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domingo, 26 de setembro de 2010

A Difícil Arte de Ser Justo

O dito popular informa "que o bom julgador por si julga o outro". Verdade que se encontra inserida no profundo significado desta frase, que revela o quanto projetamos no outrem aquilo que temos em nós mesmos ainda não resolvido.
 
Na atualidade, os discursos políticos estão "recheados" de críticas, desde as mais sutis às mais destrutivas. A contundência verbal tem sido a marca da disputa pelo poder. Os comentários e avaliações maliciosas - a maledicência - os dardos venenosos lançados em direção às suas vítimas.
 
Pessoas que se consideram detentoras da verdade absoluta, julgam sem conhecimento de causa. Outras lavam as mãos como Pôncio Pilatos, calando-se diante das injustiças. Poucos percebem que a crítica destrutiva, o comentário maldoso e o julgamento irresponsável são geradores de injustiça, que por si só, é a essência do mal que reside em nós mesmos.
 
É mais fácil tecer um comentário malicioso ou denegrir a imagem do próximo, do que fazer um elogio sincero ou praticar caridade fazendo "o bem sem olhar a quem...".
 
É mais fácil fazer fuxico alimentado pela energia da inveja que corrói, do que dar um acolhedor e fraterno abraço, alimentado pelo amor que constrói.
 
"Não julgueis para não serdes julgado", é o alerta crístico a todos os seres inteligentes dotados de excepcional capacidade de expansão consciencial. Capacidade que subestimamos por nos encontrarmos, muitas vezes, nos papéis de vítimas ou de julgadores, ainda influenciados pela energia de vidas passadas. E esse envolvimento na energia dos sentimentos de injustiça ou de prepotência, paralisa por tempo indeterminado o fluir de nossa inerente capacidade de evolução espiritual.
 
"Lavar as mãos" ou "julgar sumariamente", são gestos que se repetem entre os homens desde tempos imemoriais, quando a luta pela sobrevivência ou a disputa pelo poder, gerou a "cultura da injustiça" baseada na lei do mais forte, onde as estratégias de conquista eram planejadas a ferro, sangue e fogo.
 
A cultura da injustiça, sutilmente disseminada na sociedade contemporânea, perdeu a sua força e truculência dos velhos tempos das sangrentas disputas pela "verdade" religiosa e pelo poder. Porém, não perdeu a violência praticada através da ação disfarçada ou da palavra que fere.
 
A trajetória do homem é repleta de fatos ou situações em que a mentira preponderou sobre a verdade. Contudo, somos o que fomos, e essa é a nossa verdade.
 
Portanto, a partir dessa verdade histórica, libertar-se de hábitos culturais retrógrados associado à violência implícita ou explícita, é um dos principais desafios do homem do terceiro milênio. Muitas vezes, lavamos as mãos no ato simbólico da indiferença. Outras tantas, representamos como vítimas ou algozes. É chegado o momento de praticarmos o aprendizado dessas experiências passadas, buscando uma nova visão entre o ter e o ser de nossa existência, e entre o mal e o bem como parâmetro de uma mudança interior focada no despertar de potencialidades adormecidas.
 
A sabedoria de um velho provérbio Ute, talvez simbolize o que precisamos abdicar do individual em benefício do coletivo, ou seja, a difícil arte de ser simples e justo: "Não ande atrás de mim, talvez eu não saiba liderar. Não ande na minha frente, talvez eu não queira segui-lo. Ande ao meu lado para que possamos caminhar juntos".

quarta-feira, 30 de junho de 2010

O momento é agora!!!

Chega um momento que marca claramente a vida de todos nós, o ponto em que nós decidimos viver na Verdade... e quando percebemos que isso pode ser bem mais simples do que a forma pela qual vivemos até então, essa decisão move montanhas e recebemos toda ajuda do Universo.

Esse ponto pode ser marcado por mudanças drásticas de caminho, por decisões que vão aparentemente contra toda racionalidade... mas se a alma chama e temos coragem para seguir, vamos ver que não estamos sozinhos... e que o Deus nos acena lá do fim do túnel com uma luz nunca antes imaginada...

Se não estamos satisfeitos, por que temos que nos adaptar?



Fomos feitos para usufruir da felicidade em todos os níveis.... mas nos fizeram acreditar que não era assim.

Acostumamo-nos tanto na adaptação a coisas e situações onde não podíamos ser quem realmente somos... onde não podíamos manifestar nossa verdade mais profunda... e a humanidade foi levada a se esquecer da sua força... do poder de sua verdade.

Fomos tão invalidados, em tantas e tantas vidas, que até nos esquecemos de quem somos e do nosso propósito... no entanto, chega uma hora em que a gente percebe que pode viver na verdade sem sermos dominados por memórias...


O momento é Agora...




Quanta autoridade fora de nós nos guiou por caminhos que não eram os nossos... e como já fomos seguidores de tantas coisas... por medo... por falta de opção, por acreditarmos mesmo que o poder estava fora... controlados por memórias do passado...

O que estamos esperando para assumir nosso poder pessoal... o que estamos esperando para ouvir a voz da nossa alma.... do nosso coração?



Quantas vozes fora de nós vamos validar ainda antes de dar ouvidos à única voz que vem de dentro e que nos guia pelos caminhos mais preciosos... porque nos levam a nós mesmos...

Quando a alma chama com uma força tão grande só nos resta largar tudo.... silenciar e escutar esse chamado.

O mais natural é ser o que somos em essência... não existe coisa mais simples do que fluir com a nossa verdadeira natureza... não requer esforço... nem planos da mente... nem preparativos... nem barganhas... e muito menos nada que não seja Verdade...



É só deixar limpo o canal da conexão com Deus e seguir o fluxo.

Como um rio de águas cristalinas, que flui em harmonia com toda a natureza, nós também podemos fluir com leveza e Amor... mas é preciso coragem de deixar ir tudo que impede a passagem da luz... tudo que ainda nos faz crer que não somos merecedores de viver o paraíso na terra.



Essa decisão vem lá do fundo da alma... silenciosa... profunda... mas tem a força imensa de todos os ventos que trazem as boas novas...