Tudo que Deus criou ... foi pensando em você!
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O Poder que seu nome pode influenciar.

Na Terra, tudo tem uma designação própria que lhe dá vida e encanto. Um cãozinho, de nome Marley. Um gato que atende prontamente quando se diz Vênus. O bebezinho querido que o pai embala com seus sonhos, vira o rostinho róseo e suave quando ouve: olá, Eduardo, meu filho... Uma energia divina se distancia dos céus e riscando a atmosfera terrena penetra aquelas duas almas, entrelaçando-as por toda uma vida. E, no entanto, este mantra de amor que encanta e enleva, também pode se transformar em laços frios e dolorosos que aprisionam algumas almas por toda uma vida.

Lembre-se, essa criatura que você gerou e que foi acalentada em seu ventre, é um ser divino que você recebe para auxiliar no desenvolvimento de uma existência. Como diz Gibran, o poeta do Líbano, "nossos filhos, vem de Deus não de nós". Oferecemos a oportunidade do corpo, do espaço, da companhia, do carinho, dos fatores genéticos, mas essa criatura que está surgindo em seu Universo, é um ser divino com conquistas e buscas próprias que dizem respeito a seus sonhos e projetos.
Pode ser muito carinhoso utilizar expressões assim, zezinho, tico, tonho, mas há um componente forte, depreciativo, que pode reduzir a capacidade dele agir na vida. Os pais não têm ainda a noção exata do quanto influenciam os filhos e também pouco sabem da índole deles. Para uma pessoa um termo desse tipo pode ser carinhoso, para outro poderá tirar dele ou dela a fibra necessária para vencer os embates da vida.

E de pronto, precisamos sentirmos que estamos prontos para iniciar uma nova vida.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Nunca é tarde para aproveitar as Oportunidades...

Nesses caminhos pela busca de evolução, pelo autoconhecimento... tem tempos em que... trabalhamos, trabalhamos... e parece que nada acontece... e tem outros tempos onde a transformação é muito visível...


A nossa mudança diante das coisas é muito perceptível... e as coisas a serem trabalhadas e liberadas se manifestam em grande quantidade.... É como se tivéssemos terminado um ciclo e nos preparássemos para o início de outro... e nesse intervalo... um pouco antes do final e um pouco depois do início... existe muito movimento...


E parece que, pelo momento que estamos passando, as coisas agora vão ficar cada vez mais movimentadas... e é hora de arregaçar as mangas e aproveitar as oportunidades...

E sempre que existe um final... existe um novo início... e esse tempo é muito rico e em termos de possibilidades de liberação do velho e de acessar o novo.


Cada um na sua história pessoal também pode sentir essas oportunidades de mudança, efervescendo... e nos puxando para a evolução...



E tudo que não condiz com a vibração do novo tempo... pede por transformação...

Parece que antes andávamos por uma estradinha de uma pequena cidade do interior, quase sem movimento... e, agora, transitamos em rodovias super movimentadas de grandes cidades...

E por que não aceitar o nosso momento e aproveitar toda a riqueza que ele nos oferece?



Tudo que nos chega... é porque damos conta... e é melhor olhar de frente e trabalhar naquilo para liberar o que for preciso do que jogar mais uma vez para debaixo do tapete...


Acho que do jeito que as coisas vão, não vai ter nem mais tapete para escondermos nosso lado sombra... Tudo vai se revelar, de uma forma ou de outra...


Por que não cooperar com esse processo e agradecer pela oportunidade de estarmos aqui em uma época tão especial? 

Estar vivenciando nessa época é um presente e... se soubermos aproveitar, vamos finalmente colher todas as coisas boas...


Por mais movimentado que esteja esse processo de transformação, com tantas coisas vindo à tona... sempre podemos escolher passar por isso, como se ainda estivéssemos passando por aquela pequena e tranqüila estradinha do interior... podemos passar por tudo sem nos deixar levar pelo que estamos passando.

Para isso é só buscar o centro... acessar aquele espaço de silêncio e tranqüilidade que está dentro de cada um de nós... sempre disponível... onde nada nos afeta.

Sei que às vezes não é fácil... quando alguma memória vem à tona e nos movimenta tanto, parece que aquilo é tão real que sentimos até nos ossos... porque quando essas memórias vêm e nos levam a reagir movidos por elas, parece que quem reage é aquela parte em nos que passou pelo que originou o medo... revivemos tão nitidamente a experiência que nem nos reconhecemos ali...

Nessa hora, antes de nos deixarmos levar pelo medo... ou melhor, pela memória dele... podemos sempre nos afastar e de uma distância mais confortável e lembrarmos que o que está nos movendo é só uma ilusão e não algo real que nos ameace realmente... e a partir daí, buscar o centro...

