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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Confrontos da vida

Os confrontos da vida podem nos tornar pessoas mais espiritualizadas e evoluídas, basta que não nos sintamos vítimas do mundo e que tenhamos bom humor para encarar os fatos e assumir as responsabilidades pessoais em fazer as mudanças e tomar as atitudes necessárias. 

Se somos tão limitados em nossas percepções, como podemos perceber o que está por trás de tudo? Aí fica difícil... 

Os confrontos da vida são necessários para colocar em cheque tudo aquilo que você julgava ser verdade. Nesse confronto, as ilusões do ego vão ser confrontadas com a sua essência divina, daí a sua importância vital. 

Mas existem muitos riscos da pessoa se perder nessa adversidade. Você pode se vitimizar, sentir-se carente, chorar, entristecer-se, lamentar-se, reclamar e reclamar. Muito bem, esse é o caminho da autoenganação e, consequentemente, da construção das doenças. O pior de tudo é que é um caminho que lhe conecta a uma sequência de alienação e crises constantes, tudo mostrando a necessidade que você tem de fazer uma transformação interna intensa. 

Os confrontos da vida são evidentemente compreendidos como crises, problemas, azar. No entanto, é uma lógica espiritual, ou melhor, é lei da causa e efeito em ação. 
Perceba que a glória ou o fracasso são construídos e arquitetados, consciente ou inconscientemente. Se sua vida é o maior fracasso, tenha certeza que mesmo sem saber, você construiu, ergueu tijolo por tijolo dessa construção, ou melhor, esse castelo do terror que sua vida se tornou. 

Mas a glória e o sucesso são também conquistados pelo planejamento e realização de um projeto pessoal. Alguns projetos dão certo. Já outros nem tanto, porém, deixam suas lições e aprendizados. 

Quantas são as pessoas que precisam fracassar antes de vencer? Simplesmente pela necessidade de aprendizado. Então? Está aí a chave, aprender que mesmo o fracasso pode ser o instrumento da vitória. 

Uma pessoa espiritualizada aprende a ter noção desses processos e desenvolve condições de aproveitar cada movimento da vida como um instrumento de evolução, em tudo, sempre! 

Está sofrendo? Pare, pense: o que eu podia ter feito diferente? 

Aja de maneira diferente a partir de agora. Abandone as culpas e prossiga adiante. Está doente? 

Cure a sua forma de pensar e sentir. Equilibre as suas emoções definitivamente, expanda sua consciência, amplie os seus limites de uma vez por todas! 

Se você está morrendo, com os dias contados, em estado terminal, lembre-se; sua consciência não morre! Seu corpo não é a sua consciência, ele é apenas o veículo do plano físico que carrega a sua alma nessa existência. Mesmo que você só tenha 24 horas de vida nesse corpo, comece agora, mude! Isso no mínimo vai ajudar a sua consciência a elevar o máximo possível a sua alma para dimensões o tanto quanto positivas, com mais harmonia e sutileza. 

E se o mundo vai acabar daqui a alguns dias? 

Não importa... Se você tiver a consciência mais evoluída, tornando-se alguém espiritualizado, jamais vai sofrer ou se importar com isso, já que, mesmo que soubesse que todas as vidas estivessem por ser dizimadas do planeta, ainda assim, saberia que sua alma suportaria as catástrofes do plano Terra. Não importa o que aconteça, se pensar em evoluir, expandir a sua consciência, mesmo que o mundo acabe, você sabe que a sua essência divina e que seu espírito perpetuarão. Não importa o que aconteça, se for um ser espiritualizado, sempre vai estar numa boa!

Haja o que houver, busque o seu Deus interior, procure ser uma pessoa melhor, e saiba que esse processo pode acontecer de diversas formas, independente de crenças ou religiões. 

Uma consciência espiritualizada dá asas para a alma. Sem ela você se tornará pesado, denso e totalmente dependente da terceira dimensão e de todas as ilusões do ego. 

É comum a sensação de medo e insegurança para tudo. Medo de perder o emprego, de romper o relacionamento, medo da solidão, medos e medos. 

Espiritualizar-se é atingir um estado constante de busca por expansão da consciência, e isso lhe dá a certeza que não importa onde nem quando, as coisas vão dar certo! 

Se a espiritualidade é um estado de consciência que lhe sintoniza em uma frequência, e esta, pela lei da atração (ressonância) desencadeia acontecimentos na mesma vibração, portanto, conscientize-se definitivamente: 

Quanto mais espiritualizado você for, maior será a sua capacidade de ser feliz e livre! 

segunda-feira, 12 de julho de 2010

O Caminho para a PAZ de espírito.

