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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Apego

Uma das maiores fontes de angústia e infelicidade que podemos ter na vida é o apego. Quando nos tornamos dependentes de alguma situação ou de alguém para que possamos ser felizes, certamente começa o inferno.

Como é impossível controlar a realidade de modo que ela satisfaça todos os nossos desejos, é óbvio que em algum momento acabaremos por sofrer uma perda, uma rejeição ou teremos frustrada alguma expectativa.

Se nossa dependência dos fatores externos for demasiadamente grande, o sofrimento será inevitável. Entre todos os tipos de apego, certamente o mais difícil de superar é a dependência afetiva.

Esta é uma dificuldade tão disseminada, pois ela é tão destrutiva quanto a que se relaciona com vícios, como o álcool e as drogas.

A dependência afetiva tem como raiz uma baixa auto-estima e a necessidade de sentir-se amado para poder acreditar que se possui algum valor. Esta carência leva a situações humilhantes, pois faz com que a pessoa abra mão da própria identidade e faça qualquer concessão, para garantir a aceitação por parte do outro.

Para libertar-se dessa prisão é preciso, em primeiro lugar, tomar consciência de que algo de errado está acontecendo. Quando o primeiro sinal de que se precisa de ajuda surge, é importante agir, principalmente, para que o sentimento de fraqueza desapareça, visto que num grupo de terapia pode-se perceber que muitos outros seres humanos se encontram na mesma situação.

Esta descoberta traz alívio, incentivo e motivação para que se persista na busca da cura. Quanto mais o amor-próprio e a auto-valorização se fortalecerem, mais rapidamente acontecerá a transformação.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O Confronto de uma valoração com a liberdade para lhe determinar diferença, semelhança ou relação.

Uma das maiores fontes de sofrimento para o ser humano é sentir-se sem valor, inferior, inadequado. E isto acontece sempre que ele se compara a alguém que considera mais talentoso, mais bonito, mais seguro, ou qualquer outro atributo que se queira avaliar.
 
Para compensar seu sentimento de inferioridade, algumas pessoas passam, então, a criticar os outros, enxergando neles os defeitos que não suportam ver em si mesmos.

A única maneira de nos libertarmos deste círculo vicioso de sofrimento, é aceitar que todos, sem exceção, possuem talentos e limitações, o que os torna únicos à sua maneira.

Os que possuem uma baixa auto-estima, só conseguem enxergar em si mesmos defeitos e nenhuma qualidade. Mas é preciso entender que isto é um condicionamento, algo que lhes foi imposto, que resultou do julgamento que eles receberam do mundo exterior, e que não corresponde à realidade.

Ser capaz de descobrir suas virtudes e qualidades é a chave para que a libertação aconteça. Não existe meio mais eficaz de se chegar a esta resposta do que aprender a observar os próprios sentimentos e emoções com toda a isenção, sem levar em conta as opiniões e julgamentos alheios.







domingo, 7 de novembro de 2010

Início de um novo começo...

Começar! Como parece difícil para algumas pessoas dar o primeiro passo. Seja para fazer o que for, uma atividade física, um programa de reeducação alimentar, um relacionamento afetivo, uma reforma de casa, um curso, ou seja, tudo que envolve mudança, mesmo que saibam que será para o próprio bem, resistem com unhas e dentes como se tivessem que dar um passo rumo a algo que as fará sofrer muito. 


As desculpas e justificativas são inúmeras. Tudo passa a ser motivo de adiar para depois, para o amanhã, para segunda-feira, ou ainda desistem até antes de terem começado. Os sentimentos são dúbios; pois um lado, o racional, diz que deve fazer, que será bom; o outro lado, o emocional, faz que pense que será impossível e, diante de tal fracasso previsto, o melhor mesmo é nem começar.



Ao encontrar com um amigo que não via há tempos e vê-lo muito melhor do que da última vez, talvez o pensamento seja assim: "ele, sim, consegue; é capaz, mas eu não vou conseguir, que vergonha ter encontrado com ele justamente nesse momento em que me encontro tão infeliz, tão feio, tão incapaz, sentindo-me tão sem valor... por que eu não consigo?..." Você já deve ter se perguntado infinitas vezes por que você não consegue. Claro que você também consegue, mas talvez esteja cansado de ter que recomeçar, ou ainda, sequer sabe por onde e qual caminho trilhar. Você pode responder que já tentou tantas vezes e que não quer mais um fracasso em sua lista. Compreensível. Mas será que já não aprendeu o suficiente, não sofreu o bastante por estar tão insatisfeito consigo mesmo que agora poderá usar toda sua experiência a seu favor? 