Existem muitas técnicas disponíveis para isso. A respiração, meditação... músicas... enfim... cada um tem uma sintonia com algo que o leva para você mesmo, porque é o que temos, sem resistir e buscando ver que onde vemos obstáculos sempre existem oportunidades...

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Como mudar a nossa vida

Com tantas oportunidades, tantas distrações, tantas pessoas, por que nos deixamos levar pelas decepções? Por que simplesmente não seguimos em frente olhando outras coisas, nos relacionando com outras pessoas, enfim, por que simplesmente não viramos a página da tristeza, da mágoa?

Coisas se repetem na nossa vida quando ainda não aprendemos a reagir de modo diferente aos fatos que nos perturbam. Se observarmos, sempre são coisas meio parecidas que nos tiram do sério. Pode ser que você se altere com a grosseria das pessoas. Pode ser que você se sinta desrespeitado ou desvalorizado por seu parceiro ou na sua vida profissional; pode ser ainda, que isso tenha acontecido desde a sua infância por conta de uma criação cheia de repressão. Já percebi que quando a pessoa reclama muito do que está recebendo do mundo, normalmente, está carregando esse peso há várias vidas. O que significa que vimos reeditando o tipo de família que não valoriza os filhos, o tipo de trabalho sem sucesso.

O que precisa ser feito? Ativar a auto-estima, ter mais amor, paciência...

Com certeza, não somos responsáveis pela vida das pessoas, nem muito menos por suas escolhas, mas certamente ativamos respostas no outro.

Você já percebeu que quando abrimos um sorriso, ou simplesmente ouvimos o outro com paciência, sem querer impor nossas idéias, a situação pode se dissolver?

Sei que você, amigo (a) leitor, pode estar achando muito simples tudo isso que estou colocando nesse artigo, e que na vida real as coisas são infinitamente mais complicadas. Concordo com você, mas seja qual for o nível de dificuldade que você enfrenta, em algum momento, você precisa olhar de fora sua situação para poder abrir a mente e dar início a uma mudança. Se você acredita que tudo é difícil mesmo, que sua família ou o amor é mesmo complicado, que seu emprego só serve para ganhar dinheiro, você está dizendo que jamais conseguirá virar a página. Você está fazendo o seu decreto...

Abrir-se não é fácil. E cada caso é um caso diferente, com nuances e soluções diversas. Mas cada um de nós precisa pensar no que pode fazer para a vida ser melhor, para ser mais feliz.

Dica:
Como me ensinaram, não podemos esperar que a vida traga felicidade para abrirmos um sorriso, precisamos semear a felicidade dentro de nós para fazê-la brotar no mundo à nossa volta. Boa sorte para você!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

O Caminho para a PAZ de espírito.

"Lembremo-nos que o homem interior se renova sempre. A luta enriquece-o de experiência, a dor aprimora-lhe as emoções e o sacrifício tempera-lhe o caráter. O espírito encarnado sofre constantes transformações por fora, a fim de engrandecer-se por dentro". (Chico Xavier)



Como conseguir a tão almejada tranquilidade interior, cura de todos os males do corpo e da alma? Será que somente os seres privilegiados da natureza humana como os beatos, santos e gurus, conseguem atingir este estágio espiritual?

Sem dúvida, são questionamentos que fazemos há muito tempo, sempre à procura de respostas às quais teremos acesso se experenciarmos a jornada evolutiva da própria consciência.

O certo é que ignoramos o fato de que os seres humanos que atingiram o nível de paz espiritual, conseguiram-no com muito esforço, discernimento e perseverança no Bem. Conquista adquirida após muitas quedas e erguimentos no campo da moral e da ética humana.

No âmbito dos desequilíbrios, são muitas as inquietações da alma, a começar pelos sentimentos não resolvidos que nos acompanham há séculos. Perturbações de difícil solução à medida que temos dificuldades em abrir o chacra cardíaco e nos tornarmos receptivos ao contágio do amor desinteressado e profundo que encontra-se latente em nós mesmos.

Libertar-se do eu egóico, exclusivista e investir na expansão da consciência visando um melhor nível de percepção de si mesmo é desafio de quem procura a paz de espírito.

Nesse sentido, o cultivo da simplicidade - porque a natureza é simples - é a melhor forma de erradicarmos as impurezas espirituais que levamos conosco de muitas vivências. Mas ser simples é abdicar, aos poucos, do eu centralizador em detrimento de um eu expansivo que liberta-se do egoísmo e do orgulho, sinônimos de alienação e cegueira do espírito...

Nos situarmos como seres pertencentes à natureza universal e temporariamente inseridos na dimensão física em estágio evolutivo, torna-se fundamental enquanto percepção adquirida de si mesmo. Compreensão que serve como base de autoconhecimento para a conquista da paz interior.

No entanto, dificilmente conseguiremos a tranquilidade almejada, se não tivermos a percepção do momento existencial (a vida) como oportunidade de alterarmos para melhor o paradigma comportamental que nos acompanha e que tende a repetir-se com a sua carga de inquietações e medos que nos desarmonizam.

