Tudo que Deus criou ... foi pensando em você!
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Quando você se aceita, tudo ao seu redor o aceita.


Caminhando pela estrada da vida e observando... Ser como você é, expressar o que sente e sentir a vida reagir a tudo isso, é sim, uma das melhores sensações que podemos ter. Isso significa liberdade, significa eliminar os padrões e máscaras que carregamos para que os outros nos aceitem. A regra é uma só e intocável: quando você se aceita, tudo ao seu redor o aceita.

É a forma como você se coloca perante as situações e pessoas. Por trás de tudo isto, estão o seu equilíbrio pessoal e o seu poder pessoal. Ter poder pessoal significa ser um ser único que reconhece seu valor e suas potencialidades e acima de tudo representa a certeza de alma que o amanhã será sempre melhor do que é o hoje.

No exato momento em que tomamos consciência que somos seres plenos e repletos de luz, percebemos que as situações que um dia fizeram parte de nossas vidas, ou ainda fazem, foram atraídas pelo padrão que estávamos naquele instante.

A responsabilidade pela escolha da dor ou do amor está em nós mesmos. Decrete para você que este não é o padrão de vida que deseja, procure o equilíbrio pessoal e modifique seu dia a dia.

As emoções são forças criadoras poderosas, são elas que nos movem rumo ao que desejamos, mesmo que de forma inconsciente.

No momento em que você se descobre e percebe o importante papel que tem neste mundo, você se encontra. Neste exato momento você passa, então, a não ser mais escolhido pelos fatos da vida e, sim, a escolher o que é melhor para si. Passa, então, a realizar o seu projeto de vida!

Sua vida não depende do que as outras pensam a seu respeito, ela depende unicamente de você. Você não precisa ser especial ou melhor que os outros, precisa ser um ser em união com o todo.

O equilíbrio de energias pode criar a eliminação de bloqueios que impedem que a sua vida ande irão lhe ajudar a identificar a origem de sua não aceitação pessoal.

Após o equilíbrio, feita a descoberta e afirmação de seu poder pessoal, você descobrirá o bem em todas as situações, quer as considere boas ou más, certas ou erradas. Perceberá que é muito mais tranquilo seguir o fluxo da vida, aceitará de coração a vida que tem hoje e, quando a aceitação acontece, a transmutação vem junto de acordo com os seus desejos internos mais verdadeiros. Isto significa também harmonia com o seu ritmo interior.

Nesse ponto de equilíbrio de vida, você passará a ter um contato direto com a mente consciente e todas as suas manifestações de vida serão motivadas e guiadas pelo princípio que há dentro de você.

O relacionamento com os outros representa um dos maiores desafios, porque é só na relação com os outros que os problemas não resolvidos, que ainda estão no subconsciente individual, são tocados e ativados. Muitas pessoas por não se aceitarem e acreditarem que o problema está sempre com os outros, afastam-se da interação com os outros, e com isso conseguem manter sempre a ilusão de que os problemas são sempre causados pelo outros.

Quanto menor for o contato com os outros, mais o sentimento de frustração e solidão se desenvolve em você.

Cuide de seu equilíbrio pessoal e se aceite pelo ser maravilhoso que é e pela enorme diferença que pode fazer na vida das pessoas.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Por que deixar para amanhã o que podemos fazer hoje?

Por que deixamos tudo para depois?

Preguiça, medo de não conseguir fazer como deveria ser feito, mau costume? O motivo talvez seja o que menos importa. Mas o fato é que, por conta dessa mania de deixar tudo para depois, muitas pessoas têm amargado uma sensação terrível de que a vida passou e elas simplesmente "perderam o bonde"!

Claro que, vez ou outra, desafiar o velho e sábio dito popular que nos cobra "por que deixar para amanhã o que podemos fazer hoje" não é sinônimo de fracasso ou catástrofe. Porém, se o seu lema já se tornou o provocante "por que fazer hoje o que podemos deixar para amanhã", cuidado! Você pode estar ocupando o lugar de seu próprio inimigo!

A vida não pára até que você se sinta pronto. Você é que terá de aproveitar o ritmo para se preparar. O tique-taque das horas pode ser uma melodia que embala você e o conduz às suas melhores ações, ou pode ser um capataz que te açoita e castiga, exigindo mais e mais sacrifícios. É você quem decide! E, sendo assim, de que forma realmente quer viver? "Empurrando com a barriga" ou "fazendo acontecer"?

Toda vez que você deixa um compromisso, uma tarefa, uma conversa ou uma decisão para depois, está adiando seu sucesso, seus resultados ou, quem sabe, até a sua tão desejada felicidade. Portanto, minha sugestão é para que, a partir de agora, você só deixe para amanhã aquilo que, se feito ou decidido hoje, puder ser ruim. Nesse caso, nada melhor do que uma noite bem dormida para chegar a uma nova conclusão e, consequentemente, uma ação mais inteligente.

