Tudo que Deus criou ... foi pensando em você!
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Seja Paciente e aprenda com ela.

A paciência é uma das maiores virtudes da vida, e também uma das mais difíceis de se cultivar. Quando desejamos algo, é natural que nossa ansiedade nos faça querê-lo imediatamente.

E, quando se trata da busca espiritual, não é diferente. Muitas pessoas se impacientam porque, ao praticar a meditação algumas vezes, nada de extraordinário lhes acontece.

O problema é que a ansiedade e a busca por resultados é o principal entrave para que possamos entrar em contato com nossa natureza divina. Ela habita um espaço de paz e serenidade absolutas, onde a impaciência jamais encontra lugar.

Desenvolver um estado de relaxamento, onde a paciência e a perseverança na busca do equilíbrio interior, sejam uma atitude permanente, não é nada fácil, quando ainda vivemos totalmente dominados pelo ego.

É ele quem nos leva a traçar metas e ambicionar por resultados, mesmo na busca por elevação espiritual. Enquanto não nos desvencilhamos deste condicionamento, é impossível encontrar o que buscamos.

O passo essencial é entregar-se ao processo em total confiança, mantendo-se totalmente receptivo ao que a existência quiser nos oferecer, mas sem criar expectativas antecipadas.

Observar a mente, e as suas tentativas de nos fazer desistir, é algo muito útil, pois a partir deste exercício começamos finalmente a nos libertar da escravidão em que ela nos coloca.

Não tenha pressa e não se desespere. Se você fracassar hoje, não perca as esperanças. Se você fracassar hoje, isto é natural. Se você continuar fracassando por alguns dias, isto é natural.

As pessoas têm tanto medo de fracassar que, devido a este medo, nunca arriscam fazer tentativas. Existem muitas pessoas que nunca se apaixonaram porque elas têm medo. Quem sabe? Elas podem ser rejeitadas, por isso elas decidiram permanecer sem amar, assim ninguém jamais as rejeitará.

As pessoas têm tanto medo de fracassar que elas nunca tentam qualquer coisa nova. Quem sabe? Se elas fracassarem, o que poderá ocorrer? E naturalmente, para se movimentar no mundo interior, você terá que fracassar muitas vezes, porque você nunca se movimentou ali antes.

Toda a sua habilidade e eficiência têm sido nos movimentos externos, na extroversão. Você não sabe como se movimentar internamente. As pessoas escutam as palavras 'movimente-se internamente, vá para dentro', mas isso não faz muito sentido para elas.

Tudo o que elas sabem é como ir para fora, é como ir para o outro. Elas não conhecem qualquer caminho de volta para si mesmas. Por causa dos seus velhos hábitos, é muito provável que você fracasse muitas vezes. Não perca as esperanças.

A maturidade chega vagarosamente. É certo que ela chega, mas isto leva um tempo. E lembre-se: para cada pessoa ela chegará num ritmo diferente, por isso não compare, não comece a pensar: 'alguém está se tornando tão silencioso, e tão feliz, e eu ainda não alcancei isto. O que está acontecendo comigo'?

Não se compare com quem quer que seja, porque cada um vive de uma maneira diferente.

Assim, tudo depende de suas habilidades, de sua mente, de seu condicionamento, de sua educação, da religião na qual você foi criado, dos livros que tem lido, das pessoas com as quais tem vivido, da vibração que criou dentro de si mesmo.

Tudo dependerá de mil e uma coisas, mas é certo que ela chegará. Tudo que se precisa é paciência, trabalho silencioso, trabalho paciente e o centramento acontece e a maturidade chega.

Na verdade, a pessoa madura e a pessoa centrada são apenas dois aspectos de um mesmo fenômeno... Com a maturidade, o centramento surge. Maturidade e centramento são dois nomes para uma mesma coisa. Mas a primeira coisa a ser lembrada é que ela chega gradualmente. Não compare e não tenha pressa."

