmos todos na mesma sintonia. Mesmo esse artigo, para alguns não terá o resultado esperado e será quase impossível compreendê-lo em sua essência. Haverá a identificação em alguns parágrafos e outros aspectos não serão vistos da forma que eu pretendia passar.

Portanto, o relacionamento é algo além do que imaginamos conhecer; o conceito de amor é mais amplo, pois somente poucos conseguem encontrar...

É tudo bem complexo e dificulta nossos caminhos emocionais, mas faz parte de nossa evolução como seres humanos. É preciso passar por cada experiência do cotidiano, como se fosse um quebra-cabeça, porque neste dia-a-dia poderá estar a fórmula ou até mesmo o manual para um relacionamento estável, mais tolerante e duradouro.

Hoje, acredito que só o amor não basta; é preciso termos mais paciência, sabedoria e perseverança para encarar de cabeça erguida todos os obstáculos, sejam eles amorosos, familiares, profissionais e até no convívio com os amigos e vizinhos. Precisamos ultrapassar barreiras, tendo consciência de que, mais cedo ou mais tarde, iremos nos envolver com pessoas, cujos defeitos e qualidades têm que ser respeitados e sempre lembrando que ninguém é capaz de mudar ninguém. A mudança ocorrerá pelo desejo de cada um e deve ser buscada incansavelmente, pois nela encontraremos a verdadeira felicidade.

Bom final de semana a todos!!!

Eduardo Januzelli

domingo, 15 de novembro de 2009

SEGURANÇA

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Dias confusos, acontecimentos turbulentos, tudo parece nos apontar para um estado de caos no mundo. Entretanto, apesar desta aparente derrocada, a natureza continua seguindo seu curso e serenamente cumprindo seu destino.

Cada ser vivo dedicando-se a existir do modo mais simples e natural, como se nada jamais fosse mudar ao seu redor. Esta harmonia surpreendente pode ser observada sempre que nos retiramos para regiões onde a natureza se mantém intocada. Somente o homem, em sua capacidade de intervir na realidade, na maioria das vezes negativamente, se sente ameaçado.

Porém, não consegue perceber que ele próprio constitui sua maior ameaça. Enquanto não formos capazes de descobrir uma maneira de viver com naturalidade, despertando a cada dia em profunda sintonia com o Universo, continuaremos vitimas da sensação de perigo e desamparo.

Aqueles que já atingiram um grau considerável de consciência, sabem que a segurança se origina de uma fonte interior, e independe dos fatores externos. Ela brota de uma certeza de que o Universo sempre nos proverá de tudo o que necessitamos para sermos felizes.

Mas só é possível quando acreditamos plenamente na dimensão divina da existência, que se revela através de sinais, muitas vezes sutis, e perceptíveis apenas para aqueles que ampliam seus canais de percepção.

A meditação é uma forma mais eficaz de abrir estes canais e somente ela pode nos proporcionar o milagre da mudança, de um estado de adormecimento para outro em que nos mantemos vivos, alertas e conscientes, tanto dos pensamentos que povoam nossas mentes, quanto das emoções que dominam nossos corações.

Abrir-se para este novo estado de ser, ajuda-nos a ficar imunes à ação da negatividade que predomina ao redor. Por maior que seja a compaixão e a solidariedade para com aqueles que ainda vivem escravos da ilusão, não nos identificaremos mais de modo cego com este estado de ser.

Seremos capazes de caminhar entre eles, mantendo intacta a nossa luz e enxergando em cada um, o potencial divino que todos carregamos sem distinção. O milagre pode ocorrer a qualquer momento se, a cada dia, mais e mais de nós acreditarmos em sua realização.

Parar de evitar a sí mesmo ...

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Em geral, evitamos olhar de frente para os conflitos, sejam eles dentro ou fora de nós. Vamos protelando os fatos desagradáveis da vida com a "esperança" de que eles mudem com o tempo. Alguns se resolvem por si mesmos: outros, no entanto, quando vêm à tona, são verdadeiras explosões.

Tendencialmente, preferimos nos acomodar. Evitamos o confronto tanto externo como interno. No entanto, é ao admitir nossas falhas e fraquezas que começamos a cultivar uma boa estima, a confiança em nossa capacidade de refletir e de enfrentar os desafios básicos da vida. Na medida em que evitamos a nós mesmos nos tornamos vítimas passivas dos infortúnios da vida. Isto é, deixamos de contestar o que vemos e sabemos a respeito de nós mesmos. Quando recusamos a nós mesmos, perdemos a oportunidade de transformação.

