Olá queridos amigos,
Após longo tempo que perdi dados de minha conta no Blogger, estou de volta.
Em Agosto novos textos.
Grande e fraterno abraço à todos.
Eduardo Januzelli
Neste Blog será encontrado mensagens de Auto-Estima, Religiosidade, Esperança, Superação e muito mais. Boa Leitura
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quinta-feira, 28 de julho de 2016
domingo, 29 de abril de 2012
Quando a maré esta contra nós mesmos.
Não é nada fácil lidar com as frustrações, porque encarar o erro significa também que participamos disso. E parece que a primeira atitude frente a algo que saiu errado, que nos magoou, É nos colocar na posição de vítima. E ainda que qualquer história tenha dois ou mais lados, quando sentimos que perdemos, que sofremos, é muito natural nos sentirmos traídos, mal compreendidos, desprezados.
Claro que somos mais do que a dor, somos muito maiores que as perdas, e é natural a gente se deixar cair, o que não podemos é nos acostumar à postura de vítima e ficar o tempo todo em que levamos um contra nos recolhendo nessa triste realidade.
Acho, no mínimo, engraçado a atitude de aceitar tão facilmente uma derrota e reclamar do destino infeliz, porque é claro que nem tudo é como a gente quer. Mas isso não significa que em cada tombo, em cada revés do destino não tenhamos chance de mudar as atitudes e de encontrar caminhos alternativos. Podemos e devemos nos recriar, então, porque nos aprisionar na condição de inferioridade que o estado de vítima nos oferece?
Somos mais que a vítima, somos mais que o vencedor, somos humanos, normais, pessoas que às vezes acertam, em outras erram. Temos sonhos e frustrações quando apostamos em resultados que não chegam, mas perder não significa que somos ruins, fracos ou incompetentes. Significa apenas que aquele caminho não deu certo, que aquela aposta não trouxe o resultado esperado, que aquela pessoa não era o que imaginávamos, mas nós podemos e devemos continuar da experiência para frente e, de preferência, sem mágoas.
As pessoas não merecem tanto sofrimento por conta de um amor que não deu certo e, principalmente, não merecem se afundar na frustração dos planos falidos. Mas é preciso de muita luz, meditação, oração para se levantar e olhar para outra direção. Porém, de que serve a vida se não para a gente viver, abrir-se para cada momento e cada experiência?
A vida não vem pronta, nós não nascemos prontos, estamos aqui para recriar a cada dia o nosso destino. Compreendendo isso, assumi para minha vida um ditado de um sábio mestre: "aceito as mudanças com alegria porque elas vêm para o meu bem!"
E é isso que desejo a você!
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Quando nem tudo é como a gente quer...
Sempre quando as coisas me desagradam, repito essa frase para eu mesmo, porque aprendi que precisamos trabalhar em nós o contentamento. Precisamos aprender a aceitar as coisas e as pessoas como elas são, sem muitas cobranças, sem muitas expectativas, tentando manter a auto-estima quando ouvimos um não e, ao mesmo tempo, sabendo nos preservar quando é hora de ir embora.
Tudo uma questão de bom senso e de maturidade.
Hoje acho que o tempo pode, sim, correr a nosso favor, e não trocaria por nada deste mundo os meus tantos anos pelo meu tempo na juventude. Acho que cada ano que se passou trouxe uma quantidade enorme de aprendizado, de purificação espiritual e de aprimoramento.
Quando era mais jovem não sabia esperar, não sabia permitir a ação inexorável do tempo. Queria que as coisas acontecessem do meu jeito e sofri demais por conta disso. Mas achava que sofria por amor, pelas pessoas, pelo descaso de alguns, pela falta de entendimento com outros... Quando, na verdade, sofria por eu mesmo e por não compreender que de fato nem tudo é como a gente quer.
Pensando nisso, lembrei de São Francisco, ser de grande luz, que ensinou o amor e o desapego, patrono dos animais que agora também foi convocado para defender o meio ambiente... Aliás, nada mais natural para aquele que ensinou o respeito e o amor por tudo o que estava à sua volta. Ser tão iluminado que perdeu a noção do eu egoísta e assumiu o compromisso espiritual com o nosso eu generoso.
São Francisco para mim é o exemplo do contentamento, da aceitação das diferenças, da importância de dar amor, mesmo quando somos incompreendidos. Sinto que podemos tentar fazer isso, mesmo sem sermos santos... Podemos tentar começar essa tarefa de aceitação amorosa compreendendo aqueles que fazem parte do nosso círculo familiar. Mas concordo que pode ser difícil, não é amigo?
Sei que pode... Justamente porque é na família que encontramos nossos mais queridos companheiros e nossos mais complicados desafios kármicos, porém, lembrando que tudo isso acontece na energia do amor, que ora pode faltar, ora pode nos completar.