Boa semana a todos e que Deus abençoe a cada um de nós!!

Abraços

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Como Saber Interpretar os Sinais

Um dos mais importantes aprendizados de nossa vida é saber interpretar os sinais que a existência nos envia. Deus, nunca se comunica conosco através da razão. Ele se comunica através de sinais.

Entender sua linguagem, exige de nós o dom de decodificar símbolos. Como podemos fazer isto? Abrindo nossos canais de percepção que se manifestam através da intuição.

Quando pedimos algo com todo o nosso coração, na certeza de que aquele desejo é uma manifestação de nossa alma, e não de nosso ego, as respostas surgem na forma de acontecimentos que se sincronizam com nosso anseio.

Se não estivermos alertas, abertos para perceber estas respostas, podemos deixá-las escapar, pela simples incapacidade de compreender seu significado.

A linguagem da existência é poética, sutil, mas extremamente precisa. Somente aqueles que abrem seu coração e nutrem um amor incondicional pela vida e todas as suas manifestações, se tornam aptos a entendê-la.

Enquanto insistirmos em interpretar as respostas aos nossos questionamentos, através da razão, perderemos. É preciso observar e deixar que os símbolos penetrem profundamente em nosso coração, e permaneçam ali, até que possamos perceber o seu real significado.
 
Um sinal não é para ser interpretado. É para que se viva através dele. A sua mente será tentada a interpretar. Não seja tentado pela mente.
 
Diga a ela:"esse campo não é seu, isso não é pra você, brinque com outras coisas. Deixe que isto penetre em meu ser". E é isso o que estou fazendo quando falo com vocês.
 
Não estou falando para a suas mentes, falo aos seus futuros, não ao seus passados. O passado de vocês é lixo, joguem-no fora! Não o carreguem!

Falo aos seus futuros - ao inesperado, ao desconhecido. Pouco a pouco, vocês se tornarão capazes de ouvir esta música, a música do desconhecido, a música na qual todos os opostos desaparecem e surge uma harmonia oculta.

Sim, a natureza ama se esconder, porque a natureza é um mistério. Não é uma questão, não é um enigma a ser solucionado. É um mistério a ser vivido, desfrutado, celebrado".

Abraço a todos e fiquem com Deus

domingo, 3 de abril de 2011

O que fazer??? Seguir em frente, esperar ou recuar???

Existem períodos na vida em que as coisas parecem andar como as marés, para frente e para trás. Corremos e corremos para conseguir terminar nossas tarefas, mas elas não andam! Que desespero, quanta aflição! Acabamos nos sentindo dilacerados e chegamos ao final do nosso dia tão estressados que temos vontade de 'fugir para uma ilha deserta'!

Tenho certeza que isso já aconteceu com você, não é mesmo?

Neste período, precisamos do dobro de esforço para conseguir fazer face aos nossos compromissos. Nos obrigando a rever nossas posições, desfazendo mal-entendidos a fim de solucionar as eventuais pendências.
 
Ao mesmo tempo, nos estimula cada vez mais, nos impulsionando em direção de nossas metas que, no entanto, em certos momentos parecem se afastar de nós, fazendo com que nos segura, nos prende e nos pede paciência, perseverança e tenacidade.
 
As tensões parecem enormes em certos momentos!
 
Devemos lembrar, antes de mais nada, que o mundo todo está num período de transição e de mudanças e que nós também nos inserimos neste carma coletivo. Por essa razão, não devemos ficar deprimidos e desesperados se não conseguirmos cumprir com nossas obrigações, alcançar nossas metas. Recuar faz parte da estratégia. Existe tempo para plantar e tempo para colher, a vida é feita de fluxo e refluxo.
 
O Pêndulo Universal está sempre em movimento, ele vibra dia após dia, para frente e para trás, modificando tudo, dia após dia, mês após mês, ano após ano. Este princípio do Ritmo é também compreendido e explicado pela ciência moderna, e se aplica às coisas materiais.
 