Ou seja, use sempre a máxima protetora: "na dúvida, não ultrapasse". Mas não se deixe enganar: quanto antes você fizer o que precisa ser feito, mais rapidamente chegará onde deseja e mais intensa e profundamente estará vivendo cada dia da importante viagem que é sua vida!

Bom final de semana e que Deus os abençoe!!!

Obrigado por me visitar.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Frustação, você sabe lidar com ela?

A maior parte das pessoas que conheço, incluindo a mim, têm muitas frustrações. Nas conversas nas aulas, nas palestras, com os amigos, depois que começamos a tirar as nossas máscaras, surgem as frustrações. Lembro direitinho de como eu quase estraguei minha vida com as decepções da minha infância, da minha juventude, da vida que levava na época, e achava que não tinha saída, que aquilo era a coisa mais importante da minha vida, que não tinha sido como eu queria que tivesse sido e não via solução, não tinha jeito mesmo. E me magoava, sentia raiva, me fechava, meus pensamentos giravam em torno daquilo, era como se eu fosse prisioneiro da frustração. E era mesmo...

Temos uma tendência de enxergarmos mais as coisas ruins e desagradáveis da nossa vida. Por exemplo, nesse momento em que você está me lendo, tenho uma ótima notícia para lhe dar: você não é cego! Isso não é algo espetacular? E se você ouve o barulho da rua e os ruídos de dentro de sua casa, tenho uma outra notícia incrível para lhe dar: Você não é surdo! Não acha isso uma coisa fantástica? E se você está segurando esse livro com suas próprias mãos, isso significa que você tem mãos! E braços! Meu Deus, você é um abençoado. E se der vontade de comer ou beber algo, ou de fazer xixi ou cocô, e você conseguir levantar-se e chegar na cozinha ou no banheiro, significa que conseguiu esse feito com sua próprias pernas e, então, você tem pernas!

Digamos que alguém tenha uma grande frustração porque não teve um pai como queria, um pai ausente, agressivo ou sacana, um tipo assim, com aquelas características bem marcantes, que causa em seu filho uma frustração muito grande, uma dor enorme, uma mágoa muito chata, às vezes uma raiva terrível que se mistura com amor e nem sabemos mais o que estamos sentindo, enfim, um pai que age assim com a gente.

Tudo o que sentimos vem de um sentimento de frustração muito forte, porque gostaríamos de ter tido um pai muito legal, presente, carinhoso, conselheiro, um pai perfeito!

Eu mesmo fui até quase metade de minha vida bem chateado porque não tive um pai perfeito, não era como eu queria que tivesse sido, me chateava muito, me magoava, me dava raiva, muitas vezes fumei, bebi, por causa disso. Que sacanagem ter um pai assim.

Eu fui mais uma das vítimas do maior vilão que existe solto pela Terra: o nosso Ego. Não que ele seja um malvadão, um mau caráter, um bandido, um serial killer, um psicopata, não, geralmente nosso Ego é até uma boa pessoa, honesto, querido, bem intencionado, cria até muitos mecanismos de defesa para talvez nos proteger, para a gente ficar só neurótico senão a gente ficava psicótico; o nosso Ego é tudo de bom, só tem uma coisa: ele é muito infantil e, como tal, muito egoísta. Até as três primeiras letras da palavra "egoísmo" são essas: ego.

Vejamos um exemplo de frustração de uma pessoa que queria ser uma coisa na vida e não conseguiu.
- Não deu certo, porque não tentou, ou nem se esforçou, ou faltou talento suficiente e apoio, não teve dinheiro, ou a vida não permitiu; ou qualquer outra desculpa dessas que nossos Egos se especializaram em mentir para nós e fingimos acreditar. Afinal, é muito mais tranqüilizador achar-se injustiçado do que ver a verdade e perceber que, se não deu, é porque não era para dar mesmo. E no fundo de tudo aquilo, quem se sentiu ferido foi a sua vaidade. E não deu certo porque ainda não era o momento, senão a vaidade iria sobrepujar todos os limites e, inconscientemente, a vaidade não deixou, já que ela é que veio para ser curada, e aquele sucesso, ser aquilo que tanto queria e sonhava, provocaria uma exacerbação, impedindo a sua cura. A frustração visa mostrar a vaidade a ser curada; o sucesso a esconderia de si mesmo.

