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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Que venha 2011 - Expectativas

Você já reparou como dá trabalho pensar no que é preciso fazer para o ano novo? Sim, porque cada um de nós, logo de cara em Dezembro, começa a desenhar mentalmente um esboço do que deve ser feito, de tudo o que precisa mudar e como isso não é uma tarefa fácil, ficamos todos meio cansados ou desanimados com a trabalheira acerca da desejável mudança.

Mas, por que a vida nova tem mesmo que ter início em Janeiro? Por que não seria em qualquer outro mes?
 
A resposta é simples, pois trata-se de uma convenção cultural, algo que aprendemos desde pequenos a respeitar como verdade... porém, se tivéssemos nascido no Oriente, nossas expectativas seriam bem diferentes. Alguns podem pensar que esse raciocínio não tem nenhum valor já que estamos no Brasil e o que é importante é a nossa própria vida e a realidade que nos cerca; no entanto, acredito que é bem bacana abrir a mente e tentar expandir nossa percepção porque todas as vezes que fazemos isso, nosso mundo encontra um espaço a mais de liberdade e temos uma oportunidade maior de nos abrirmos para um outro jeito de viver. Como quase sempre, a vida pode se tornar pesada e repetitiva com a rotina diária, semanal, portanto, não há nada melhor do que pensar criativamente em outras coisas.

Acho que o que me incomoda nos planos, nos planejamentos, é a expectativa de futuro, porque imagino que outros povos qualquer também tenham seus sonhos, vontades de mudar, melhorar, afinal, o mundo é assim. Fazer planos, ter sonhos é parte do jogo da vida, e não há nada de errado nisso. O que pesa são os projetos sem ação. As idéias que não são implementadas, as mudanças que jamais saem do rol das promessas. E, infelizmente, sonhos assim facilmente se transformam em pesadelos.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Quando nem tudo é como a gente quer...

Sempre quando as coisas me desagradam, repito essa frase para eu mesmo, porque aprendi que precisamos trabalhar em nós o contentamento. Precisamos aprender a aceitar as coisas e as pessoas como elas são, sem muitas cobranças, sem muitas expectativas, tentando manter a auto-estima quando ouvimos um não e, ao mesmo tempo, sabendo nos preservar quando é hora de ir embora.
Tudo uma questão de bom senso e de maturidade.

Hoje acho que o tempo pode, sim, correr a nosso favor, e não trocaria por nada deste mundo os meus tantos anos pelo meu tempo na juventude. Acho que cada ano que se passou trouxe uma quantidade enorme de aprendizado, de purificação espiritual e de aprimoramento.

Quando era mais jovem não sabia esperar, não sabia permitir a ação inexorável do tempo. Queria que as coisas acontecessem do meu jeito e sofri demais por conta disso. Mas achava que sofria por amor, pelas pessoas, pelo descaso de alguns, pela falta de entendimento com outros... Quando, na verdade, sofria por eu mesmo e por não compreender que de fato nem tudo é como a gente quer.

Pensando nisso, lembrei de São Francisco, ser de grande luz, que ensinou o amor e o desapego, patrono dos animais que agora também foi convocado para defender o meio ambiente... Aliás, nada mais natural para aquele que ensinou o respeito e o amor por tudo o que estava à sua volta. Ser tão iluminado que perdeu a noção do eu egoísta e assumiu o compromisso espiritual com o nosso eu generoso.

São Francisco para mim é o exemplo do contentamento, da aceitação das diferenças, da importância de dar amor, mesmo quando somos incompreendidos. Sinto que podemos tentar fazer isso, mesmo sem sermos santos... Podemos tentar começar essa tarefa de aceitação amorosa compreendendo aqueles que fazem parte do nosso círculo familiar. Mas concordo que pode ser difícil, não é amigo?

Sei que pode... Justamente porque é na família que encontramos nossos mais queridos companheiros e nossos mais complicados desafios kármicos, porém, lembrando que tudo isso acontece na energia do amor, que ora pode faltar, ora pode nos completar.

E já que nem tudo é como a gente quer, por que não abrir a visão e encontrar coisas que nos agradam, mesmo naquilo que temos que aceitar? Pois pode ser que justamente nesse mergulho para encontrar o bem, sejamos recompensados!

Imagino que não foi muito fácil São Francisco arrumar coragem para sair do seu mundinho e expandir sua luz. Penso que ele teve que ter um grande impulso para largar suas roupas, sua história, dinheiro, costumes de família e seguir a voz interior. Com certeza, ele percebeu que não poderia mais ser conivente com coisas e situações que agrediam sua fé e compaixão.

Trazendo esse exemplo para nossa vida, podemos perceber que em alguns momentos precisamos ser fortes para romper e, em outros, temos que ser ainda mais fortes para aceitar. O que não podemos é fechar os olhos para as experiências da vida quando já estamos prontos para aprender com os desafios. 

Acontecerão momentos que o certo será dizer não, e outros que o correto será ter humildade para dizer sim.


Boa sorte para nós...