Se hoje nos encontramos num enorme estado de euforia, podemos esperar um grande esmorecimento amanhã. Se um dia cometemos um exagero qualquer, no dia seguinte estaremos experimentando o "resultado" desse exagero! Um enorme esforço causa um enorme cansaço, etc. etc..

Por essa razão, devemos procurar nos integrarmos às energias que influenciam nosso planeta, percebendo quando devemos ficar quietos e quando devemos agir, quando devemos correr e quando devemos recuar. Tenho certeza que você também, especialmente neste momento, sente esta pressão interior, esta enorme vontade de fazer valer a sua vontade a qualquer preço. No entanto, este pode ser um momento para parar, observar, aprender e, sobretudo, escutar o que o outro tem a dizer. Quem conseguir compreender as razões do 'outro', tirando proveito dos ensinamentos decorrentes de um bom entendimento com seu interlocutor, será recompensado mais adiante. Devemos privilegiar as conciliações e não as brigas, os acordos e não as separações.
 
Para concluir esta postagem, aconselho a todos que aproveitem o mês de Áries, observando como agimos em relação ao nosso 'próximo'.
 
Fazemos prevalecer nossa vontade sem escutar as reivindicações do 'outro'?
Estamos reivindicando nossas razões sem ao menos levar em conta as razões de nosso parceiro/vizinho/filho/companheiro?


Grande abraço.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A última e a primeira palavra

Com certeza, a vida não vem pronta. O tempo todo podemos interagir com as coisas à nossa volta. Podemos agir mal e podemos agir bem. Podemos nos magoar com as coisas que as pessoas nos fazem e podemos ter uma luz nesse momento, e entender que a pessoa está com problemas, e relevar atitudes grosseiras. Mas, se por acaso, estamos tristes, meio depressivos, ou confusos, uma pequena discussão pode ter enormes repercussões.

Conheci várias pessoas que romperam com a família, com um relacionamento, por conta de um mal entendido e, depois do fato consumado, não conseguiu voltar atrás. Pois é, amigo leitor, podemos piorar ou entender as coisas. Claro que em alguns momentos precisamos colocar limites, dizer o que pensamos, mas em outros momentos se percebemos que está acontecendo um engano da parte do outro, é preciso ter paciência e deixar aquilo passar.

Na eleição de 2010, no  primeiro turno, durante a votação, observei uma cena insólita. Estava trabalhando  como presidente de seção de voto em um colégio de Lorena, fiquei observando as pessoas, casais de mãos dadas, senhoras de idade acompanhadas pelos filhos, gente jovem conversando animadamente, enfim, uma multidão passou pelo andar onde trabalhei, mas o que me chocou foi ver na hora em que estava saindo para almoçar, um homem que quase atropelou um passante sair do carro e xingar o outro de forma descabida. Ele parou o carro, desceu e começou a insultar o homem que ele quase atropelou. O outro é claro que revidou, e o desfile de impropérios foi crescendo, sem que nem um nem o outro se desse por satisfeito. Cada um queria ter a palavra final, então, quando um falava uma bobagem o outro respondia.

Apenas quando eles se distanciaram e não podiam mais se ouvir é que a briga serenou. Como eu estava perto do carro, fiquei vendo o agressor entrar totalmente desarmonizado. Um verdadeiro show de horrores. As outras pessoas que estavam por perto ficaram de boca aberta com o ocorrido e, por coincidência, os guardas naquele momento tinham se afastado para ajudar um cadeirante.

Fiquei imaginando que aquele homem tinha que agradecer a Deus por não ter atropelado alguém, pois o outro poderia ter se ferido, ou até morrido, mas não... No auge do estresse ele gritou, agrediu, insultou.

