Tudo que Deus criou ... foi pensando em você!
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O Poder que seu nome pode influenciar.

Na Terra, tudo tem uma designação própria que lhe dá vida e encanto. Um cãozinho, de nome Marley. Um gato que atende prontamente quando se diz Vênus. O bebezinho querido que o pai embala com seus sonhos, vira o rostinho róseo e suave quando ouve: olá, Eduardo, meu filho... Uma energia divina se distancia dos céus e riscando a atmosfera terrena penetra aquelas duas almas, entrelaçando-as por toda uma vida. E, no entanto, este mantra de amor que encanta e enleva, também pode se transformar em laços frios e dolorosos que aprisionam algumas almas por toda uma vida.

Lembre-se, essa criatura que você gerou e que foi acalentada em seu ventre, é um ser divino que você recebe para auxiliar no desenvolvimento de uma existência. Como diz Gibran, o poeta do Líbano, "nossos filhos, vem de Deus não de nós". Oferecemos a oportunidade do corpo, do espaço, da companhia, do carinho, dos fatores genéticos, mas essa criatura que está surgindo em seu Universo, é um ser divino com conquistas e buscas próprias que dizem respeito a seus sonhos e projetos.
Pode ser muito carinhoso utilizar expressões assim, zezinho, tico, tonho, mas há um componente forte, depreciativo, que pode reduzir a capacidade dele agir na vida. Os pais não têm ainda a noção exata do quanto influenciam os filhos e também pouco sabem da índole deles. Para uma pessoa um termo desse tipo pode ser carinhoso, para outro poderá tirar dele ou dela a fibra necessária para vencer os embates da vida.

E de pronto, precisamos sentirmos que estamos prontos para iniciar uma nova vida.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Resolvendo problemas com satisfação.

É um prazer resolver problemas quando os encaramos como um estímulo para a autorrealização. Afinal, a alegria diante de uma realização interior é genuína.

É como o sorriso de uma criança quando está aprendendo a andar. Quando sua mente está livre de expectativas exageradas e do medo de errar, ela pode gozar da satisfação do autodomínio. Tal satisfação inata já foi motivo de pesquisa científica. Cientistas separaram três grupos de bebês com dois meses de idade. No primeiro, os bebês ficavam com a cabeça apoiada num travesseiro que, conforme pressionavam com seu peso de suas cabeças, fazia um móbile pendurado logo acima deles se mover. No segundo grupo, o móbile se movia independente dos movimentos de suas cabeças e, no terceiro, o móbile não se movia. Não é preciso dizer que o primeiro grupo de bebês sorria e se agitava de prazer ao aprender a girar o móbile enquanto nos demais não reagiam, apenas o observavam.
No entanto, na medida em que crescemos, esta satisfação gerada pelo autodomínio será inibida devido aos inúmeros "nãos" que passamos a escutar, sem mesmo entender por que.
Gradativamente, a sensação de inadequação, culpa, vergonha e frustração irá se instalar em nossos padrões mentais. Neste sentido, aprendemos que não podemos controlar os "móbiles" como gostaríamos, mas, sim, que serão eles que irão nos controlar!
Bebês que tiverem pequenos prazeres gerados pela autonomia e independência crescem com mais facilidade para afirmar a sua pessoa. Por exemplo, comer com as próprias mãos. Quando os pais insistem em dar comida na boca das crianças, estão tirando delas o prazer e a aventura de comer.

Quando as crianças observam os adultos tendo prazer em resolver problemas, aprendem e experimentam o mesmo prazer ao tentar resolver seus próprios problemas. Se tivermos crescido num ambiente seguro e que, ao mesmo tempo, nos encorajou para seguirmos adiante com nossas iniciativas e riscos pessoais, quando adultos seremos autônomos e, ao mesmo tempo, respeitaremos nossas necessidades naturais de dependência e proteção. Mas, se tivermos sido constantemente desencorajados a explorar o mundo à nossa volta, vamos crescer crendo que somos incapazes e que agir não leva a nada. A dor de ter nossas emoções e necessidades ignoradas ou distorcidas gera uma sensação profunda de inadequação.

Aos cinco anos de idade, já desenvolvemos uma noção clara do que podemos ou não fazer. Deixamos de agir erroneamente mesmo quando estamos a sós. Se nossos pais foram extremamente controladores, teremos facilmente a sensação de culpa e vergonha quando agirmos por conta própria, à revelia de seus comandos.
Quando crescemos, este sentimento já estará tão arraigado em nós que nem sabemos mais porque o sentimos. A questão é que quando ele se torna demasiado, perdemos tanto o desejo como o prazer de exercitar a nossa própria vontade!
Para superar esse bloqueio criativo, temos que cultivar uma nova postura interior, na qual nos vemos como criadores de nosso próprio curso de vida. Desta forma, será prazeroso nos estimularmos a assumir tanto os riscos como as suas consequências.
Para recuperar a alegria de conquistar uma nova habilidade, temos que nos conscientizar, repetidas vezes, de que não somos mais reféns do controle externo como fomos um dia.
Quando nos sintonizamos com a autorresponsabilidade e o autodomínio, somos capazes de aprender a ver os problemas não como problemas, mas como oportunidades de crescimento interior.