Olhar de frente requer aceitação, um antídoto direto da tendência de evitar o que nos incomoda.

Aceitar nossas falhas é uma atitude que desperta o autocomprometimento. Quanto mais aceitamos o que ocorre em nosso interior, mais perto estamos de nós mesmos e assim, podemos nos tornar agentes ativos em nosso desenvolvimento interior.

Aceitar é um modo de parar de lutar contra nós mesmos e de adquirir autorespeito. Quando aceitamos nossas falhas deixamos de sentir vergonha de nós mesmos. Nos tornamos testemunhas de nosso próprio processo de sofrimento. Aqui ocorre a verdadeira mudança: uma vez que não temos mais porque evitar a consciência de nossas falhas, torna-se mais difícil deixar de admiti-las! Uma vez tão próximos de nossa verdade interna, surge o desejo autêntico de fazer algo melhor por nós mesmos.

A esta altura, o desejo de mudar não está mais sustentado pelo desconforto de ser quem somos, mas sim pela vontade de nos oferecermos melhores condições!

A partir do momento em que aceitamos nossas falhas, elas deixam de ser fardos que temos que carregar inevitavelmente. Há um novo acordo interno. A autoresponsabilidade faz com que nos sintamos dignos de nós mesmos.

Quando nos decepcionamos, sentimos raiva de nós mesmos. Nestes momentos, aceitar nossas falhas poderia parecer concordar com nosso mal estar. Mas, não é isto... aceitar nossas falhas não quer dizer dar a mão à palmatória! É, sim, um ato de autocompaixão.

A ação compassiva baseia-se principalmente em não lutar contra, mas "com". A medida em que deixamos de atuar contra nós, mas com nós mesmos, desenvolvemos a autocompaixão.

Yongey Rinpoche escreve em Alegria de Viver (Ed.Campus): "Quanto mais claramente vemos as coisas como são, mais dispostos e capazes nos tornamos de abrir nossos corações a outros seres."..." Ao aprender ver de onde a outra pessoa está vindo, qual é sua real condição, teremos menos chances de nos envolver num conflito, pois a clareza de saber distinguir as nossas limitações das limitações criadas pela outra pessoa irá nos proteger de não continuar agindo unilateralmente."

Neste sentido, ver com clareza gera energia, disposição para enfrentar o que em geral evitamos. Se aplicarmos a frase "Ao aprender ver de onde a outra pessoa está vindo" a nós mesmos, estaremos tendo uma atitude de autocompaixão. Admitir nossa real condição torna-se um modo de não gerarmos mais conflitos para nós mesmos, pois a clareza de saber distinguir as nossas limitações das limitações criadas por nosso hábito de evitar o confronto irá nos proteger de não continuar implicando com nós mesmos.

Quando passamos a acolher nossas falhas, nossa mente sossega, pois não precisamos mais escapar ou resistir. Aliás, para quem busca despertar a coragem de encarar a si mesmo, há uma frase poderosa a ser dita para antes de dormir: "Universo me revele a verdade".

Boa semana a todos que aqui me acompanham ...