E do ponto de vista espiritual, o que é o sucesso? O que é querer ser algo ou alguém na sociedade? Conheço pessoas que trabalham há décadas em trabalhos burocráticos ou corriqueiros e que fumam ou bebem ou cheiram porque não gostam do que fazem, queriam ter sido outra coisa, mataram seu talento, seus pais ou a vida não lhes permitiram ser o que deveriam ter sido, e têm de sobreviver e necessitam assim de substâncias ou medicamentos antidepressivos ou ansiolíticos para agüentar a sua vida, para poderem viver com essa terrível frustração.
Nunca refletiram: quem é que pensa assim? De quem é esse raciocínio? De quem é essa frustração? Do seu Ego. O seu Ego queria ser cantor ou cantora, ator ou atriz, atleta, médico, psicólogo(a), e outras coisas... porque os Egos adoram aparecer, sobressair-se é com o Ego mesmo, um trabalho anônimo, não-saliente, não agrada nosso Ego, ele quer é brilhar!

Precisamos entender o que é a vida aqui na terra, o que é uma infância, o que são os cordões energéticos que nos ligam e nos atraem, e o que são as "ilusões dos rótulos das cascas", o que são os gatilhos e porque precisamos deles para encontrar as nossas imperfeições; o que são as armadilhas da vida terrena e porque necessitamos delas para avaliar o nosso grau espiritual, entrar em entendimento com o nosso Ego e transferir o comando para a nossa fé em Deus, orar e vigiar permanentemente, aprender a aquietar a nossa mente.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Apego

Uma das maiores fontes de angústia e infelicidade que podemos ter na vida é o apego. Quando nos tornamos dependentes de alguma situação ou de alguém para que possamos ser felizes, certamente começa o inferno.

Como é impossível controlar a realidade de modo que ela satisfaça todos os nossos desejos, é óbvio que em algum momento acabaremos por sofrer uma perda, uma rejeição ou teremos frustrada alguma expectativa.

Se nossa dependência dos fatores externos for demasiadamente grande, o sofrimento será inevitável. Entre todos os tipos de apego, certamente o mais difícil de superar é a dependência afetiva.

Esta é uma dificuldade tão disseminada, pois ela é tão destrutiva quanto a que se relaciona com vícios, como o álcool e as drogas.

A dependência afetiva tem como raiz uma baixa auto-estima e a necessidade de sentir-se amado para poder acreditar que se possui algum valor. Esta carência leva a situações humilhantes, pois faz com que a pessoa abra mão da própria identidade e faça qualquer concessão, para garantir a aceitação por parte do outro.

Para libertar-se dessa prisão é preciso, em primeiro lugar, tomar consciência de que algo de errado está acontecendo. Quando o primeiro sinal de que se precisa de ajuda surge, é importante agir, principalmente, para que o sentimento de fraqueza desapareça, visto que num grupo de terapia pode-se perceber que muitos outros seres humanos se encontram na mesma situação.

Esta descoberta traz alívio, incentivo e motivação para que se persista na busca da cura. Quanto mais o amor-próprio e a auto-valorização se fortalecerem, mais rapidamente acontecerá a transformação.

domingo, 7 de novembro de 2010

Início de um novo começo...

Começar! Como parece difícil para algumas pessoas dar o primeiro passo. Seja para fazer o que for, uma atividade física, um programa de reeducação alimentar, um relacionamento afetivo, uma reforma de casa, um curso, ou seja, tudo que envolve mudança, mesmo que saibam que será para o próprio bem, resistem com unhas e dentes como se tivessem que dar um passo rumo a algo que as fará sofrer muito. 


As desculpas e justificativas são inúmeras. Tudo passa a ser motivo de adiar para depois, para o amanhã, para segunda-feira, ou ainda desistem até antes de terem começado. Os sentimentos são dúbios; pois um lado, o racional, diz que deve fazer, que será bom; o outro lado, o emocional, faz que pense que será impossível e, diante de tal fracasso previsto, o melhor mesmo é nem começar.



Ao encontrar com um amigo que não via há tempos e vê-lo muito melhor do que da última vez, talvez o pensamento seja assim: "ele, sim, consegue; é capaz, mas eu não vou conseguir, que vergonha ter encontrado com ele justamente nesse momento em que me encontro tão infeliz, tão feio, tão incapaz, sentindo-me tão sem valor... por que eu não consigo?..." Você já deve ter se perguntado infinitas vezes por que você não consegue. Claro que você também consegue, mas talvez esteja cansado de ter que recomeçar, ou ainda, sequer sabe por onde e qual caminho trilhar. Você pode responder que já tentou tantas vezes e que não quer mais um fracasso em sua lista. Compreensível. Mas será que já não aprendeu o suficiente, não sofreu o bastante por estar tão insatisfeito consigo mesmo que agora poderá usar toda sua experiência a seu favor? 