O que está esperando acontecer para começar a fazer algo para mudar o que não te faz bem? Seja seu casamento, seu trabalho, o curso que está fazendo, o peso que está acima do que gostaria... Será que vai acontecer algo e, de repente, tudo mudará num passe de mágica? Sabemos que não. 

Ou prefere continuar triste, insatisfeito, doente? 



Muitas pessoas cometem o erro de dizer que só vão começar quando tiverem vontade. Não! Primeiro devemos começar. Alguns dizem que só vão começar a atividade física quando o tempo melhorar, ou depois que comprarem aquele tênis que tanto desejam, ou só depois de eliminar alguns quilinhos. Outros dizem que só vão terminar o relacionamento que tanto os faz sofrer depois que tiverem forças. Errado! Só nos motivamos com o que estamos fazendo depois que começamos. É preciso antes começar para então sentir a energia de ter conseguido, e não o contrário. As pessoas ficam esperando ter vontade de começar. Mas como ter vontade quando nos sentimos sem chão, sem forças, sem saber qual o melhor caminho a seguir? Adquirimos energia por uma atividade, depois que começamos. A energia é o resultado do envolvimento. O segredo é começar!



Em alguns momentos, temos que trabalhar com prioridades e saber defini-las. Quais são as suas nesse momento? Seja o que for, comece e dedique-se de corpo e alma. Se sentir que algo o impede, que está sempre se dando desculpas, deixando para amanhã, sempre protelando, justificando... pare e reflita sobre isso. O que o faz protelar sempre para depois? Você aprendeu a ser assim com alguém? Com quem? Não fazer nada lhe causa mais segurança? É melhor ficar insatisfeito a ter que enfrentar mudanças? Reflita sobre essas perguntas e pense sobre as respostas. De cada resposta, faça outras perguntas, até que esgote o assunto e entenda os motivos que o fazem agir assim. 

Se estiver sempre adiando o que precisa fazer, repense por qual motivo deve fazer. Faz por obrigação, por alguém? Ou sente-se incapaz de conseguir? Se deseja garantias sobre o resultado, esqueça, não temos garantias de nada na vida.



Pode ser que esteja sempre adiando algumas mudanças como uma forma de sentir que sempre terá algo para fazer. Mas, na verdade, está enganando a si mesmo. Lembre-se que cada vez que adia algo, aumenta mais ainda a sensação de incapacidade e incapaz nenhum ser humano o é, muito pelo contrário, a diferença está que alguns acreditam em si e outros, pelos mais diferentes motivos, duvidam que irão conseguir.



Em geral, a pessoa sente dificuldade em começar por diversos fatores:
- sente que não irá conseguir;
- acredita que não é merecedora;
- ao adiar algo, sempre terá o que fazer, ainda que não o faça;
- prefere conviver com a certeza que não irá conseguir do que correr o risco de conseguir;
- baixa auto-estima; 
- insegurança;
- não confia em sua capacidade;
- nunca foi estimulado a arriscar, ousar;
- quando criança, tudo que começava era interrompido por alguém;
- comodismo;
- medo.



Enfim, os motivos podem ser muitos, mas explore cada um deles e veja qual está mais relacionado ao que sente. Lembre-se que coragem não é ausência de medo, ter coragem é agir apesar do medo. Medo todos nós sentimos, afinal é um instinto natural de segurança, mas não podemos nos paralisar diante do medo. 



Procure ser mais flexível, mais aberto às mudanças. A rigidez é boa na pedra, não no homem, a ele cabe firmeza, o que é muito diferente. 



Ficamos motivados quando estamos fazendo as coisas e não quando apenas falamos sobre elas. 


O diferencial é a ação, agir em busca do que se deseja, sem dúvidas, sem medos, apenas com a certeza de que por fim foi capaz de... simplesmente começar! Afinal, não importa por onde você começa e, sim, como termina.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Nunca é tarde para aproveitar as Oportunidades...

Nesses caminhos pela busca de evolução, pelo autoconhecimento... tem tempos em que... trabalhamos, trabalhamos... e parece que nada acontece... e tem outros tempos onde a transformação é muito visível...


