Tudo que Deus criou ... foi pensando em você!
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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Que venha 2011 - Expectativas

Você já reparou como dá trabalho pensar no que é preciso fazer para o ano novo? Sim, porque cada um de nós, logo de cara em Dezembro, começa a desenhar mentalmente um esboço do que deve ser feito, de tudo o que precisa mudar e como isso não é uma tarefa fácil, ficamos todos meio cansados ou desanimados com a trabalheira acerca da desejável mudança.

Mas, por que a vida nova tem mesmo que ter início em Janeiro? Por que não seria em qualquer outro mes?
 
A resposta é simples, pois trata-se de uma convenção cultural, algo que aprendemos desde pequenos a respeitar como verdade... porém, se tivéssemos nascido no Oriente, nossas expectativas seriam bem diferentes. Alguns podem pensar que esse raciocínio não tem nenhum valor já que estamos no Brasil e o que é importante é a nossa própria vida e a realidade que nos cerca; no entanto, acredito que é bem bacana abrir a mente e tentar expandir nossa percepção porque todas as vezes que fazemos isso, nosso mundo encontra um espaço a mais de liberdade e temos uma oportunidade maior de nos abrirmos para um outro jeito de viver. Como quase sempre, a vida pode se tornar pesada e repetitiva com a rotina diária, semanal, portanto, não há nada melhor do que pensar criativamente em outras coisas.

Acho que o que me incomoda nos planos, nos planejamentos, é a expectativa de futuro, porque imagino que outros povos qualquer também tenham seus sonhos, vontades de mudar, melhorar, afinal, o mundo é assim. Fazer planos, ter sonhos é parte do jogo da vida, e não há nada de errado nisso. O que pesa são os projetos sem ação. As idéias que não são implementadas, as mudanças que jamais saem do rol das promessas. E, infelizmente, sonhos assim facilmente se transformam em pesadelos.

sábado, 27 de novembro de 2010

A Transformação de uma realidade

Este fim de semana quero refletir sobre a palavra 'realidade'. - O real é tudo aquilo que existe fora da mente. Ou dentro dela também. 

A ilusão, a imaginação, embora não estejam expressas na realidade tangível extra-mentis - fora da mente - existe ontologicamente (Ontologia - do grego ontos e logoi, "conhecimento do ser" - é a parte da filosofia que trata da natureza do ser, da realidade, da existência dos entes e das questões metafísicas em geral.

A trilogia cinematográfica de "Matrix" transmite a idéia que nosso mundo é virtual e que a realidade é somente uma projeção do nosso 'eu digital'. Se por 'eu digital' pensarmos na interação energética de nossos neurônios, fonte de nossos pensamentos, então, podemos deduzir que a realidade é diferentemente criada para cada um de nós, porque cada um de nós tem em sua mente conceitos diferentes. Esses conceitos são em grande parte fruto do condicionamento familiar e cultural recebido.

Imaginem uma criança que tenha sido condicionada, desde o nascimento, a achar que as árvores são feias. Ela crescerá olhando as árvores com asco, considerando-as inaceitáveis e querendo destrui-las, odiando-as até! Em conseqüência desse condicionamento, ela poderia, por exemplo, achar bonito o deserto onde não existe nenhuma árvore! Bem, estou filosofando.... Mas o que quero dizer é que, finalmente, somos nós que criamos em nossa mente a realidade que atraímos para nossa vida. O que ela significa, que forma ela tomará diante de nossos olhos será conseqüência da nossa percepção individual, ao mesmo tempo em que ela estará sendo cristalizada ao nosso redor. Os ocultistas chamam esse fenômeno de 'forma-pensamento', ou seja, pensamentos que tomam forma, que se materializam. Certamente, que não somos perfeitamente conscientes desse fenômeno, caso contrário, teríamos mais cuidado com nossos pensamentos negativos, não é mesmo? 

A nossa energia vital, portanto, flui de nossos pensamentos e precisa permanecer em equilíbrio para que possamos viver perfeitamente integrados com o mundo ao nosso redor, por mais caótico ou hostil que esse possa nos parecer. Lembremos que tudo o que acontece ao homem é fruto da manifestação desse processo energético criado na mente. Conseqüentemente, somente uma mente saudável consegue uma perfeita integração, psicológica, mental e emocional e cria as condições para que essa integração seja perfeitamente equilibrada. Nosso mundo está mergulhado no caos porque a mente dos homens está mergulhada no caos. Podemos mudar essa realidade? Eu creio que isso ainda seja possível. O Micro e o Macro se espelham. 