Pensei que muitas vezes somos convidados a agir mal. Algumas situações tiram a gente do sério e se não nos cuidamos podemos fazer algo semelhante. Podemos reagir muito mal a algo externo, mas, com certeza, fazemos isso quando estamos afastados das orações, quando estamos preocupados com coisas para resolver, ou quando estamos com raiva reprimida e aquilo se torna o estopim da bomba emocional.

Por isso que precisamos da prática espiritual, precisamos meditar, participar dos grupos, trocar energia e, quando necessário,  fazer terapia. Precisamos nos expor para alguém, trocar sentimentos, aprender a ouvir o que as pessoas pensam sobre nós. Guardar sentimentos, reprimir emoções faz muito mal, e quando menos esperamos, podemos ser surpreendidos soltando uma explosão de atitudes grosseiras, palavras duras para o mundo à nossa volta. São fatos e situações que poderíamos evitar se estivéssemos em harmonia. Acho que a última e a primeira palavra deveria ser paciência.
 

 

domingo, 29 de agosto de 2010

Mudar o rumo e sua vida....

Sempre explico que as coisas se repetem na nossa vida quando ainda não aprendemos a reagir de modo diferente aos fatos que nos perturbam.

Se observarmos, sempre são coisas meio parecidas que nos tiram do sério. Pode ser que você se altere com a grosseria das pessoas. Pode ser que você se sinta desrespeitado ou desvalorizado por seu parceiro ou na sua vida profissional; pode ser ainda, que isso tenha acontecido desde a sua infância por conta de uma criação cheia de repressão.

Já percebi que quando a pessoa reclama muito do que está recebendo do mundo, normalmente, está carregando esse peso há várias vidas. O que significa que vivemos reeditando o tipo de família que não valoriza os filhos, o tipo de trabalho sem sucesso.

O que precisa ser feito?
Ativar a auto-estima, ter mais amor, paciência...

Nesses casos, é bem comum aparecer em Vidas Passadas, vidas de guerreiro ou de guerreira associado. Normalmente, quem está revivendo este arquétipo precisa da luta, precisa se sentir lutando por alguma coisa. E para quem está lutando, o mundo manifesta uma guerra. Espiritualmente, vamos construindo nossos cenários.

Com certeza, não somos responsáveis pela vida das pessoas, nem muito menos por suas escolhas, mas certamente ativamos respostas no outro.

Você já percebeu que quando abrimos um sorriso, ou simplesmente ouvimos o outro com paciência, sem querer impor nossas idéias, a situação pode se dissolver?

Sei que você, amigo (a) leitor (a), pode estar achando muito simples tudo isso que estou colocando nesse artigo, e que na vida real as coisas são infinitamente mais complicadas. Concordo com você, mas seja qual for o nível de dificuldade que você enfrenta, em algum momento, você precisa olhar de fora sua situação para poder abrir a mente e dar início a uma mudança.

Se você acredita que tudo é difícil mesmo, que sua família ou o amor é mesmo complicado, que seu emprego só serve para ganhar dinheiro, você está dizendo que jamais conseguirá mudar sua vida. Você está fazendo o seu decreto...

Abrir-se não é fácil. E cada caso é um caso diferente, com nuances e soluções diversas. Mas cada um de nós precisa pensar no que pode fazer para a vida ser melhor, para ser mais feliz.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

O Caminho

Qual o melhor caminho a seguir para o nosso aperfeiçoamento espiritual? A pergunta me veio à mente quando alguém quis saber se estava no rumo certo em busca de seu desenvolvimento espiritual. Como saber se estamos seguindo o caminho certo? E que caminho seria esse? Isso nos leva a refletir que por temos personalidades diferentes e o livre-arbítrio sobre nossas vidas, trilharemos o caminho que for mais adequado para nosso aperfeiçoamento espiritual.