Abraços

Eduardo Januzelli


terça-feira, 10 de novembro de 2009

Dar valor ao que tem valor

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Você já reparou como somos passionais com nossos assuntos? Como nos envolvemos nas coisas da nossa vida? Já reparou que quando estamos com algo em mente aquilo toma uma enorme dimensão?
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Conversando com uma pessoa sobre egoísmo, falávamos da pequena compreensão que as pessoas têm sobre o tema. A maioria pensa que ser egoísta se refere a querer as coisas só para si. Mas isto não é o único sentido do egoísmo. Egoísmo também se refere a uma pessoa autocentrada, a alguém que quer ter domínio sobre a situação, quem quer ter um controle excessivo sobre os fatos da vida e sobre as pessoas.
O egoísta está manifestando o seu ego, o seu desejo de controlar as coisas.
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Pessoas boas, amáveis, gentis podem ser muito egoístas. Você pode, sem desejar ser muito egoísta e nem saber que está sendo. Querer controlar a vida e buscar a manifestação dos seus desejos é um ato de egoísmo, mas não se desespere se está se identificando com esses escritos porque todos nós temos um ego e num tempo ou noutro vamos nos manifestar mais egoístas, mais desejosos de controlar a vida.
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Quando resolvi falar sobre egoismo: dar o devido valor às coisas e o egoísmo, o objetivo foi justamente mostrar que não é porque valorizamos algo que aquilo se transforma na coisa mais importante da nossa vida. Não é porque queremos que algo dê certo que aquilo é o centro do universo. Aliás, temos sempre que deixar um espaço para a mudança, para o inesperado, para a ação de Deus em nossa vida. Quantas vezes vi a vida seguir por um rumo inesperado e, nesse movimento diferente, encontrei realização e conforto?
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Para o nosso bem, precisamos aprender a lidar com o inesperado. Precisamos nos abrir para uma forma diferente de ver os fatos da vida. Uma pessoa autocentrada, focada em seus objetivos, pode apresentar para si mesma e para seu trabalho e objetivos, excelentes resultados, até porque no lado profissional precisamos ter foco, precisamos trabalhar para alcançar os objetivos, precisamos ser úteis, centrados, fortes, mas na vida, como um todo, precisamos nos abrir. Faz parte do desenvolvimento humano e da prática da espiritualidade perceber o valor relativo das coisas, dos nossos planos, da materialização dos nossos intentos.
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Para sermos felizes, precisamos nos abrir e dar real valor às coisas. Sugiro que sempre que a aflição e o estresse se manifestarem, deixemos um espaço para a reflexão.
Se você está como a maioria das pessoas, correndo para cumprir prazos, alcançar resultados, encontrar a felicidade no amor, encontrar um parceiro e isso não se realiza. E, justamente por esse fracasso, você se sente infeliz e triste, não se permita ficar fechado. Ao contrário, se a vida está fechada, abra-se, coloque-se no deixar fluir, faça coisas diferentes, mude o foco, ou só para variar, fique sem foco. Aceite deixar-se levar por um tempo. Aceite fazer coisas diferentes. Dê-se um tempo.
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Aceitar o aparente fracasso faz parte de uma evolução. Hoje o fracasso pode ter um grande peso para você, mas será que essa mesma situação terá o mesmo peso no próximo mês ou ano de sua vida? Será que aquilo que hoje você acha fundamental para sua felicidade agora será assim tão importante no próximo ano?
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Dar o devido valor às coisas significa sair do egoísmo. Muitas vezes em que estamos altamente centrados em nossos planos e objetivos, ainda que estes sejam nobres, amorosos e cheios de valor, deixamos de olhar para o que está a nossa volta, deixamos de ver as pessoas e seus sentimentos.
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Costumo dizer que o sofrimento muitas vezes no coloca numa postura egoísta porque focamos apenas na nossa dor, deixando de ver tudo o que está à nossa volta. O sofrimento nos encerra no egoísmo e assim fechamos por dentro a porta para o mundo e, exatamente por isso, continuamos sofrendo porque estamos presos.
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Nossa alma é linda, expansiva, livre e cheia de possibilidades!
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Por isso, dê um espaço para o novo, para as pessoas. Ainda que você esteja triste e sofrendo, não se enclausure. Respeite seus momentos de solidão e reflexão porque essa atitude é fundamental para o seu desenvolvimento, mas não se feche para a vida. É a constante mudança que pode nos curar!
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Boa semana a todos
Eduardo Januzelli

sábado, 7 de novembro de 2009

Se é fácil ...