E já que nem tudo é como a gente quer, por que não abrir a visão e encontrar coisas que nos agradam, mesmo naquilo que temos que aceitar? Pois pode ser que justamente nesse mergulho para encontrar o bem, sejamos recompensados!
Imagino que não foi muito fácil São Francisco arrumar coragem para sair do seu mundinho e expandir sua luz. Penso que ele teve que ter um grande impulso para largar suas roupas, sua história, dinheiro, costumes de família e seguir a voz interior. Com certeza, ele percebeu que não poderia mais ser conivente com coisas e situações que agrediam sua fé e compaixão.
Trazendo esse exemplo para nossa vida, podemos perceber que em alguns momentos precisamos ser fortes para romper e, em outros, temos que ser ainda mais fortes para aceitar. O que não podemos é fechar os olhos para as experiências da vida quando já estamos prontos para aprender com os desafios.
Acontecerão momentos que o certo será dizer não, e outros que o correto será ter humildade para dizer sim.
Boa sorte para nós...
quinta-feira, 29 de abril de 2010
O Amor ...
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Sempre que pensamos na palavra amor, ela nos remete imediatamente a algo bom, que nos nutre e preenche interiormente de modo absoluto. Entretanto, ele tem sido também, fonte de sofrimento para a maioria das pessoas. Se o amor é algo tão belo e sublime, qual a razão de vivenciarmos tantas experiências de dor?
Certamente por que estamos presos a uma visão do amor que se dá unicamente na dimensão do ego, aquela parte de nós que se apóia na crença de que nossa segurança interior só será alcançada através do outro.
O medo da perda pelo abandono ou a rejeição é um fantasma permanentemente presente na mente dos apaixonados, ainda que eles estejam na fase da felicidade total, quando nada mais parece existir no mundo além da pessoa amada.
Mesmo nesse estágio, o medo está ali, presente, pois basta um pequeno acontecimento e, imediatamente, ele se instalará para abalar a confiança de que eles são verdadeiramente amados.
Ainda que o amor nos traga toda esta incerteza, continuamos ansiando por ele como náufragos em busca de salvação, e sonhando com o dia em que possamos vivenciá-lo sem estes sobressaltos, apenas desfrutando da paz e da bem-aventurança que nos ensinaram a esperar do amor.
Ele pode, de fato, assumir esta dimensão, mas para que isto aconteça, ou melhor, até que ela se faça presente, será necessário que nos dediquemos a transformar nossa própria realidade interior.
Somente aquele que atinge um estágio onde o amor próprio e a confiança em seu próprio valor se tornem reais, conseguirá estar com o outro vivendo uma experiência de paz e alegria, onde o medo, a posse e a cobrança jamais estarão presentes.
Conhecer profundamente a si mesmo e ter consciência das expectativas irreais que espera serem preenchidas pelo outro, é um passo fundamental neste caminho. Quanto mais preenchidos estivermos pela energia do amor -independente de qualquer objeto externo -, mais prontos estaremos para compartilhá-lo sem receio.
O medo da perda pelo abandono ou a rejeição é um fantasma permanentemente presente na mente dos apaixonados, ainda que eles estejam na fase da felicidade total, quando nada mais parece existir no mundo além da pessoa amada.
Mesmo nesse estágio, o medo está ali, presente, pois basta um pequeno acontecimento e, imediatamente, ele se instalará para abalar a confiança de que eles são verdadeiramente amados.
Ainda que o amor nos traga toda esta incerteza, continuamos ansiando por ele como náufragos em busca de salvação, e sonhando com o dia em que possamos vivenciá-lo sem estes sobressaltos, apenas desfrutando da paz e da bem-aventurança que nos ensinaram a esperar do amor.
Ele pode, de fato, assumir esta dimensão, mas para que isto aconteça, ou melhor, até que ela se faça presente, será necessário que nos dediquemos a transformar nossa própria realidade interior.
Somente aquele que atinge um estágio onde o amor próprio e a confiança em seu próprio valor se tornem reais, conseguirá estar com o outro vivendo uma experiência de paz e alegria, onde o medo, a posse e a cobrança jamais estarão presentes.
Conhecer profundamente a si mesmo e ter consciência das expectativas irreais que espera serem preenchidas pelo outro, é um passo fundamental neste caminho. Quanto mais preenchidos estivermos pela energia do amor -independente de qualquer objeto externo -, mais prontos estaremos para compartilhá-lo sem receio.
Trecho de um livro que lí:
....O amor pode ter três dimensões.
Uma é a dependência: é o que acontece à maioria das pessoas. O marido é dependente da esposa, a esposa é dependente do marido; eles exploram o outro, eles dominam o outro, eles possuem o outro, eles reduzem o outro a uma mercadoria. Em 99 por cento dos casos, é o que está acontecendo no mundo. Eis porque o amor, o qual pode abrir os portões do paraíso, somente abre portões do inferno.