Na verdade, precisamos ter constantemente duas atitudes internas: 1. cultivar uma mente que não tem aversão aos problemas e 2. gerar uma mente que sente prazer em resolvê-los.
Para tanto, temos que evitar exageros. Encarar os grandes problemas passo a passo é uma forma de sermos gentis com nossos limites e incertezas. Intuitivamente, sabemos que não adianta ficarmos inquietos, com raiva ou deprimidos.

Gostamos de arranjar pequenos problemas para resolver! Pois a sensação de controlá-los mantém nosso cérebro saudável e equilibrado. Enquanto uma área do cérebro registra a chance de erro e aciona outra área que nos deixa acordados e atentos, outra área analisa a situação e traça estratégias que, por sua vez, ativa o sistema de recompensa, deixando-nos motivados e animados com o desafio.
Na medida em que resgatamos o prazer de solucionar problemas, recuperamos o prazer de viver. Afinal, problemas existem e sempre existirão!

sábado, 14 de maio de 2011

Caminhos da Aprendizagem

A gente se acostuma tanto com o que um dia aprendeu como certo ou como melhor, que aquilo acaba se tornando uma verdade acima de qualquer suspeita... nem nos passa pela cabeça que possam existir outros caminhos... e outras verdades mais simples a mais diretas para o nosso objetivo...

Quando é só uma ida ao banco isso pode não parecer muito grave... só mais demorado, mas quando isso se refere as coisas que acreditamos, e onde colocamos nossa energia, isso nos afeta mais profundamente... porque nos prende e limita nossa evolução.

Quantas coisas aprendemos há tanto tempo, ou quantas coisas nos são impostas por fazerem parte das nossa origem ou da nossa cultura, das nossas crença... e vamos seguindo automaticamente sem nunca questionar porque estamos seguindo.

A vida é um fluxo constante de mudanças e se não fluímos com as mudanças, corremos o risco de ficar passando por caminhos defasados e demorados, só por não ter o cuidado ou a coragem de questionar se existem outros que satisfazem mais a nossa alma.

Na verdade, acho que devemos questionar sempre o que estamos seguindo, porque temos a mania de nos prender às coisas... de nos apegar a elas.... e muitas vezes por comodismo preferimos seguir... do que descobrir caminhos. Seguir mesmo só é bom se o nosso coração nos indica...

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Que venha 2011 - Expectativas

Você já reparou como dá trabalho pensar no que é preciso fazer para o ano novo? Sim, porque cada um de nós, logo de cara em Dezembro, começa a desenhar mentalmente um esboço do que deve ser feito, de tudo o que precisa mudar e como isso não é uma tarefa fácil, ficamos todos meio cansados ou desanimados com a trabalheira acerca da desejável mudança.

Mas, por que a vida nova tem mesmo que ter início em Janeiro? Por que não seria em qualquer outro mes?
 
A resposta é simples, pois trata-se de uma convenção cultural, algo que aprendemos desde pequenos a respeitar como verdade... porém, se tivéssemos nascido no Oriente, nossas expectativas seriam bem diferentes. Alguns podem pensar que esse raciocínio não tem nenhum valor já que estamos no Brasil e o que é importante é a nossa própria vida e a realidade que nos cerca; no entanto, acredito que é bem bacana abrir a mente e tentar expandir nossa percepção porque todas as vezes que fazemos isso, nosso mundo encontra um espaço a mais de liberdade e temos uma oportunidade maior de nos abrirmos para um outro jeito de viver. Como quase sempre, a vida pode se tornar pesada e repetitiva com a rotina diária, semanal, portanto, não há nada melhor do que pensar criativamente em outras coisas.

Acho que o que me incomoda nos planos, nos planejamentos, é a expectativa de futuro, porque imagino que outros povos qualquer também tenham seus sonhos, vontades de mudar, melhorar, afinal, o mundo é assim. Fazer planos, ter sonhos é parte do jogo da vida, e não há nada de errado nisso. O que pesa são os projetos sem ação. As idéias que não são implementadas, as mudanças que jamais saem do rol das promessas. E, infelizmente, sonhos assim facilmente se transformam em pesadelos.

sábado, 9 de outubro de 2010

Equilíbrio

Há muito já sabemos que o desequilíbrio tem origens profundas em nosso espiritualismo, mas geralmente só conseguimos perceber isto quando as doenças físicas ou relativas a alma já se encontram instaladas.