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Se é fácil sair do centro, da serenidade, parece claro também, que é muito simples, visto que sabemos o caminho, reencontrá-lo... basta querer.
Trata-se apenas de um ato de vontade.
É bom respirar profundamente, fechar os olhos, visualizar a chama da vida acesa no peito a iluminar nosso ser e tudo em volta.
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O que fazer para permanecer em sintonia constante com esta harmonia que acolhe, ampara, conforta e protege?
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Talvez seja preciso observar mais, sentir mais.
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Focar no que é esplêndido, pedindo para ser visto, apreciado, contemplado e que está presente ao nosso redor... e ir muito além das aparências e daquilo que nos foi ensinado... olhar com os olhos puros a beleza que está na natureza, num broto que se transforma numa linda e perfumada flor, num casulo despretensioso que se torna uma perfeita e belíssima borboleta ou numa minúscula parte de nós que, num ato de amor, transforma-se numa jornada de incrível perfeição e majestade, num milagre que dá vida a um ser humano de divina linhagem...
É necessário notar a doação do universo -do qual somos cocriadores- e sua abundância infinita...
Todas as energias específicas para nossa caminhada, os elementos essenciais, estão sempre e gratuitamente disponíveis, garantindo-nos uma variedade de experiências a perder de vista, na terra, no ar, na água, no mundo impalpável dos sonhos e das outras dimensões...
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Sim, é imprescindível sentir, captar também o que é invisível aos olhos, mas que o coração consegue nos trazer de forma cada vez mais clara, em função do despertar de nossa consciência, da transformação que se deu durante a intensa caminhada por este extraordinário planeta azul.
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Abraço forte cheio de carinho a todos e um bom Final de semana.
Eduardo Januzelli

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Espelhos da vida ...

A gente passa muito tempo pela vida sem perceber como o Universo em sua perfeição infinita nos dá tudo que precisamos para crescer, de uma forma precisa.

Fugimos léguas de nos olhar nos espelhos que a vida nos oferece a cada dia porque lá no fundo sabemos que ali vamos enxergar a nós mesmos...

E, às vezes, é muito mais fácil colocar a culpa de tudo que nos acontece nos outros a ter que assumir responsabilidade sobre o que experimentamos na vida...

Mas quando temos consciência que tudo aquilo que nos acontece é, de uma forma ou de outra, responsabilidade nossa, isso nos dá a possibilidade de mudar a nossa realidade.

Quando despertamos para o fato de que os acontecimentos ao nosso redor e, as pessoas também, são espelhos para partes nossas que não conseguimos enxergar, isso faz uma diferença enorme.

A partir de então, agradecemos ao Universo quando nos deparamos com coisas que nos incomodam, porque sabemos que ali, ao invés de incômodo, existe na verdade uma chave para que a gente se conheça mais um pouco... Não podemos mudar o outro... mas, sempre podemos transformar em nós o que nos incomoda no outro e isso muda tudo ao nosso redor, inclusive "os outros".

Não adianta fugir desses espelhos que a vida nos oferece para o nosso crescimento, porque eles sempre voltam, como outras pessoas ou situações, que vão refletir exatamente algo que pede por transformação e que vai fazer com que nossa consciência se amplie mais um pouco.

Quando nos abrimos para receber todo o aprendizado que a vida nos oferece vamos nos encantar como tudo pode se tornar muito mais leve e como esse aprendizado pode ser mais divertido.

Experimente jogar com vida... um jogo de crescimento.... Deixe de lado todo julgamento e os preconceitos e desperte a cada dia sabendo que existe algo para você descobrir sobre você mesmo e que as pistas vão vir através dos reflexos do espelho fornecidos pelas outras pessoas.

Não fuja dos espelhos... não adianta, porque você só está adiando um processo de curas profundas.
Lembre-se sempre: o que você vê de errado no próximo também existe em você, somos todos Um, portanto toda cura é autocura. Na medida em que você melhora o mundo também melhora. Assuma esta responsabilidade. Ninguém mais precisa fazer este processo, só você.

Quando há situações desconfortáveis, há uma técnica muito simples e interessantíssima, pelos resultados. Você diz: "DEUS criador, pai, mãe, filho em Um... Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais ofendemos à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos, palavras, atos e ações do início da nossa criação até o presente, nós pedimos seu perdão... Deixe isto limpar, purificar, libertar, cortar todas as recordações, bloqueios, energias e vibrações negativas e transmute estas energias indesejáveis em pura luz... Assim está feito."

Você assim neutraliza a energia que você associa à determinada pessoa, lugar ou coisa. No processo, esta energia é libertada e transmutada em pura luz pela Divindade. E dentro de você o espaço vagado é preenchido pela luz da Divindade. Então, nesta prática não há culpa, não é necessário reviver sofrimento, não importa saber o porquê do problema, de quem é a culpa, sua origem.

E, pouco a pouco, esse jogo de olhar no espelho da vida vai se tornando cada vez mais claro e mais natural... e vamos nos rendendo à infinita sabedoria de Deus que sempre nos proporciona o que precisamos... na hora certa... nem mais... nem menos.
Boa semana a todos!!!
Abçs
Eduardo Januzelli