"Lembremo-nos que o homem interior se renova sempre. A luta enriquece-o de experiência, a dor aprimora-lhe as emoções e o sacrifício tempera-lhe o caráter. O espírito encarnado sofre constantes transformações por fora, a fim de engrandecer-se por dentro". (Chico Xavier)



Como conseguir a tão almejada tranquilidade interior, cura de todos os males do corpo e da alma? Será que somente os seres privilegiados da natureza humana como os beatos, santos e gurus, conseguem atingir este estágio espiritual?

Sem dúvida, são questionamentos que fazemos há muito tempo, sempre à procura de respostas às quais teremos acesso se experenciarmos a jornada evolutiva da própria consciência.

O certo é que ignoramos o fato de que os seres humanos que atingiram o nível de paz espiritual, conseguiram-no com muito esforço, discernimento e perseverança no Bem. Conquista adquirida após muitas quedas e erguimentos no campo da moral e da ética humana.

No âmbito dos desequilíbrios, são muitas as inquietações da alma, a começar pelos sentimentos não resolvidos que nos acompanham há séculos. Perturbações de difícil solução à medida que temos dificuldades em abrir o chacra cardíaco e nos tornarmos receptivos ao contágio do amor desinteressado e profundo que encontra-se latente em nós mesmos.

Libertar-se do eu egóico, exclusivista e investir na expansão da consciência visando um melhor nível de percepção de si mesmo é desafio de quem procura a paz de espírito.

Nesse sentido, o cultivo da simplicidade - porque a natureza é simples - é a melhor forma de erradicarmos as impurezas espirituais que levamos conosco de muitas vivências. Mas ser simples é abdicar, aos poucos, do eu centralizador em detrimento de um eu expansivo que liberta-se do egoísmo e do orgulho, sinônimos de alienação e cegueira do espírito...

Nos situarmos como seres pertencentes à natureza universal e temporariamente inseridos na dimensão física em estágio evolutivo, torna-se fundamental enquanto percepção adquirida de si mesmo. Compreensão que serve como base de autoconhecimento para a conquista da paz interior.

No entanto, dificilmente conseguiremos a tranquilidade almejada, se não tivermos a percepção do momento existencial (a vida) como oportunidade de alterarmos para melhor o paradigma comportamental que nos acompanha e que tende a repetir-se com a sua carga de inquietações e medos que nos desarmonizam.

A natural benevolência, associada à simplicidade, são sinônimos de uma mente - e de um espírito - que começa o seu processo de pacificação interior, quando a sintonia pelo pensamento passa a oscilar cada vez menos, mantendo-se compatível com o nível da caminhada evolutiva.

No momento em que oscilarmos menos a nossa frequência vibratória ou até estabilizarmos essa frequência em elevados níveis de consciência, é sinal de que começamos a conquistar a paz interior.

Contudo, até chegarmos a esse patamar, passaram-se séculos e séculos de alienação da consciência. Muitos equívocos foram cometidos em nome do "amor" ou do que achavamos que fosse amor. Muitas perdas afetivas nos provocaram dor e sofrimento sem entendermos as suas razões, assim como da mesma forma provocamos em outros indivíduos de nossas relações afetivas.

Podemos até assimilarmos as Leis do Amor que encontram-se gravadas em nossa consciência, embora, paradoxalmente, não tenhamos consciência disso, muitas "infrações" foram ou serão cometidas em nome do livre arbítrio. Situações que acumulam "débitos a quitar" com as mesmas Leis, vida após vida...

A partir do momento vital que percebermos com os "olhos de ver" que a vida é mais uma oportunidade de nos (re)conciliarmos com o passado, tudo torna-se mais claro e o discernimento passa a funcionar como instrumento, que ao afastar as sombras da alienação, traz lucidez - ou luz - às nossas consciências.

Enfim, quando entendemos que ao conquistarmos o ponto de equilíbrio existencial, chamado paz de espírito, revelamos ao universo a nossa verdadeira identidade: o Eu espiritual, agente que promove a paz e o amor entre os seres vivos. E a partir desta estabilidade espiritual conseguida com muita luta interior, abnegação, perseverança no bem e aprendizados no âmbito do Amor Maior, nos tornamos, definitivamente, indivíduos de bem com a vida e a caminho de progredir ainda mais, até atingirmos níveis superiores de espiritualização, que é o real propósito de nossa existência.


Esse texto dedico a Luciana Maciel, uma pessoa muito especial para mim que mora dentro do meu coração.

Beijos na alma e boa semana a todos que me acompanham e incentivam minhas postagens, seja diretamente e ou, indiretamente.

Eduardo Januzelli