Nós é que temos que buscar esse caminho e traçar nossa própria trajetória. Embora possamos ter os mesmos ideais e precisarmos do apoio e colaboração dos outros para nos sentirmos bem e em paz com o mundo, nossas experiências de vida serão diferentes e nos veremos frente à frente com dilemas próprios e inerentes a cada um.

Podemos citar o caso de pessoas que em outras vidas tiveram dificuldades de exercitar o perdão, por terem abrigado em seus corações mágoas excessivas, ódios, rancores, e, então, renascem tendo que enfrentar situações onde conviverão com o desprezo, a traição ou humilhação, para aprenderem a exercer o perdão realmente e conseguirem se libertar dos sentimentos negativos que atrapalham tanto suas vidas.

Outras pessoas precisarão aprender a ter paciência e abnegação, e aí se depararão com situações onde terão que exercitar ao máximo essas duas grandes virtudes. E por aí segue o aprendizado. Cada um de nós, querendo ou não, terá que enfrentar seus próprios fantasmas e limitações, e lutar contra suas dificuldades e imperfeições. O intuito primordial da vida aqui na terra é o de aprendermos, e esse aprendizado vai de encontro ao que ainda não conseguimos reter ou expurgar de nosso ser. É tudo aquilo que impede que sejamos mais solidários, mais fraternos, mais humildes, menos violentos, menos invejosos, menos ciumentos, etc.

São qualidades que precisamos adquirir e incorporar e "defeitos" que necessitamos extinguir para alavancarmos nosso crescimento interior. Precisamos nos conhecer mais e aprender a escutar a nossa consciência, pois ela nos alerta quando estamos agindo de forma inadequada ou indo por caminhos indevidos. Se os acontecimentos à nossa volta nos deixam insatisfeitos ou incomodados, devemos refletir na melhor forma de enfrentarmos a situação. Não podemos ignorar e nem aceitar, sem entender, fatos que atrapalhem nosso caminho.

As situações acontecem ao nosso redor porque agimos e encaramos os acontecimentos de um determinado modo, e não de outra forma, que propiciaria uma solução melhor para o que estamos vivenciando. Mudando o prisma pelo qual vemos o problema, muitas vezes ele se extingue. É importante ressaltarmos que não passamos provações em vão. Tudo em nossa vida é experiência e aprendizado. Estamos ainda em ascensão espiritual, e por isso, construímos, pouco a pouco, um caminho que a ela nos levará, embora uns sigam pela estrada reta, e outros, por desvios mais ou menos longos.

Pelo fato de nossa vida na terra ser apenas uma passagem precisaremos nos livrar de sentimentos negativos, como: orgulho, intolerância, ciúme, inveja, e nos impregnarmos dos libertadores, como a humildade, caridade, paciência, fé e tantos outros mais. Quando olhamos para fora de nós mesmos e questionamos nosso jeito de ser, já estamos começando nossa evolução interior, mesmo que ainda não tenhamos consciência disso.

Nem todos nós estamos aqui para grandes realizações e conquistas. De repente, só pelo fato de estarmos levando nossa vida anonimamente, vivenciando as atribulações do cotidiano, já estamos no caminho adequado ao nosso crescimento espiritual. As situações pelas quais passamos destinam-se a fortalecer qualidades ou nos livrar de atitudes negativas que carregamos de muitas encarnações passadas. O fundamental para nos desenvolvermos espiritualmente é procurar trabalhar a compreensão, a tolerância, a humildade, a fraternidade, a justiça, a fé e a razão.

Procuremos conhecer melhor aquilo que ainda não entendemos. Nem tudo nos será mostrado ainda. Mas, aos poucos, vamos levantando o véu daquilo que costumamos chamar de mistério. O caminho certo a trilharmos, então, não será feito só de conquistas, prazeres e felicidades efêmeras, mas também de obstáculos a transpormos e de experiências que, a princípio, nos parecerão nocivas, mas que têm o intuito de nos despertarem para o nosso destino maior que é sermos unos com o criador.