A nossa mudança diante das coisas é muito perceptível... e as coisas a serem trabalhadas e liberadas se manifestam em grande quantidade.... É como se tivéssemos terminado um ciclo e nos preparássemos para o início de outro... e nesse intervalo... um pouco antes do final e um pouco depois do início... existe muito movimento...


E parece que, pelo momento que estamos passando, as coisas agora vão ficar cada vez mais movimentadas... e é hora de arregaçar as mangas e aproveitar as oportunidades...

E sempre que existe um final... existe um novo início... e esse tempo é muito rico e em termos de possibilidades de liberação do velho e de acessar o novo.


Cada um na sua história pessoal também pode sentir essas oportunidades de mudança, efervescendo... e nos puxando para a evolução...



E tudo que não condiz com a vibração do novo tempo... pede por transformação...

Parece que antes andávamos por uma estradinha de uma pequena cidade do interior, quase sem movimento... e, agora, transitamos em rodovias super movimentadas de grandes cidades...

E por que não aceitar o nosso momento e aproveitar toda a riqueza que ele nos oferece?



Tudo que nos chega... é porque damos conta... e é melhor olhar de frente e trabalhar naquilo para liberar o que for preciso do que jogar mais uma vez para debaixo do tapete...


Acho que do jeito que as coisas vão, não vai ter nem mais tapete para escondermos nosso lado sombra... Tudo vai se revelar, de uma forma ou de outra...


Por que não cooperar com esse processo e agradecer pela oportunidade de estarmos aqui em uma época tão especial? 

Estar vivenciando nessa época é um presente e... se soubermos aproveitar, vamos finalmente colher todas as coisas boas...


Por mais movimentado que esteja esse processo de transformação, com tantas coisas vindo à tona... sempre podemos escolher passar por isso, como se ainda estivéssemos passando por aquela pequena e tranqüila estradinha do interior... podemos passar por tudo sem nos deixar levar pelo que estamos passando.

Para isso é só buscar o centro... acessar aquele espaço de silêncio e tranqüilidade que está dentro de cada um de nós... sempre disponível... onde nada nos afeta.

Sei que às vezes não é fácil... quando alguma memória vem à tona e nos movimenta tanto, parece que aquilo é tão real que sentimos até nos ossos... porque quando essas memórias vêm e nos levam a reagir movidos por elas, parece que quem reage é aquela parte em nos que passou pelo que originou o medo... revivemos tão nitidamente a experiência que nem nos reconhecemos ali...

Nessa hora, antes de nos deixarmos levar pelo medo... ou melhor, pela memória dele... podemos sempre nos afastar e de uma distância mais confortável e lembrarmos que o que está nos movendo é só uma ilusão e não algo real que nos ameace realmente... e a partir daí, buscar o centro...

Existem muitas técnicas disponíveis para isso. A respiração, meditação... músicas... enfim... cada um tem uma sintonia com algo que o leva para você mesmo, porque é o que temos, sem resistir e buscando ver que onde vemos obstáculos sempre existem oportunidades...

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Tentei e Errei, mas não desisti de tentar ...

O blog Tentei e Errei, mas não desisti de tentar ... sempre busca passar algo importante para seus leitores que, de alguma forma, possa trazer esperança, discernimento e apoio na caminhada evolutiva, permitindo uma reflexão serena acerca de fatos concretos que muitas vezes a grande mídia reluta em publicar ou deixa em segundo plano. Graças à permanente e preciosa presença de Deus, humildemente e com respeito, compartilhamos a informação e a verdade que cada dia mais a todos libertam, permitindo atuar em nossas vidas da forma mais harmoniosa e correta, encontrando nosso rumo a partir de nosso próprio centro, daquela centelha divina que habita em nosso ser e que tudo sabe.


Abraços fraternais.

Eduardo Januzelli 

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

O amor sem contra-indicações!

O olhar para dentro do ser humano ultrapassa a barreira do tempo. Não somos peças dispersas do tabuleiro universal, sem identidade, história ou importância no contexto da vida. Somos seres dos extremos, ou nos damos exagerada importância, ou nos consideramos seres perdidos no labirinto da existência. O segredo está no meio-termo, caminho do meio ou equilíbrio de forças: nos situarmos no cosmos enquanto seres inteligentes dotados de fantástica capacidade de evolução a partir da expansão de consciência.