A segunda possibilidade é: amor entre duas pessoas independentes. Também acontece de vez em quando. Mas o que também traz miséria, porque há constante conflito. Nenhum ajustamento é possível. Ambos estão tão independentes, e ninguém está pronto para se comprometer, se ajustar com o outro.
Poetas, artistas, pensadores, cientistas, estes vivem em um tipo de independência, de qualquer forma, na mente deles, é impossível para as pessoas viver com. Eles são pessoas excêntricas para viver com. Eles dão liberdade para o outro, mas a liberdade deles se parece mais com indiferença do que com liberdade; parece mais como se eles não se preocupassem, como se não importasse para eles.
Eles partem cada um para seus próprios espaços. Relacionamento parece ser somente superficial. Eles estão com medo de ir fundo um dentro do outro - porque eles são mais presos a sua liberdade do que ao amor, e eles não querem se comprometer.
E a terceira possibilidade é: de interdependência. Acontece muito raramente, mas uma vez que aconteça uma parte do paraíso cai sobre a terra. Duas pessoas, nem independentes nem dependentes, mas em uma tremenda sincronicidade, como se respirando um pelo outro, uma alma em dois corpos - quando acontece, o amor aconteceu. Somente chame isto de amor. Os outros dois não são realmente amor, eles são apenas arranjos - sociais, psicológicos, biológicos, mas arranjos. O terceiro é algo espiritual. - The Book of Wisdom
Beijo na alma de cada um que me acompanha.
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terça-feira, 6 de abril de 2010
Mudanças ...
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Muitos dos acontecimentos que temos presenciado nos últimos tempos têm sua origem no movimento dos planetas, os chamados trânsitos.
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Em nossa vida pessoal não é diferente. O trânsito de cada planeta, especialmente dos mais lentos, e os aspectos que se formam entre eles, atuam sobre nossa vida, influenciando a área regida pelo signo no qual encontramos mais desafiadores e podem detonar grandes transformações e lições nem sempre fáceis de serem encaradas...
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Visto que não podemos alterar o ritimo do Universo, a nós cabe encarar estes desafios e tentar fazer com que eles se constituam, acima de tudo, numa valiosa oportunidade de aprendizado e crescimento interior.
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Como tudo na vida, eles também possuem seus aspectos positivos, que precisam ser observados com atenção e valorizados na justa medida.
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O conhecimento e a consciência sobre estes fatos facilitam em muito a sua compreensão, bem como o saber que a vida não é extática, ela é mudança permanente.
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Aqueles que se preocupam em ampliar o seu autoconhecimento têm hoje à disposição muitas ferramentas preciosas, não só para conhecer melhor a si mesmos, como também para curar as suas feridas emocionais e vencer os bloqueios que ainda estão presentes.
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"Olhe, investigue, observe, veja a sua vida com novos olhos. Ninguém vai ajudar você... Então, cuidado; a responsabilidade é sua. Você deve a si mesmo observar profundamente o que está fazendo com a sua vida.
Há alguma poesia em seu coração? Se não houver, então não perca tempo. Ajude o seu coração a compor e tecer poesia. Há alguma paixão na sua vida ou não? Se não houver, então você já morreu, você já está na sua sepultura.
Saia de dentro dela! Deixe entrar algum romantismo na sua vida, algo como uma aventura. Explore! Milhões de belezas e esplendores estão esperando por você. Você continua dando voltas, nunca entrando no templo da vida. A porta é o coração.
...O sentimento é o mais próximo da intuição. Eu não espero o impossível, não digo 'seja intuitivo e pronto' - isso você não consegue fazer. Então, se você puder fazer isso - passar do pensamento ao sentimento - será o bastante. Então, do sentimento à intuição é muito fácil. Mas passar do pensamento à intuição é muito difícil. Eles não se encontram, são polaridades. O sentimento está exatamente no meio.
No sentimento, ambos se encontram e se fundem. Algo do pensamento permanece no sentimento e algo da intuição também.".
Há alguma poesia em seu coração? Se não houver, então não perca tempo. Ajude o seu coração a compor e tecer poesia. Há alguma paixão na sua vida ou não? Se não houver, então você já morreu, você já está na sua sepultura.
Saia de dentro dela! Deixe entrar algum romantismo na sua vida, algo como uma aventura. Explore! Milhões de belezas e esplendores estão esperando por você. Você continua dando voltas, nunca entrando no templo da vida. A porta é o coração.
...O sentimento é o mais próximo da intuição. Eu não espero o impossível, não digo 'seja intuitivo e pronto' - isso você não consegue fazer. Então, se você puder fazer isso - passar do pensamento ao sentimento - será o bastante. Então, do sentimento à intuição é muito fácil. Mas passar do pensamento à intuição é muito difícil. Eles não se encontram, são polaridades. O sentimento está exatamente no meio.
No sentimento, ambos se encontram e se fundem. Algo do pensamento permanece no sentimento e algo da intuição também.".
Boa semana a todos.
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