Os problemas emocionais não resolvidos acabam por criar padrões negativos em nossa mente, levando-nos ao medo, à insegurança e a uma expectativa sempre voltada para acontecimentos ruins.

O resultado disto acaba se refletindo, invariavelmente, no funcionamento de nosso corpo. Se a mente tem tal poder, podemos, de maneira consciente, tentar modificar este padrão. O primeiro passo é observar o modelo usual de pensamentos que costuma prevalecer em nós.

Só o exercício de observação permanente sobre nossa própria mente nos permitirá perceber como ela atua, e refletir sobre as razões de cada conceito negativo que cultivamos. A resposta se encontra em nosso interior e de nada adiantará procurá-la do lado de fora.

O equilíbrio emocional é resultado de uma ação consciente e não será alcançado se não nos esforçarmos diariamente na busca deste objetivo.

Quanto mais desejosos estivermos de paz e serenidade, maiores serão as chances de que possamos vivenciá-las, pois a vontade é o motor essencial para se alcançar este estado. 

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Habilidades do ser humano

Cada ser humano é único em seus talentos e habilidades e, o fato de alguns possuírem determinadas aptidões, não significa que sejam superiores.

Simplesmente eles podem ter tido mais oportunidades, estímulos, recursos para desenvolverem seus talentos, enfim, ter contado com uma série de fatores que foram determinantes para que tenham atingido tal condição.

As cobranças, muitas vezes desumanas e irreais, levam as pessoas a sofrerem para atingir metas absurdas, - que têm como único parâmetro, a obtenção de mais lucro -, vendendo-lhes a falsa ilusão de que esta conquista lhes garantirá um estado permanente de felicidade.

É preciso que nos mantenhamos alertas e conscientes, para não nos deixar contaminar por esta perigosa armadilha, que é a tentativa de nos fazer acreditar que só tem importância o que é extraordinário, super-poderoso ou mega-valioso.

Felizes daqueles que são capazes de descobrir tesouros, onde se apresentam aparentes banalidades, e que já não sonham com os louros ilusórios que a vaidade e a cobiça concedem. Estes, certamente, já tocaram a dimensão divina da existência e desfrutam a cada dia, do melhor da vida.

Bom final de semana a todos.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Qualidade de Vida

Esse mês é um mês de qualidade mutável, ou seja, de qualidade adaptável. Indica a transição entre uma estação e outra.

As lendas relacionadas ao signo são mais intimamente ligadas ao hemisfério norte, de onde tem origem a nossa astrologia ocidental.

Neste mês, são terminadas as colheitas dos grãos de trigo que chegaram à maturação no alto verão e também é preparada a colheita da uva. É muito simbólica essa colheita do pão e do vinho que servirão de alimento no longo inverno. Do mesmo modo, o pão e o vinho são simbolizados na Bíblia como o alimento da alma, corpo e sangue do Cristo!

E não é por acaso que o calendário judaico festeja no próximo mês de setembro o Novo Ano,

Segundo os cabalistas, portanto, neste mês que antecede o mês de Libra Deus iniciou o processo de criação do mundo, ou mais precisamente, Deus começou a fazer o projeto para aquilo que seria a sua Criação!

Um famoso cabalista ensina que esse processo é similar ao sonho de construção de uma casa. Em nossa idealização, queremos essa casa perfeita e em nossa mente, ela será perfeita! No momento de inspiração, quando criamos em nossa imaginação aquilo que desejamos para nossa morada, aspiramos à perfeição. 

Desejamos que tudo saia exatamente como imaginamos, nos mínimos detalhes, não é verdade?

Pensamos em tudo, no tamanho dos quartos, na porta de entrada, na cor da pintura, nas flores do jardim, etc. etc. e então procuramos o arquiteto para que ele coloque o plano num papel. Ah, mas entre o plano no papel e a construção, muita coisa poderá acontecer (e acontece)!

 O meu desejo aqui é fazer uma reflexão sobre a necessidade de nos preocupar com outra perfeição: a perfeição do Self, a perfeição do Eu Interior (como ja havia comentado em outro texto que postei em meu blog). Todos nós estamos no processo de evolução e nosso espírito, quando ele encarna num corpo físico, tem para si um projeto de perfeição.

No entanto, o projeto inicial pode encontrar dificuldades em sua realização. Essas dificuldades encontradas ao longo da vida serão interpretadas, analisadas e apontadas com criticas: nós sabemos o quanto os virginianos são críticos, sempre prontos a apontar os defeitos e as imperfeições existentes no mundo. Nada é perfeito, dirão vocês. A Criação é Perfeita, respondo eu, pois na Mente de Deus, tudo é perfeito.

Não existe outro mês mais favorável para entremos em sintonia com esse processo em busca da perfeição. Não importa em que nível estejamos, todos estamos no processo, alguns no início, outros no meio, outros ainda -poucos- no fim.