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Habilidades do ser humano

Cada ser humano é único em seus talentos e habilidades e, o fato de alguns possuírem determinadas aptidões, não significa que sejam superiores.

Simplesmente eles podem ter tido mais oportunidades, estímulos, recursos para desenvolverem seus talentos, enfim, ter contado com uma série de fatores que foram determinantes para que tenham atingido tal condição.

As cobranças, muitas vezes desumanas e irreais, levam as pessoas a sofrerem para atingir metas absurdas, - que têm como único parâmetro, a obtenção de mais lucro -, vendendo-lhes a falsa ilusão de que esta conquista lhes garantirá um estado permanente de felicidade.

É preciso que nos mantenhamos alertas e conscientes, para não nos deixar contaminar por esta perigosa armadilha, que é a tentativa de nos fazer acreditar que só tem importância o que é extraordinário, super-poderoso ou mega-valioso.

Felizes daqueles que são capazes de descobrir tesouros, onde se apresentam aparentes banalidades, e que já não sonham com os louros ilusórios que a vaidade e a cobiça concedem. Estes, certamente, já tocaram a dimensão divina da existência e desfrutam a cada dia, do melhor da vida.

Bom final de semana a todos.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Ser alguém para ter alguém

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Caros amigos que aqui me acompanham, 

Diante do fato de buscarmos um foco em nossa vida, é por meio desta mensagem que gostaria de compartilhar a todos que de certa forma passa ou passou por uma turbulência em algum tipo de relacionamento, seja ele pessoal ou profissional. Por esse fato estou postando esse texto de Maria Isabel Carapinha que é radiestesista e trabalha também com Feng Shui.



Por muitas vezes sentimos uma solidão imensa, uma enorme vontade de ter alguém ao nosso lado, alguém que compartilhe cada momento do nosso dia, alguém para dividir as alegrias, as conquistas, os sucessos, os desalentos e fracassos.
Colocamos nesse alguém toda nossa expectativa! Quando realmente eu encontrar essa pessoa tudo será diferente!

O que esquecemos ao longo desta busca é que temos que ser alguém por completo, alguém curado, que aprendeu com a vida, que aja de forma madura, para então ter alguém de fato e nunca transferir para o outro nossos problemas internos.
O amor exige um imenso trabalho conosco mesmos e, por incrível que pareça, também uma luta contra o nosso eu pessoal.
 
A plenitude de um amor saudável é a fusão de duas vidas em uma única direção, numa coligação de desejos, sentimentos e de destino.

Uma das coisas mais importantes quando amamos alguém é desenvolver a compreensão. Esta compreensão é adquirida pela observação constante com o coração aberto; nesse momento não há espaço para críticas.

Os relacionamentos começam dentro de nossa mente, então, o que dizer de alguém que possui crenças errôneas arraigadas... do tipo: "todo homem não presta"? Por sintonia energética, ela encontrará homens que condizem com o que foi projetado. Se a pessoa que está predisposta a amar novamente não se curar de algo muito dolorosa vivido, ela viverá novamente uma energia semelhante, por isso que o amor começa dentro de você! A expressão de sua totalidade é um dos fundamentos do amor. Amar não é se anular para fazer o outro feliz.

O espaço de convivência entre duas pessoas deve ser tal que os dois possam buscar alternativas juntos, à medida que dificuldades surgirem e aprenderem a viver tudo com muito amor. - ressalta Maria Isabel - Em virtude de experiências vividas ao longo de nossas vidas, que nos trouxeram experiências de rejeição, adquirimos uma forma de pensar que sempre faz com que o outro seja o senhor da situação, ou seja, o outro pode nos fazer felizes ou nos fazer sofrer. Um destaque importante a ser colocado, é o seguinte: o outro é o que é, pela sua história de vida... e não porque está com você.
 
Uma crença errônea é que o outro será nosso apoio sempre, nos fará felizes em cada momento e resolverá nossos problemas, sejam eles espirituais, financeiros, emocionais ou de saúde.

Amar dá certo para quem não depende do amor do outro. Se os dois passam por um momento de dificuldade, que tal contar com outra pessoa nesse momento? Como uma amiga... Ela lhe ouvirá! Quando somos ouvidos, nos sentimos importantes e nossa auto-estima e poder pessoal se reestruturam e as soluções aparecem. Então, este outro pode ser alguém que você escolha naquele momento, e não alguém que se encontre em situação similar. Somente pessoas inteiras e conscientes podem criar um relacionamento inteiro.

O ciúme é um sentimento que demonstra inferioridade, nos sentimos menos que o outro... portanto, queremos diminuí-lo e manipulá-lo a fim de tornar o outro igual a nós, mas... Por que nesse momento não aproveitar a oportunidade para crescer e se tornar igual ao outro?
A confiança é a sustentação de qualquer relação de amor e precisa ser recíproca. Nossos segredos mais íntimos, nossos medos, nossas dúvidas, nossas inseguranças e fraquezas, nossos desejos e fantasias, sempre estão guardados no mais íntimo de nosso ser e confiar em alguém significa permitir que este alguém nos descubra por inteiro.