Podemos começar transmutando a energia em nossa mente e ao nosso redor e criaremos um mundo melhor. Desta maneira nos sentiremos integrados e mais felizes e, conseqüentemente não adoeceremos, certo? Já reconhecemos o fato de que uma enfermidade nunca é um fato isolado - algo que acontece de fora para dentro - mas é simplesmente a manifestação física de um bloqueio energético que teve origem numa reação emocional negativa que permanece em nossa mente criando pensamentos negativos!


Porém, dirão vocês, continuando nossa reflexão, se somos condicionados desde criança e conseqüentemente criamos em nossa mente a realidade que projetamos para fora de nós, então, como 'recriar' essa realidade para que possamos nos integrar novamente, como 'no princípio'? Bem, eu não creio que possamos voltar a essa integração inicial numa só encarnação! De fato, é para isso que servem as encarnações sucessivas: levar-nos de volta para a integração original com o Todo, pois 'no princípio era o Verbo, e o Verbo era Deus'. 

E nessa encarnação, qual a realidade que queremos para nós? Enquanto estamos vivendo a nossa realidade atual, podemos contribuir para essa integração? 


Várias teorias religiosas e filosóficas tratam dessa questão. Cada qual à sua maneira, elas procuram nos oferecer ferramentas de integração com o Todo, e todas elas apontam o autoconhecimento como sendo o fator indispensável para alcançar essa meta. Os mecanismos podem ser vários, os caminhos são inúmeros, mas a concentização é algo comum a todas elas.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

O que eu sou?

Que tal você se perguntar e responder para si mesmo: O QUE SOU?

Pois esse é o problema...

É fácil verificar que você não sabe. Basta olhar para sua postura e atitude... VOCÊ É ENERGIA, meu amigo (a).

Portanto, é refém da energia que produz para si mesmo. Seus pensamentos são a sua fonte de alimento energético. Eles brotam de seus valores e da forma como você vive. Depois de pensar, agimos. Ou simplesmente não fazemos nada.

É SEMPRE NOSSA ESCOLHA o caminho que iremos seguir. Normalmente é mais cômodo não fazer nada e responsabilizar os outros por nossos fracassos. Porém, se estamos conscientes que somos reféns da energia que produzimos, começamos a policiar nossos pensamentos e também o que verbalizamos. Conviver com pessoas que só falam mal dos outros nos deixa, igualmente, mal.

Diante disso é muito melhor evitar falar de acidentes, de maldades, de fofocas e da desgraça em si. Inverter o rumo -na realidade- e começar a agregar coisas boas em nossa mente. Precisamos cuidar do que pensamos para que assim não estejamos em estado de maldade.

Quando ficamos irritados levamos seis horas para recuperar a serenidade. Ora, se nossa vida é um buraco de problemas, como queremos ser felizes e saudáveis? Quando não se está bem o melhor é parar de tomar decisões. Ir para um canto e meditar. Acalmar a mente e logo recuperar a boa energia.

É com a boa energia que adotaremos as atitudes adequadas à nossa vida... Na realidade é a jovialidade da alma que se faz presente agora em sua vida e em suas atitudes.

É nossa opção o que produzimos de energia e também com que passaremos a conviver no presente e no futuro. Sou o que decido ser.
 
Cuide-se. Sei que nos veremos.

Beijo na alma


terça-feira, 20 de abril de 2010

Um dos Principais Aprendizados da Vida: APEGOS

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Apegos são fontes inevitáveis de sofrimento. Quanto mais nos apegamos às situações, objetos, pessoas, mais vulneráveis nos tornamos.

Visto que a essência da vida é a impermanência, desejar a posse eterna de tudo a que nos afeiçoamos, é uma ilusão. Entretanto, poucos de nós estão preparados para viver uma existência sem apegos.

As experiências de perda nos lembram, de modo doloroso, o quanto precisamos aprender a aceitar esta realidade. Aceitar significa, antes de tudo, não resistir às perdas, quando elas acontecem.

Criar uma resistência interior só faz prolongar ainda mais a dor e a angústia que sentimos. Quanto mais rapidamente aprendermos a dominar a arte da aceitação, mais seremos capazes de nos manter imunes ao medo da rejeição, da escassez, da solidão.

Embora seja este um dos principais aprendizados da vida, ninguém nos ensina a cultivar esta atitude. Ao contrário, somos treinados não para compartilhar, mas, sim, para depender do outro, como se nossa própria individualidade fosse algo sem valor.

Reaprender a liberdade e a não se manter preso a condições para poder estar feliz é o caminho mais sensato para que nos libertemos de uma vez da prisão dos apegos.

Boa semana a todos!!!

Beijo na alma.