Porém, todos nós devemos e precisamos fazer o melhor possível. Precisamos buscar a perfeição sem nos deixar abater pelos percalços e dificuldades. Não devemos focalizar nossas imperfeições (e muito menos as imperfeições dos outros), nem nossas falhas, mas sim nos concentrarmos no processo de aperfeiçoamento do Self, pois fomos criados perfeitos na mente do Todo. O diamante, quando encontrado na natureza, não brilha: ele precisa ser aparado e polido, lapidado em mil facetas para poder revelar toda sua perfeição! Nós também somos como diamantes brutos e devemos nos lapidar constantemente, eliminando nossos defeitos, superando nossas imperfeições.


Boa semana a todos.

Um forte abraço.

domingo, 22 de agosto de 2010

Em Busca de Novos Caminhos

A cultura ocidental, pelo fato de ser marcantemente influenciada por valores materialistas que ditam regras de comportamento, visualiza a morte como um "fim", ou seja, existimos enquanto pessoas dotadas de inteligência, caráter, memória e um corpo físico, até o momento do desenlace final. A partir daí, na concepção materialista, tudo é possível e, ao mesmo tempo, impossível de acontecer, pois dependerá das crenças de cada pessoa em relação à morte. É o âmbito do relativismo onde tudo pode acontecer!

Na verdade, fica difícil entendermos sob o ponto de vista materialista, que inteligência, caráter e memória não se perde com a morte do corpo físico. Mas como, a pessoa desaparece e continua existindo em outra dimensão? E ainda por cima, acompanhada da memória, traços de caráter e inteligência?

O imediatismo da vida no mundo ocidental, passa-nos a idéia - e a crença - de que a existência humana é traçada por uma linha vital que passa por três pontos básicos: início (nascimento), meio (maturidade) e fim (velhice/morte). Tudo que ocorre de diferente entre esses pontos, como mortes prematuras, curas milagrosas, catástrofes e longevidade, entre outros, não é suficientemente explicado pela ciência.

Assimilar, por exemplo, que o caráter de um indivíduo o acompanha nas sucessivas reencarnações, e que a educação parental é a referência para que traços negativos de caráter se transformem em traços positivos, alterando, dessa forma, uma tendência de muitos séculos do espírito imortal, é algo muito difícil de entender para a mente que tem uma percepção linear da vida. Fica mais fácil entender - e acreditar - que a vida é "início, meio e fim", ou seja, "depois é depois, e cada um entende como quer e se vira como pode!"

"Viver a vida intensamente, aproveitando cada minuto como se fosse o último", é uma panacéia em que somos induzidos a acreditar, porque os valores de consumo que envolvem a sociedade, não podem esperar para nos vender o mais rápido possível, a sua fórmula mágica de felicidade...

Perceber que o que era na outra vida não é diferente do que ela é na vida atual, estimula à reflexão e à elaboração de um conteúdo psíquico à luz da consciência, onde o "impulso" para a mudança interior pode representar-lhe o estímulo que faltava.

Outros, percebem que no passado já foram mais "focados" no cultivo de valores espirituais, mas que se desviaram do foco devido ao surgimento de interesses egoístas no decorrer das reencarnações. É a oportunidade do resgate de valores que perderam-se no tempo...

Outros tantos, percebem que com o tempo, alguns traços negativos de caráter se transformaram em traços positivos, proporcionando-lhes, dessa forma, alívio e satisfação com o progresso espiritual.

O século vinte e um, berço do terceiro milênio, traz consigo uma nova orientação às ciências do comportamento humano: a necessidade de evoluirmos ao nível do autoconhecimento avançado, ou seja, aquele que através da investigação do inconsciente humano, contempla a regressão como forma de proporcionar ao indivíduo em tratamento, uma visão mais ampla de si mesmo e da origem dos problemas que o afligem.

Temos que sair da visão linear que explica em parte, mas não explica o todo, pois a formação do caráter de uma pessoa não se situa somente na infância de uma única vida, embora, como já frisamos, a educação dos pais, ou substitutos, seja fundamental para que o caráter altere-se negativa ou positivamente.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Tipos de Personalidades

Na verdade, nós já encarnamos com uma personalidade definida, pois trazemos de outras existências tendências e traços de personalidade negativos e positivos. Em outras palavras, já trazemos latentes de outras encarnações -em nosso perispírito (corpo mental e emocional)-, as características individuais de nosso modo de pensar, sentir e agir.


Sendo assim, os pais apenas reforçam, mantêm ou atenuam os traços de personalidade de seus filhos, tendências negativas ou positivas que trazem de vidas passadas. Cabe, portanto, aos pais, como educadores, observarem essas tendências negativas e buscarem atenuá-las ou corrigi-las.
Esclareço também nesse post, que reencarnamos nesta vida terrena por dois motivos:


1) Viemos para nos curarmos dessas tendências (maus hábitos e imperfeições), tais como: autoritarismo, arrogância, prepotência, orgulho, egoísmo, inferioridade, desvalorização, maledicência, etc...