A natural benevolência, associada à simplicidade, são sinônimos de uma mente - e de um espírito - que começa o seu processo de pacificação interior, quando a sintonia pelo pensamento passa a oscilar cada vez menos, mantendo-se compatível com o nível da caminhada evolutiva.

No momento em que oscilarmos menos a nossa frequência vibratória ou até estabilizarmos essa frequência em elevados níveis de consciência, é sinal de que começamos a conquistar a paz interior.

Contudo, até chegarmos a esse patamar, passaram-se séculos e séculos de alienação da consciência. Muitos equívocos foram cometidos em nome do "amor" ou do que achavamos que fosse amor. Muitas perdas afetivas nos provocaram dor e sofrimento sem entendermos as suas razões, assim como da mesma forma provocamos em outros indivíduos de nossas relações afetivas.

Podemos até assimilarmos as Leis do Amor que encontram-se gravadas em nossa consciência, embora, paradoxalmente, não tenhamos consciência disso, muitas "infrações" foram ou serão cometidas em nome do livre arbítrio. Situações que acumulam "débitos a quitar" com as mesmas Leis, vida após vida...

A partir do momento vital que percebermos com os "olhos de ver" que a vida é mais uma oportunidade de nos (re)conciliarmos com o passado, tudo torna-se mais claro e o discernimento passa a funcionar como instrumento, que ao afastar as sombras da alienação, traz lucidez - ou luz - às nossas consciências.

Enfim, quando entendemos que ao conquistarmos o ponto de equilíbrio existencial, chamado paz de espírito, revelamos ao universo a nossa verdadeira identidade: o Eu espiritual, agente que promove a paz e o amor entre os seres vivos. E a partir desta estabilidade espiritual conseguida com muita luta interior, abnegação, perseverança no bem e aprendizados no âmbito do Amor Maior, nos tornamos, definitivamente, indivíduos de bem com a vida e a caminho de progredir ainda mais, até atingirmos níveis superiores de espiritualização, que é o real propósito de nossa existência.


Esse texto dedico a Luciana Maciel, uma pessoa muito especial para mim que mora dentro do meu coração.

Beijos na alma e boa semana a todos que me acompanham e incentivam minhas postagens, seja diretamente e ou, indiretamente.

Eduardo Januzelli  

terça-feira, 6 de abril de 2010

Mudanças ...

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Muitos dos acontecimentos que temos presenciado nos últimos tempos têm sua origem no movimento dos planetas, os chamados trânsitos. 
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Em nossa vida pessoal não é diferente. O trânsito de cada planeta, especialmente dos mais lentos, e os aspectos que se formam entre eles, atuam sobre nossa vida, influenciando a área regida pelo signo no qual encontramos mais desafiadores e podem detonar grandes transformações e lições nem sempre fáceis de serem encaradas...
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Visto que não podemos alterar o ritimo do Universo, a nós cabe encarar estes desafios e tentar fazer com que eles se constituam, acima de tudo, numa valiosa oportunidade de aprendizado e crescimento interior.
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Como tudo na vida, eles também possuem seus aspectos positivos, que precisam ser observados com atenção e valorizados na justa medida.
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O conhecimento e a consciência sobre estes fatos facilitam em muito a sua compreensão, bem como o saber que a vida não é extática, ela é mudança permanente.
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Aqueles que se preocupam em ampliar o seu autoconhecimento têm hoje à disposição muitas ferramentas preciosas, não só para conhecer melhor a si mesmos, como também para curar as suas feridas emocionais e vencer os bloqueios que ainda estão presentes.
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"Olhe, investigue, observe, veja a sua vida com novos olhos. Ninguém vai ajudar você... Então, cuidado; a responsabilidade é sua. Você deve a si mesmo observar profundamente o que está fazendo com a sua vida.

Há alguma poesia em seu coração? Se não houver, então não perca tempo. Ajude o seu coração a compor e tecer poesia. Há alguma paixão na sua vida ou não? Se não houver, então você já morreu, você já está na sua sepultura.

Saia de dentro dela! Deixe entrar algum romantismo na sua vida, algo como uma aventura. Explore! Milhões de belezas e esplendores estão esperando por você. Você continua dando voltas, nunca entrando no templo da vida. A porta é o coração.

...O sentimento é o mais próximo da intuição. Eu não espero o impossível, não digo 'seja intuitivo e pronto' - isso você não consegue fazer. Então, se você puder fazer isso - passar do pensamento ao sentimento - será o bastante. Então, do sentimento à intuição é muito fácil. Mas passar do pensamento à intuição é muito difícil. Eles não se encontram, são polaridades. O sentimento está exatamente no meio.

No sentimento, ambos se encontram e se fundem. Algo do pensamento permanece no sentimento e algo da intuição também.".

Boa semana a todos.