O atual nível médio de consciência humana impede o ser inteligente de superar os seus bloqueios psíquicos relacionados à área das emoções. Cativo do próprio passado, o ser alterna entre altos e baixos como o prisioneiro, que pela janela de sua cela, vislumbra a liberdade sem condições imediatas de usufruí-la.

O olhar intervidas, portanto, surge como uma necessidade de compreendermos porque o homem sofre e vem sofrendo há milênios de males incuráveis relacionados à saúde, que são as doenças. E olhar interdimensionalmente a existência humana, sobre o planeta Terra, requer sentir-se livre de amarras que nos prendem ao convencionalismo materialista que observa o indivíduo como "produto" de uma única infância.

Temos uma vaga noção sobre o amor. Para nós, amor está relacionado ao sexo, e amar possui uma relação inconsciente com a nossa demanda afetiva ainda presa às necessidades narcísicas, ou seja, desejamos mais amor do que podemos oferecer...

Não entendemos, por exemplo, que amor é uma energia onipresente, livre e independente de nossas neuroses afetivas, mas que encontra-se à nossa disposição sempre que dela precisarmos nos momentos de aflição.

O amor não tem contra-indicações, no entanto, preferimos olhar-nos como subprodutos do meio e tratar nossos males como se não tivéssemos alma. A percepção de nossa densidade energética relacionada à dimensão física, limita a percepção suprasensorial conectada à essencia do que somos. Acabamos nos conformando em ser o que não somos devido à falta de visão mais apurada do que verdadeiramente somos.

O olhar interdimensional sobre o ser humano observa o amor como mecanismo de cura de todos os seus males. Mas não curas milagrosas e, sim, o autoconhecimento como forma de expandir a consciência até chegarmos a um nível mais profundo do significado do amor em nossas vidas.

A ignorância sobre o amor tem levado gerações e gerações de humanos a repetir os mesmos equívocos na educação e na saúde. Pela falta de uma visão - ou olhar - intervidas, construimos uma cultura alicerçada no "aqui-agora" da existência, onde o nível de percepção acompanha o homem em sua luta pela sobrevivência baseada na competitividade, ou seja, na "lei do mais forte" que nos acompanha desde tempos imemoriais.

Na verdade, carregamos conosco um medo atávico do profundo significado do amor, porque, inconscientemente, "sabemos" que tudo que atribuímos ao "desconhecido" exige-nos uma compreensão daquilo que representam as nossas limitações associadas às experiências terrenas. E nessa orientação é preferível repetir o ciclo de nossas limitações do que aprofundarmos o conhecimento sobre o amor.

Absortos aos reflexos de nossa realidade imediata, a dimensão da matéria, não percebemos que somos consequência de erros e acertos de uma história multi-milenar, onde o amor entrou e passou por nossas vidas sem entendermos o seu "recado".

O olhar intervidas resgata do histórico de muitas vidas do espírito imortal, a verdade de cada um em relação ao estado de coisas que representa a sua existência, revelando, de forma transparente, o que ele precisa transformar em si mesmo na relação com o outrem e com o mundo.

O amor, que não tem contra-indicações, invariavelmente, é o remédio para todos os males da alma e do corpo, desde sentimentos não resolvidos que nos desarmonizam e geram doenças, revolta ou atitudes desesperadas, até situações em que na busca de um sentido para a vida, recorremos a Deus.

A vida tem sentido, sim, a começar pela responsabilidade assumida consigo próprio e com tudo aquilo que diz respeito à nossa realidade circundante, que podemos contribuir para transformar se estivermos focados na direção do bem e do amor fraternal. Esse é o desafio de todos, mas, principalmente, de quem tem responsabilidades sobre o outro que é o caso dos pais, educadores, terapeutas, médicos, religiosos, governantes e cientistas em geral. Dessa forma, estaremos conectados como seres que se valorizam por compreenderem que o amor em nossas vidas possui um amplo significado: saúde e felicidade.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Como mudar a nossa vida

Com tantas oportunidades, tantas distrações, tantas pessoas, por que nos deixamos levar pelas decepções? Por que simplesmente não seguimos em frente olhando outras coisas, nos relacionando com outras pessoas, enfim, por que simplesmente não viramos a página da tristeza, da mágoa?