2) Reparar erros do passado (resgate cármico), fruto de nossas imperfeições, que hoje, no atual estágio de consciência, de evolução em que nos que encontramos, consideraríamos como atos bárbaros, atrozes, mas que no passado eram vistos como naturais, normais, por conta dos valores das culturas nas quais estávamos inseridos. Ainda hoje, por exemplo, em muitas culturas tribais, matar crianças que nascem aleijados, com retardo mental ou uma outra deformidade é uma prática comum, pois elas não serão úteis e funcionais para a comunidade. Degolar e trazer a cabeça de um líder guerreiro inimigo, era visto como um feito louvável e admirável por muitos povos.


Como seres espirituais em evolução, obviamente, cometemos erros no passado por falta de esclarecimento, consciência, enfim, por ignorância da leis universais.
No entanto, do ponto de vista da evolução espiritual do ser humano, o que o impede de evoluir não é o erro em si, mas não ter consciência de estar errando e, com isso, repetir os mesmo erros em várias encarnações, inclusive na vida atual.

Quero agradecer a Deus Pai por sua infinita bondade e misericórdia; à minha mentora espiritual que me protege sempre; à minha mãe... não tenho palavras, onde sinto orgulho em ser seu filho; à uma pessoa especial, por não ter paciência necessária para entender que somos todos um.

Grande abraço fraternal. 

domingo, 8 de agosto de 2010

Medos que nos impedem de viver

Os medos muitas vezes nos paralisam e nos impedem de viver... passamos a vida com uma atitude defensiva sem nem saber ao certo do que estamos nos defendendo.
 

Quantas vezes nos deparamos com situações que, assim, do nada, nos dão um frio na barriga e tentamos fugir delas a todo custo... Não sabemos o que tem ali que nos dá um medo inexplicável...

Diante de um medo enorme por uma situação que, aparentemente, não tinha nada de ameaçadora, mas a minha primeira reação foi a de fugir e minha mente até que tentou encontrar explicações racionais que justificassem aquele medo... mas nada lógico foi encontrado como motivo...

- Sinto muito, por favor, me perdoe pelo que em mim está causando esse medo, falei mentalmente, assumindo assim 100% de responsabilidade... e a seguir fiz o pedido à Divindade... para limpar o que causara aquele medo... e transmutá-lo em pura Luz.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Sensibilidade

Sensibilidade é uma qualidade essencial para quem deseja viver a vida em toda a sua plenitude. Nascemos plugados na fonte original do ser, com nossa sensibilidade totalmente desperta.

Mas, na medida em que crescemos e a mente começa a assumir o comando, vamos perdendo aos poucos a capacidade de nos relacionarmos com a vida de modo total, espontâneo e natural.

As armaduras corporais que criamos como defesa para não exprimir nosso lado sensível -aquele que o mundo nos faz acreditar ser sinônimo de fragilidade-, e os jogos do ego, embotam nossa capacidade de expressar todo o potencial de sensibilidade que existe em nós.

Fazer o caminho de volta e retornar à nossa essência, exige uma virada em nosso padrão usual de reação ao mundo. A percepção plena de nossos sentidos só pode ser resgatada se nos mantivermos conscientes desse processo e estivermos dispostos a manter sempre em alta nossa capacidade de nos extasiarmos com os mais simples acontecimentos da vida.

A sensibilidade é um atributo essencial daquele que está totalmente vivo, não porque respire ou porque seu coração bata de modo ritmado todos os dias, mas porque é alguém que se mantém conectado permanentemente com a dimensão divina que habita em si. Este sentimento de união com o Todo é o que nos traz de modo incondicional a percepção da beleza, da harmonia e da paz que existe em tudo o que há.

"Por que nos reprimimos voluntariamente a nós mesmos e adotamos mecanismos de defesa incapacitantes?

Para sobreviver. A criança é indefesa, ela não sobrevive por si própria.

...A criança é tão frágil que não pode existir por conta própria. Você pode explorar isso. Você pode forçar a criança a aprender o que você quiser. Foi o que Skinner fez no seu laboratório. Ele ensinou pombos a jogar pingue-pongue, o truque foi o mesmo: recompensa e punição.

Se eles jogassem eram recompensados, se não jogassem, se ficassem relutantes, eles eram punidos. Quando eles faziam um movimento correto, eram recompensados com comida; se fizessem movimentos errados, recebiam eletro-choque. Até os pombos começaram a aprender como jogar pingue-pongue.

...Mas você faz isso, muito inconscientemente, porque isso foi feito com você; esta é a única forma que você aprendeu de ensinar e educar as crianças. Isso é o que você chama "educar". O fato é que desta forma você está destruindo, levando a criança a uma existência pobre, ao invés de educá-la para uma forma de existência elevada. Tudo se resume a técnicas e truques skinianos e por causa disso, começamos voluntariamente a nos reprimir e adotar mecanismos de defesa incapacitantes.