O que está esperando acontecer para começar a fazer algo para mudar o que não te faz bem? Seja seu casamento, seu trabalho, o curso que está fazendo, o peso que está acima do que gostaria... Será que vai acontecer algo e, de repente, tudo mudará num passe de mágica? Sabemos que não. 

Ou prefere continuar triste, insatisfeito, doente? 



Muitas pessoas cometem o erro de dizer que só vão começar quando tiverem vontade. Não! Primeiro devemos começar. Alguns dizem que só vão começar a atividade física quando o tempo melhorar, ou depois que comprarem aquele tênis que tanto desejam, ou só depois de eliminar alguns quilinhos. Outros dizem que só vão terminar o relacionamento que tanto os faz sofrer depois que tiverem forças. Errado! Só nos motivamos com o que estamos fazendo depois que começamos. É preciso antes começar para então sentir a energia de ter conseguido, e não o contrário. As pessoas ficam esperando ter vontade de começar. Mas como ter vontade quando nos sentimos sem chão, sem forças, sem saber qual o melhor caminho a seguir? Adquirimos energia por uma atividade, depois que começamos. A energia é o resultado do envolvimento. O segredo é começar!



Em alguns momentos, temos que trabalhar com prioridades e saber defini-las. Quais são as suas nesse momento? Seja o que for, comece e dedique-se de corpo e alma. Se sentir que algo o impede, que está sempre se dando desculpas, deixando para amanhã, sempre protelando, justificando... pare e reflita sobre isso. O que o faz protelar sempre para depois? Você aprendeu a ser assim com alguém? Com quem? Não fazer nada lhe causa mais segurança? É melhor ficar insatisfeito a ter que enfrentar mudanças? Reflita sobre essas perguntas e pense sobre as respostas. De cada resposta, faça outras perguntas, até que esgote o assunto e entenda os motivos que o fazem agir assim. 

Se estiver sempre adiando o que precisa fazer, repense por qual motivo deve fazer. Faz por obrigação, por alguém? Ou sente-se incapaz de conseguir? Se deseja garantias sobre o resultado, esqueça, não temos garantias de nada na vida.



Pode ser que esteja sempre adiando algumas mudanças como uma forma de sentir que sempre terá algo para fazer. Mas, na verdade, está enganando a si mesmo. Lembre-se que cada vez que adia algo, aumenta mais ainda a sensação de incapacidade e incapaz nenhum ser humano o é, muito pelo contrário, a diferença está que alguns acreditam em si e outros, pelos mais diferentes motivos, duvidam que irão conseguir.



Em geral, a pessoa sente dificuldade em começar por diversos fatores:
- sente que não irá conseguir;
- acredita que não é merecedora;
- ao adiar algo, sempre terá o que fazer, ainda que não o faça;
- prefere conviver com a certeza que não irá conseguir do que correr o risco de conseguir;
- baixa auto-estima; 
- insegurança;
- não confia em sua capacidade;
- nunca foi estimulado a arriscar, ousar;
- quando criança, tudo que começava era interrompido por alguém;
- comodismo;
- medo.



Enfim, os motivos podem ser muitos, mas explore cada um deles e veja qual está mais relacionado ao que sente. Lembre-se que coragem não é ausência de medo, ter coragem é agir apesar do medo. Medo todos nós sentimos, afinal é um instinto natural de segurança, mas não podemos nos paralisar diante do medo. 



Procure ser mais flexível, mais aberto às mudanças. A rigidez é boa na pedra, não no homem, a ele cabe firmeza, o que é muito diferente. 



Ficamos motivados quando estamos fazendo as coisas e não quando apenas falamos sobre elas. 


O diferencial é a ação, agir em busca do que se deseja, sem dúvidas, sem medos, apenas com a certeza de que por fim foi capaz de... simplesmente começar! Afinal, não importa por onde você começa e, sim, como termina.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Tentei e Errei, mas não desisti de tentar ...

O blog Tentei e Errei, mas não desisti de tentar ... sempre busca passar algo importante para seus leitores que, de alguma forma, possa trazer esperança, discernimento e apoio na caminhada evolutiva, permitindo uma reflexão serena acerca de fatos concretos que muitas vezes a grande mídia reluta em publicar ou deixa em segundo plano. Graças à permanente e preciosa presença de Deus, humildemente e com respeito, compartilhamos a informação e a verdade que cada dia mais a todos libertam, permitindo atuar em nossas vidas da forma mais harmoniosa e correta, encontrando nosso rumo a partir de nosso próprio centro, daquela centelha divina que habita em nosso ser e que tudo sabe.


Abraços fraternais.

Eduardo Januzelli