Coisas se repetem na nossa vida quando ainda não aprendemos a reagir de modo diferente aos fatos que nos perturbam. Se observarmos, sempre são coisas meio parecidas que nos tiram do sério. Pode ser que você se altere com a grosseria das pessoas. Pode ser que você se sinta desrespeitado ou desvalorizado por seu parceiro ou na sua vida profissional; pode ser ainda, que isso tenha acontecido desde a sua infância por conta de uma criação cheia de repressão. Já percebi que quando a pessoa reclama muito do que está recebendo do mundo, normalmente, está carregando esse peso há várias vidas. O que significa que vimos reeditando o tipo de família que não valoriza os filhos, o tipo de trabalho sem sucesso.

O que precisa ser feito? Ativar a auto-estima, ter mais amor, paciência...

Com certeza, não somos responsáveis pela vida das pessoas, nem muito menos por suas escolhas, mas certamente ativamos respostas no outro.

Você já percebeu que quando abrimos um sorriso, ou simplesmente ouvimos o outro com paciência, sem querer impor nossas idéias, a situação pode se dissolver?

Sei que você, amigo (a) leitor, pode estar achando muito simples tudo isso que estou colocando nesse artigo, e que na vida real as coisas são infinitamente mais complicadas. Concordo com você, mas seja qual for o nível de dificuldade que você enfrenta, em algum momento, você precisa olhar de fora sua situação para poder abrir a mente e dar início a uma mudança. Se você acredita que tudo é difícil mesmo, que sua família ou o amor é mesmo complicado, que seu emprego só serve para ganhar dinheiro, você está dizendo que jamais conseguirá virar a página. Você está fazendo o seu decreto...

Abrir-se não é fácil. E cada caso é um caso diferente, com nuances e soluções diversas. Mas cada um de nós precisa pensar no que pode fazer para a vida ser melhor, para ser mais feliz.

Dica:
Como me ensinaram, não podemos esperar que a vida traga felicidade para abrirmos um sorriso, precisamos semear a felicidade dentro de nós para fazê-la brotar no mundo à nossa volta. Boa sorte para você!

domingo, 29 de agosto de 2010

Mudar o rumo e sua vida....

Sempre explico que as coisas se repetem na nossa vida quando ainda não aprendemos a reagir de modo diferente aos fatos que nos perturbam.

Se observarmos, sempre são coisas meio parecidas que nos tiram do sério. Pode ser que você se altere com a grosseria das pessoas. Pode ser que você se sinta desrespeitado ou desvalorizado por seu parceiro ou na sua vida profissional; pode ser ainda, que isso tenha acontecido desde a sua infância por conta de uma criação cheia de repressão.

Já percebi que quando a pessoa reclama muito do que está recebendo do mundo, normalmente, está carregando esse peso há várias vidas. O que significa que vivemos reeditando o tipo de família que não valoriza os filhos, o tipo de trabalho sem sucesso.

O que precisa ser feito?
Ativar a auto-estima, ter mais amor, paciência...

Nesses casos, é bem comum aparecer em Vidas Passadas, vidas de guerreiro ou de guerreira associado. Normalmente, quem está revivendo este arquétipo precisa da luta, precisa se sentir lutando por alguma coisa. E para quem está lutando, o mundo manifesta uma guerra. Espiritualmente, vamos construindo nossos cenários.

Com certeza, não somos responsáveis pela vida das pessoas, nem muito menos por suas escolhas, mas certamente ativamos respostas no outro.

Você já percebeu que quando abrimos um sorriso, ou simplesmente ouvimos o outro com paciência, sem querer impor nossas idéias, a situação pode se dissolver?

Sei que você, amigo (a) leitor (a), pode estar achando muito simples tudo isso que estou colocando nesse artigo, e que na vida real as coisas são infinitamente mais complicadas. Concordo com você, mas seja qual for o nível de dificuldade que você enfrenta, em algum momento, você precisa olhar de fora sua situação para poder abrir a mente e dar início a uma mudança.

Se você acredita que tudo é difícil mesmo, que sua família ou o amor é mesmo complicado, que seu emprego só serve para ganhar dinheiro, você está dizendo que jamais conseguirá mudar sua vida. Você está fazendo o seu decreto...

Abrir-se não é fácil. E cada caso é um caso diferente, com nuances e soluções diversas. Mas cada um de nós precisa pensar no que pode fazer para a vida ser melhor, para ser mais feliz.