A criança não sabe o que é certo ou errado. Nós a ensinamos. Nós ensinamos de acordo com a nossa mente. A mesma coisa pode ser correta no Tibet e errada na Índia; a mesma coisa pode ser certa na sua casa e errada na casa do seu vizinho.

Mas você força a criança a fazer o que é certo para você. "Isto é certo, você tem que fazê-lo". A criança é aprovada quando ela faz o que você diz que é correto e desaprovada se ela não o faz. Quando ela lhe obedece, você fica feliz e dá carinho para ela; quando ela não lhe obedece, você fica com raiva e a tortura, bate nela, a deixa com fome, não dá o seu amor a ela.

Naturalmente a criança começa a entender que sua sobrevivência está em risco. Se ela escuta a mãe e o pai, então, está tudo bem; se não, eles irão matá-la. Então, o que pode a criança fazer? Como ela pode se afirmar contra estas pessoas tão poderosas? Eles assombram de longe. Eles são enormes, muito grandes, muito poderosos e podem fazer tudo.

Quando chega o momento em que a criança tem poder, ela já estará condicionada. O condicionamento está tão profundo nela, que ela não precisa mais do pai nem da mãe para persegui-la. O condicionamento interno, o que eles chamam de consciência, irá torturá-la.

Lembre-se que a consciência em si tem que ser maior do que aquela consciência adquirida. Esta última tem que desaparecer completamente e a própria consciência tem que estar viva. Esta consciência é a lei, deixe que ela seja sua lei. Então, o que quer que você sinta, é a sua vida. Você tem que decidir. Não é a vida de mais ninguém; ninguém mais tem o direito de decidir.

Eu não estou falando que você vai acertar sempre, algumas vezes você fará errado. Isto faz parte da sua liberdade, do seu crescimento. Muitas vezes você pode se perder, mas isto está perfeitamente bem. Perder-se é o caminho de ir de volta para casa. A pessoa que nunca se perde, nunca volta para casa, ela já está morta. A pessoa que nunca faz nada errado, nunca desfruta fazer alguma coisa certa. Ela é apenas uma escrava. Uma escravidão mental está criada.

Por que nos reprimimos voluntariamente a nós mesmos e adotamos mecanismos de defesa incapacitantes? -

Pense nisso.

Abraços

sábado, 22 de maio de 2010

Você sempre será Você

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Faz tempo que deixei de responsabilizar as pessoas próximas de mim por minha ausência de conquistas e também pela "impossibilidade" de dar sequência naquilo que eu gostaria de fazer.

Faz tempo que não busco "proteções" para o meu caminho, como se eu fosse um deficiente mental que precisa de bengalas para poder pensar e agir. Isso é demagogia de religião.
 
Faz tempo que a minha vida não é mais consequência de seres super poderosos que dominam minhas conquistas.
Faz um tempinho que eu DESCOBRI QUE EU SOU EU. Afinal, EU decido o que vou fazer e NINGUÉM ME IMPEDE DE ASSIM SER.

Isso posto, ninguém, mas ninguém mesmo, pode ser mais forte que a minha DETERMINAÇÃO. Ninguém no Universo -eu escrevi Universo mesmo-, tem mais poder do que eu na forma humana sobre as minhas atitudes e, principalmente, decisões. Isso faz parte do meu aprendizado, do seu aprendizado e daquele de qualquer ser humano: Decidir para aprender como acertar.
 
Nós só aprendemos fazendo. Jamais só lendo, só adquirindo conhecimento ou, principalmente, seguindo os outros. Não importa se em estágio humano ou não.
 
Posso até não lograr êxito em minha caminhada, mas aí entram outras variáveis, como a forma e a energia com as quais aplico o meu conhecimento.
 
Não se trata de desculpa antecipada sobre o fracasso, mas sim, da maneira como atuo com a minha energia. Se ela estiver desbalanceada, prevalece a energia que predomina neste desequilíbrio.
 
Portanto, minha Auto-Estima é problema EXCLUSIVAMENTE MEU e da forma como decido e implemento os meus problemas.

TODO SER DEPRESSIVO JÁ NÃO TOMA ATITUDES. Os problemas que a cercam a venceram. Sinônimo de depressivo é AUTO-ESTIMA BAIXA. Como causa de Auto-Estima baixa temos seres que NÃO DECIDEM A SEU FAVOR.
 
Pronto, criamos assim um círculo vicioso cujo efeito todos nós já conhecemos. 

Uma vida é um presente, pois é assim que chamamos o momento atual. Se ele é um presente, deve ter um forte significado, que não é somente o de acumular riqueza e sucesso.
 
Nossa vida presente é apenas UM ESTÁGIO que estamos atravessando. Passaremos por cada signo zodiacal; a cada um deles estaremos seguindo em frente, pois cada signo reúne características que precisamos estudar, assimilar e SUPERAR.

Você sempre será Você. 

sábado, 15 de maio de 2010

Atitude não tem valor sem Consciência.

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Queridos Amigos e Amigas,

Esta é a frase do dia. Algo que nos faça refletir sobre nosso comportamento quando se trata de cuidar da Alma, do nosso indispensável crescimento como seres espirituais que somos, com poder imenso e com uma delineada missão de vida. 

Vamos dividir em três grupos.

1- Muitos de nós já sabem de cor o roteiro a ser trilhado, já leram, participaram, entenderam e concordam com tudo que deveria ser feito; infelizmente são poucos, muito poucos. Normalmente vivem em plenitude, sob qualquer condição.
2- Outros ainda estão em dúvida, sentem cansaço, desanimo; sabem que é preciso mudar, que não dá mais para serem assim, aceitando as coisas do jeito que são, mas a preguiça e a duvida são atrozes e geralmente acabam ficando em cima do muro.
3- O ultimo grupo compreende uma massa enorme que não quer saber de nada, não está engajada com nada que possa proporcionar uma renovação de valores, um novo modelo de comportamento que esteja em sintonia com a Verdade, a Unidade, o Amor Incondicional. Algo que possa inclusive garantir uma verdadeira qualidade e vida. 

Essas pessoas, que certamente não estão lendo esta postagem, estão ajudando (sem saber) com seu suor, sua energia, sua inconsciência, a manter inalterada esta situação de materialismo desenfreado, massificação e dependência externa que nossa sociedade manifesta. Recursos enormes são desperdiçados em projetos inúteis, em lances que somente satisfazem a vaidade, a ambição, a cobiça - ou a carência e a solidão - que o modelo atual por fim de fato promove.
 
A essência, tudo que alimenta a Alma e a verdadeira realização, são quase sempre ignoradas quando não desprezadas. Têm-se vergonha de tocar no assunto espiritualidade, de parecer diferente, de estar fora de moda, de fugir do que a grande maioria aceita, endossa e aprova.

Cadê a Alma, gente! Cadê a confiança em escutar nossa voz interior, nossa intuição, nossa parte divina! Temos dificuldades de aceitar que somos filhos de Deus?! Filhos amados, seres de Luz, co-criadores do Universo!? Não sou pessimista, muito pelo contrario! Mas me pergunto: onde estão as pessoas despertas, que vão até o fim, que buscam firmemente soluções de mudança, que sabem onde gastar sua energia, seus recursos, o fruto do seu trabalho.
 
Estão fazendo algo no seu dia-a-dia para - dentro deste sistema viciado - ajudar quem realmente deve ser amparado? Pois quem realmente merece e está precisando, é boicotado, é abandonado à sua sorte, como se tudo fosse providenciado e assumido por terceiras pessoas... Não existem terceiras pessoas. 

Cada um de nós é responsável pela sustentação da Luz, para manter o Farol aceso sempre; dia e noite!

Abçs e bom final de semana

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Ser alguém para ter alguém

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Caros amigos que aqui me acompanham, 

Diante do fato de buscarmos um foco em nossa vida, é por meio desta mensagem que gostaria de compartilhar a todos que de certa forma passa ou passou por uma turbulência em algum tipo de relacionamento, seja ele pessoal ou profissional. Por esse fato estou postando esse texto de Maria Isabel Carapinha que é radiestesista e trabalha também com Feng Shui.



Por muitas vezes sentimos uma solidão imensa, uma enorme vontade de ter alguém ao nosso lado, alguém que compartilhe cada momento do nosso dia, alguém para dividir as alegrias, as conquistas, os sucessos, os desalentos e fracassos.
Colocamos nesse alguém toda nossa expectativa! Quando realmente eu encontrar essa pessoa tudo será diferente!

O que esquecemos ao longo desta busca é que temos que ser alguém por completo, alguém curado, que aprendeu com a vida, que aja de forma madura, para então ter alguém de fato e nunca transferir para o outro nossos problemas internos.
O amor exige um imenso trabalho conosco mesmos e, por incrível que pareça, também uma luta contra o nosso eu pessoal.
 
A plenitude de um amor saudável é a fusão de duas vidas em uma única direção, numa coligação de desejos, sentimentos e de destino.

Uma das coisas mais importantes quando amamos alguém é desenvolver a compreensão. Esta compreensão é adquirida pela observação constante com o coração aberto; nesse momento não há espaço para críticas.

Os relacionamentos começam dentro de nossa mente, então, o que dizer de alguém que possui crenças errôneas arraigadas... do tipo: "todo homem não presta"? Por sintonia energética, ela encontrará homens que condizem com o que foi projetado. Se a pessoa que está predisposta a amar novamente não se curar de algo muito dolorosa vivido, ela viverá novamente uma energia semelhante, por isso que o amor começa dentro de você! A expressão de sua totalidade é um dos fundamentos do amor. Amar não é se anular para fazer o outro feliz.

O espaço de convivência entre duas pessoas deve ser tal que os dois possam buscar alternativas juntos, à medida que dificuldades surgirem e aprenderem a viver tudo com muito amor. - ressalta Maria Isabel - Em virtude de experiências vividas ao longo de nossas vidas, que nos trouxeram experiências de rejeição, adquirimos uma forma de pensar que sempre faz com que o outro seja o senhor da situação, ou seja, o outro pode nos fazer felizes ou nos fazer sofrer. Um destaque importante a ser colocado, é o seguinte: o outro é o que é, pela sua história de vida... e não porque está com você.
 
Uma crença errônea é que o outro será nosso apoio sempre, nos fará felizes em cada momento e resolverá nossos problemas, sejam eles espirituais, financeiros, emocionais ou de saúde.

Amar dá certo para quem não depende do amor do outro. Se os dois passam por um momento de dificuldade, que tal contar com outra pessoa nesse momento? Como uma amiga... Ela lhe ouvirá! Quando somos ouvidos, nos sentimos importantes e nossa auto-estima e poder pessoal se reestruturam e as soluções aparecem. Então, este outro pode ser alguém que você escolha naquele momento, e não alguém que se encontre em situação similar. Somente pessoas inteiras e conscientes podem criar um relacionamento inteiro.

O ciúme é um sentimento que demonstra inferioridade, nos sentimos menos que o outro... portanto, queremos diminuí-lo e manipulá-lo a fim de tornar o outro igual a nós, mas... Por que nesse momento não aproveitar a oportunidade para crescer e se tornar igual ao outro?
A confiança é a sustentação de qualquer relação de amor e precisa ser recíproca. Nossos segredos mais íntimos, nossos medos, nossas dúvidas, nossas inseguranças e fraquezas, nossos desejos e fantasias, sempre estão guardados no mais íntimo de nosso ser e confiar em alguém significa permitir que este alguém nos descubra por inteiro.
 



terça-feira, 20 de abril de 2010

Um dos Principais Aprendizados da Vida: APEGOS

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Apegos são fontes inevitáveis de sofrimento. Quanto mais nos apegamos às situações, objetos, pessoas, mais vulneráveis nos tornamos.

Visto que a essência da vida é a impermanência, desejar a posse eterna de tudo a que nos afeiçoamos, é uma ilusão. Entretanto, poucos de nós estão preparados para viver uma existência sem apegos.

As experiências de perda nos lembram, de modo doloroso, o quanto precisamos aprender a aceitar esta realidade. Aceitar significa, antes de tudo, não resistir às perdas, quando elas acontecem.

Criar uma resistência interior só faz prolongar ainda mais a dor e a angústia que sentimos. Quanto mais rapidamente aprendermos a dominar a arte da aceitação, mais seremos capazes de nos manter imunes ao medo da rejeição, da escassez, da solidão.

Embora seja este um dos principais aprendizados da vida, ninguém nos ensina a cultivar esta atitude. Ao contrário, somos treinados não para compartilhar, mas, sim, para depender do outro, como se nossa própria individualidade fosse algo sem valor.

Reaprender a liberdade e a não se manter preso a condições para poder estar feliz é o caminho mais sensato para que nos libertemos de uma vez da prisão dos apegos.

Boa semana a todos!!!

Beijo na alma.

sábado, 20 de março de 2010

Desencontro ...

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  • Por que tenho medo de sofrer se me entregar num relacionamento amoroso?
  • Por que só atraio pessoas ciumentas e possessivas?
  • Por que não consigo me desvincular, não ato e nem desato dessa mulher, embora saiba que esse relacionamento não vai me levar a lugar algum?
  • Por que os meus relacionamentos amorosos sempre são complicados, conturbados, de muitos conflitos?
  • Por que não consigo constituir uma família?
  • Por que os meus relacionamentos amorosos não dão certo, não consigo me firmar com ninguém?

São as queixas mais freqüentes que ouço. São pessoas comuns que vão bem em todas as áreas de suas vidas, mas na esfera amorosa... Portanto, é grande o número de pessoas que estão em constante busca - sem êxito - de sua felicidade amorosa.
Em vista disso, homens e mulheres levam uma vida cheia de limitações, frustrações e angústias, por conta do insucesso amoroso.
 
Na maioria das vezes, o encontro entre um homem e uma mulher não é algo fortuito, ocasional, mas um reencontro. 
Todo relacionamento cármico costuma ser recheado de conflitos - muitas vezes de idas e vindas, ou seja, de encontros e desencontros - e, por mais que o casal tente sair desse relacionamento, não consegue, em razão da ambivalência afetiva (amor e ódio) que se criou.